segunda-feira, 28 de maio de 2012

Compartilhando o Evangelho num bairro LGBT

Compartilhando o Evangelho



Esta é a semana do Orgulho Gay em Toronto, e Tim¹ me pediu para escrever um post detalhando meus esforços evangelísticos na comunidade LGBT de Toronto (LGBT significa Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais). Eu apreciaria algum insight ou crítica útil que os leitores desse blog possam me oferecer, assim como suas orações.
Comecei esse ministério há dois anos, enquanto trabalhava como um interno em uma igreja do centro de Toronto. Fui informado que parte das minhas obrigações de estágio envolveria três horas de evangelismo toda semana em um café ou em um pub. Essas não eram boas notícias. Para ser honesto, eu acho esse tipo de evangelismo muito intimidador. Fazer “propaganda não-solicitada” não faz meu estilo; eu sou muito polido! Quando o pastor explicou o que ele esperava de mim, um cenário esquisito surgiu em minha mente: eu no Starbucks me aproximando de alguém que está lendo um livro e bebendo café. Eu me apresento e pergunto se posso me sentar e falar com essa pessoa. Naturalmente, ela quer saber o que pretendo, então eu imediatamente passo a falar de religião ou de Jesus, provavelmente soando como os Mórmons que apareceram semana passada em sua porta, enquanto ela jantava.
Pessoalmente (e Deus usa todas as formas de evangelização, não estou fazendo uma afirmação absoluta) eu acho esse tipo de tática abaixo do ideal. Eu não sei nada sobre essa pessoa, e ainda assim eu interrompi seu café da manhã para falar sobre o que eu quero discutir. Eu queria que meu evangelismo começasse de uma maneira melhor, mais natural; queria iniciar a discussão de uma forma que não fosse nem “rude”, nem baseada em um pretexto forçado (pedir sua opinião sobre espiritualidade, etc.). E mais: se pedi para sentar com aquela mulher, talvez ela pensasse que eu estava dando em cima dela. E, é claro, vivendo onde vivo, um homem talvez pensasse a mesma coisa. Melhor segurar logo o touro pelos chifres, pensei. Eu nunca tinha ido num café gay antes, mas eu pensei (corretamente) que alguns gays gostariam que um completo estranho se sentasse com eles e conversasse. E foi isso que decidi fazer.
O bairro gay de Toronto fica a apenas dez minutos andando de onde eu vivo. Na primeira vez que me aventurei lá, orei ao Senhor para que ele me mostrar aonde ir, o que fazer e o que dizer. Eu estava muito nervoso. Não tinha um plano. Estava certo de que veria todo tipo de coisas repulsivas, e que eu seria chutado do estabelecimento por disseminar ódio fundamentalista.  Mas eu tinha de falar ao meu pastor que havia evangelizado por três horas naquela semana, então fui adiante.
Vista do Timothy's
Vista do Timothy's
O Senhor foi à minha frente. Eu parei no primeiro café que vi, um Timothy’s, no bairro Church and Alexander. Eu descobri mais tarde que esse é o café gay de toda a área da Grande Toronto. (Veja o artigo na Wikipedia: http://en.wikipedia.org/wiki/Church_and_Wellesley). Sua clientela é composta majoritariamente por homens de meia idade. Comprei meu café e procurei um lugar para sentar. As mesas eram bem pequenas e os bancos ficavam bem próximos – perfeito para o evangelismo, embora eu tenha certeza de que essa não era a intenção original!
A comunidade gay de Toronto é bastante unida. Muitos daqueles homens se conhecem há muitos anos, e todo mundo se trata pelo primeiro nome. Alguns deles eram regulares naquele estabelecimento. Tornei-me amigo de quatro deles: A. – que tem uma severa paralisia cerebral, que o confina numa cadeira de rodas (o que não atrapalha sua vida sexual, entretanto; ele me contou que já teve centenas de parceiros); D. – uma drag queen infectada pelo vírus HIV, que foi molestada por um padre católico; J. – um funcionário público, vindo recentemente de Ottawa; e C. – que trabalha no departamento de crédito de um banco nacional. Esses homens me aceitaram como amigo e me apresentaram a outros gays, embora eles saibam que sou um cristão praticante, heterossexual e conservador, que não aprova seus estilos de vida.
Até o dia de hoje já falei com um bom número de gays – quase todos brancos e na meia-idade. Muitos deles saíram do armário depois de terem se casado e terem filhos. Por alguma razão, 85% deles vieram do contexto católico. Isto significa que muito do meu trabalho evangelístico já está fundamentado. Não há necessidade de explicar que a Bíblia tem dois testamentos, ou quem Moisés ou Abraão eram, ou convencê-los da historicidade da ressurreição; eles acreditam na maior parte disso. Descobri que é com a autoridade da Escritura que preciso me preocupar mais ao lidar com eles.
Quando conheço alguém pela primeira vez no café e me perguntam o que eu faço (o que é uma entrada natural para a apresentação do Evangelho), eles imaginam que eu devo ser um pastor batista liberal e gay, porque, afinal, o que eu estaria fazendo no café deles? (O primeiro homem com quem conversei tinha acabado de terminar com seu namorado, um pastor metodista). Começo perguntando algumas coisas. Eu os deixo falar pelos próximos 45 minutos. Pergunto sobre o emprego deles, seu contexto, a vida familiar, vida pessoal, no que acreditam, de maneira que eu possa obter um retrato da epistemologia e da cosmovisão deles. É desnecessário dizer, faço minhas perguntas de uma maneira educada, curiosa e relativamente simples, não de forma interrogativa ou formal. Homossexuais adoram conversar (pelo menos estes homens no café parecem gostar) e, em geral, as pessoas hoje gostam de discutir “espiritualidade”. Então, de maneira cuidadosa, eles inevitavelmente perguntam em que eu creio. Então lhes falo do Evangelho, começando de Gênesis 1, apresentando-lhes a narrativa e a cosmovisão bíblicas.

Tenho conseguido compartilhar o Evangelho com muitos homens nos últimos dois anos, mesmo que eu diga coisas altamente ofensivas para o estilo de vida gay – que é realmente a identidade deles. Baseio tudo que digo na autoridade da Palavra; isto é, deixo claro o que estou fazendo, que eu acredito que a Bíblia é autoritativa para todos os povos em todas as culturas e tempos, porque é a revelação autoritativa de Deus para os seres humanos. Eu insisto nisso enfaticamente. E os digo que a Bíblia me condena, e condena a todos. Ela me condena como um idólatra, alguém que é egoísta e pecador, que tem retirado Deus de sua posição e colocado a si mesmo na posição de “Dono do meu próprio nariz”. Fiz coisas em minha vida de que me envergonho, e frequentemente aquilo de que me envergonho a Bíblia diz ser meu “pecado” (tenho descoberto que aqueles homens podem entender muito bem o que é se envergonhar). Eu não  foco em sua homossexualidade (que é o que eles esperariam de mim), mas sim no fato de que eles são pecadores.
Algo comum de acontecer é eles me pressionarem e perguntarem se a prática da homossexualidade é uma expressão particular de sua disposição pecaminosa, e eu não hesitarei em dizer a eles que sim. Quando perguntado, eu digo a eles que, pessoalmente, eu teria uma posição de “viva e deixe viver” em relação à vida sexual de todo mundo, mas que minha opinião não conta em nada se Deus, nosso Criador, declarou algo diferente. Eu digo a eles que sei que pareço muito intolerante e obtuso quando os digo que são pecadores e que seus estilos de vida não agradam a Deus. Quem sou eu para dizer a outro ser humano o que fazer com base em minha própria autoridade? Então, explico que não é por minha autoridade que eu digo essas coisas. Aceitem ou não, estou completamente convencido de que a Bíblia é a revelação de Deus. Estou depositando minha alma eterna nisso. Me condena, mas eu encontrei a salvação em Cristo. E condena você. E aqui estou eu para falar sobre a salvação que encontrei em Jesus, que acredito que você precisa, que a Bíblia diz que é necessário.
hateAo apresentar o Evangelho desse jeito (que é da mesma maneira que apresento aos heterossexuais) ainda não vi ninguém irado comigo devido à minha perceptível intolerância – embora eu tenha certeza de que este dia está chegando!  De fato, ser hetero e conservador tem funcionado em meu favor, porque eles veem que eu realmente devo me importar com eles, a ponto de entrar em um ambiente onde sou um peixe fora d’água, para contar uma mensagem que sei que eles considerarão ofensiva. E eu realmente me importo com eles. Muitos deles vêm de contextos onde eles criam em alguma coisa semelhante ao que eu creio sobre a autoridade da Palavra de Deus, vêm de uma perspectiva católica, porém desde então eles “seguiram adiante”. Talvez eu seja jovem e iludido na opinião deles, mas eu sou um cara agradável e eles percebem isso, porque veem que eu os amo, e muitas vezes eles dirão: “a esse respeito nós o ouviremos outra vez”. Eles gostam do fato de eu querer ser amigo deles, mesmo que não aprove suas crenças. Acredito que isso mostra integridade e respeito; eles respeitam isso e desejam corresponder.
Faço tudo isso porque amo a comunidade LGBT. Esta é uma comunidade composta por almas eternas individuais. Infelizmente, eles são uma cultura que quase não tem contato com o cristianismo bíblico de qualquer vertente. Quantas drag queens podem contar com um cristão verdadeiro entre seus amigos? Muitas poucas, para nossa vergonha.
Eu sou o pastor de uma igreja nova no centro de Toronto e é minha oração sincera que Deus use nosso povo para impactar essa comunidade espiritualmente carente. Oro pelo dia em que travestis possam entrar pelas portas de nossa igreja e serem recebidos com sorrisos genuinamente amáveis e com amor cristão. Mas antes que esse dia possa acontecer, eles precisarão de um amigo cristão, em quem eles tenham aprendido a confiar; uma pessoa que nunca os convidaria para um lugar onde eles seriam atacados ou envergonhados publicamente; um lugar onde todos estão no mesmo nível, diante da cruz de Cristo, porque todos são pecadores; um lugar onde nenhum pecado de qualquer pessoa seja considerado mais repugnante que o pecado de outra; um lugar onde todos os pecadores possam se sentar debaixo da pregação pura da sagrada Escritura e escutar sobre o único Salvador do mundo e da salvação somente em seu nome.
Eu oro para que sejamos mais cuidadosos nisso; que enquanto a soberana graça de Deus trabalha através de suas fiéis testemunhas, a igreja, nós vejamos mais homens e mulheres homossexuais virem a Cristo.
Traduzido por Josaías Jr | iPródigo
¹ John Bell é pastor da New City Baptist Church, em Toronto. Ele estuda teologia no Seminário Batista de Toronto, e foi convidado pelo blogueiro Tim Challies para escrever sobre sua experiência com a evangelização de homossexuais.

postado por: Hadassa Ben HaShem

domingo, 27 de maio de 2012

sábado, 26 de maio de 2012

Avivamento transforma a vida de muitos israelenses

Há em Israel, por volta de 120 congregações e entre 10 e 15 mil judeus que creem em Jesus 
Yad-Hashmona, um povoado a pouco mais de 16 km de Jerusalém onde só vivem Judeus messiânicos,
 isto é, que creem em Jesus como Messias/salvador.


Avivamento transforma a vida de muitos israelenses
Informações divulgadas pela agência de notícias CBN revelam que a comunidade judaica em geral tem se mantido cada vez mais aberta para compreender quem realmente é Yeshua (Jesus). Embora ninguém saiba exatamente quantos judeus messiânicos vivem em Israel, acredita-se que há 120 congregações e entre 10 e 15 mil judeus que creem em Jesus. Há mais de 10 anos, eram 350 crentes e 80 congregações.
“Creio com todo meu coração que, após voltarmos para esta terra, agora podemos ver o Senhor, o Espírito Santo, tirando o véu dos olhos dos judeus e cada vez mais estão passando a refletir a respeito, e dizem: ‘Um minuto… Jesus era judeu, talvez Ele era o Messias e nós o perdemos’”, diz Avi Mizrachi, que é pastor em Tel-Aviv.
Ayelet Ronen, uma judia messiânica diz que “quando Jesus veio, quando Yeshua veio, Ele veio para falar para o nosso povo. Ele caminhou na nossa terra, Ele falou a nossa língua nas nossas sinagogas, Ele realmente veio por nós!”.
A família Ronen vive em Yad-Hashmona, um povoado a pouco mais de 16 km de Jerusalém onde só vivem judeus messiânicos (que creem Jesus) – o que para eles é algo normal -, celebram as festividades judaicas, circuncidam seus filhos, respeitam o sábado e servem no exército. Por mais que tenham uma vizinhança messiânica, eles também convivem com o restante da sociedade israelense.
Quanto aos judeus messiânicos, podemos constatar na bíblia algumas passagens que comprovam a sua presença nos tempos bíblicos:
“E, ouvindo-o eles, glorificaram ao Senhor, e disseram-lhe: Bem vês, irmão, quantos milhares de judeus há que crêem, etodos são zeladores da lei (perceba que foi motivo de regozijo).” Atos 21:20
“E crescia a palavra de Deus, e em Jerusalém se multiplicava muito o número dos discípulos, e grande parte dos sacerdotes (note que eles permaneciam exercendo a sua função no judaísmo) obedecia à fé.” Atos 6:7
Os Ronens muitas vezes são considerados missionários – uma palavra considerada ofensiva em Israel -, mas eles insistem que não, declarando que compartilham a sua fé com quem desejar escutá-la e que jamais dizem que os outros “deveriam mudar”.
“Jesus disse que somos sal, devemos estar lá fora, e para brilharmos não podemos nos esconder”, confirma Daniel Ronen.
Com a recente onda de perseguição aos judeus messiânicos, a mídia passou a enfocar mais na questão. E pela primeira vez estão dizendo algo, inclusive, favoravelmente.
Os judeus norte-americanos Eddie e Jackie Santoro se tornaram messiânicos nos anos 70. “Eu disse: ‘Jesus, não sei se tu és real ou não, mas se estás aí, podes ter a minha vida, pois é tua e não minha’”, disse Eddie.
Asher Intrater, líder messiânico em Israel, conclui dizendo: “uma das nossas declarações-chave está em Romanos 11 e diz que todo Israel será salvo. Estamos focados não só no crescimento do Corpo de Cristo aqui, mas no retorno de Yeshua e que o Seu reino se estabeleça aqui na Terra”.

FONTE: CBN e Gospel +
Postado por: Hadassa Ben HaShem

SHAVUOT = PENTECOSTE: UMA FESTA QUE UNE JUDEUS E CRISTÃOS



Inicia-se esta noite, após o pôr do sol, a festa judaica do Shavuot, ou das Semanas, ou dos Primeiros Frutos. Amanhã, Domingo, os cristãos também celebram pelo mundo fora a Festa do Pentecoste, ou o "50º dia".
Pensa-se muitas vezes que a festa judaica do Shavuot e que a festa cristã do Pentecoste têm pouco ou nada em comum. Nada podia estar mais longe da realidade. As 2 festas são realmente na mesma data, a mesma celebração, apesar das variadas tradições e uma extensiva interpretação feita do lado cristão.
Até mesmo o nome Pentecoste (literalmente, no grego: "o 50º dia") é uma referência a um dos elementos chave do Shavuot: a contagem dos 50 dias a partir da Páscoa judaica, conhecido no mundo judaico como "contagem do omer". Tal como o Shavuot ocorre 50 dias após a Páscoa, o Pentecoste é também contado exactamente 50 dias depois da Páscoa.
O tema do Pentecoste é também um tipo de extensão do tema do Shavuot, que é uma celebração da dádiva da Torah (Palavra de Deus) a Moisés, no Monte Sinai.
Os cristãos acreditam que Jesus é a "Palavra encarnada" (João 1:14) e que o Pentecoste é o momento seguinte à morte e ressurreição quando essa Palavra foi espiritualmente implantada nos corações dos Seus seguidores.
Faz então algum sentido os cristãos celebrarem a festa bíblica do Shavuot juntamente com o Pentecoste?
Claro que sim! O povo judeu e cristão pode estar juntos na celebração da entrega da Palavra, ainda que para os primeiros signifique ainda a Palavra escrita em tábuas de pedra, enquanto que para os cristãos a Palavra já foi escrita em tábuas de carne, i.e., nos seus corações.
Mas a coincidência das duas datas é de suprema importância para os cristãos, uma vez que foi exactamente no dia da Festa do Shavuot, um Domingo (o 50º dia após o sábado da semana da Páscoa) que Deus visitou o Seu povo em Jerusalém, constituindo a Sua família espiritual, iniciando uma nova era, a "era do Espírito", em que o Espírito Santo enviado pelo Messias (em cumprimento da Sua promessa antes de partir) iria baptizar e habitar todos aqueles homens e mulheres, de todas as raças, tribos, línguas e nações, formando a Igreja, o Corpo do Messias Jesus!
Esta festa tão importante para Israel é também chamada de "Festa das Semanas", "Festa da Colheita", ou ainda "Festa das Primícias, ou dos Primeiros Frutos" (Deuteronómio 16:10), uma vez que é nesta época que os primeiros frutos da terra são recolhidos (leia-se Rute) - simbolizando os "primeiros frutos" para Cristo, a Sua Igreja, o Seu povo. A próxima festa em Israel é a Festa das Trombetas, daqui a uns 4 meses, portanto um extenso período de crescimento e colheita da seara, simbolizando o tempo em que o Espírito do Eterno Deus está semeando a Palavra (a semente de Deus) nos corações de milhões de homens e mulheres ao longo destes quase 2 mil anos, até que se ouça o "toque da Trombeta" de Deus, finalizando assim este período de sementeira e colheita, quando o Messias recolherá para Si todos os "escolhidos desde os quatro cantos da terra" e que estará para muito breve.
O judeu é assim fruto da Lei dada no Monte Sinai, mas o cristão está em vantagem, uma vez que tem a Lei implantada no seu coração, foi "visitado" pelo Espírito de Deus no Dia de Pentecoste, e aguarda o final da colheita, este longo período que antecede o regresso do Messias Jesus para recolher o Seu "fruto" dos quatro cantos da terra!
Por isso mesmo, o cristão deve orar pela salvação dos judeus (Romanos 10:1) , para que eles, que já foram privilegiados com a primeira visita do Eterno Deus no Monte Sinai, possam agora também receber a visita do Altíssimo ao Monte Sião, o lugar onde a nossa história comum se iniciou!
A primeira Igreja (conhecida como: "Igreja primitiva") era composta exclusivamente de judeus, mas logo se expandiu por todo o mundo conhecido de então. Foi em Jerusalém que ela se reuniu nos primeiros anos. Foi sobre Jerusalém que a bênção veio sobre os judeus. Foi em Jerusalém que a Igreja nasceu.
O cristão e o judeu nascido de novo, o "judeu messiânico" (crente no Senhor Jesus como Messias) podem então celebrar juntos o aniversário do seu nascimento comum, na Igreja, o Corpo do Messias, agora composto de ambos os povos, sem barreiras nem distinções.
Se há então uma festa que o cristão deve celebrar é o aniversário da Igreja, nascida há quase 2 mil anos em Jerusalém, no coração dos judeus e agora uma dádiva do Eterno Deus à humanidade!
Shalom!

Fonte: BLOG SHALOM ISRAEL

Transformação / Chamado / Missão




"o que EU quero ver é a JUSTIÇA correndo como um rio. Quero ver uma correnteza de justiça e retidão" Amós 5:24

Essa é a nossa Missão
Esse é o nosso Chamado
E o tempo é AGORA.... 



Que saiamos do nosso comodismo, apatia, e da mornidão de apenas pensar, debater e reunir.
Como disse Jesus: "Quando fizeste a um destes meus pequeninos irmãos. fizeste a MIM."
REJEITAMOS nosso messias (Senhor Jesus) quando vivemos no conforto do comodismo,
na mornidão da nossa apatia e no prazer em gastar a vida (que não é mais nossa) apenas
em conversas, debates e reuniões.

Por Hadassa  Ben HaShem

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Arte da sobrevivênvia num clima hostil para as demais



Quando falamos sobre uma planta que é conhecida por crescer de forma selvagem em Israel e ser especialista na arte da sobrevivênvia num clima hostil para as demais, estamos falando do dente-de-leão-persa. E por incrível que pareça, pesquisadores do Instituto Volcani de Israel perceberam que, ao realizarem análises microscópicas, podiam encontrar uma estrutura celular com o formato da estrela de Davi (confira na imagem acima).
Nos meios botânicos, essa espécie é conhecida como “planta da ressurreição”, já que sobrevive sem água e “desperta” quando volta a chover, afirmou a Dra. Rina Kamenetsky. Segundo ela, isso “é algo realmente simbólico” e é uma estrutura nunca antes vista em outras membranas celulares vegetais, é uma raridade.
Agora, qual a relação da planta com a própria nação israelense? Diante desse ponto de interrogação temos algumas respostas por Norbert Lieth, que faz parte da obra missionária Chamada da Meia-Noite, em sua sede na Suíça, e é autor de diversos livros voltados à Palavra Profética.
Quanto ao clima inóspito, no qual condições extremas assolam essa espécie, Norbert acredita que “essa planta é uma ilustração maravilhosa da resistência de Israel! Os judeus viveram e vivem em um clima hostil. Durante a Diáspora (Dispersão), em perseguições, sofrendo desprezo e rejeição, e mesmo depois de sua volta à própria terra, eles sempre estiveram cercados de inimigos, de ódio e guerras”, mas mesmo assim “sobreviveram e floresceram”.
“Qualquer outra nação que estivesse dispersa durante quase dois mil anos por todos os continentes e exposta a um clima tão adverso não teria sobrevivido nem conservado seu idioma, sua cultura e sua identidade nacional. Mas o povo de Israel é diferente – ele sobreviveu, ele vive e viverá. Israel é um milagre!”, afirma Norbert Lieth.
Ao retomar as palavras da Dra. Rina Kamenetsky, o integrante da Chamada da Meia-Noite relaciona a raridade e a surpresa dos cientistas a um versículo bíblico: “Quem jamais ouviu tal coisa? Quem viu coisa semelhante? Pode, acaso, nascer uma terra num só dia? Ou nasce uma nação de uma só vez? Pois Sião, antes que lhe viessem as dores, deu à luz seus filhos” (Isaías 66:8).
De acordo com Norbert Lieth, a fidelidade de Deus com Israel permanece e a aliança divina com o seu povo é perpétua, afirma ao citar Jeremias 33:25-26: “Assim diz o Senhor: Se a minha aliança com o dia e com a noite não permanecer, e eu não mantiver as leis fixas dos céus e da terra, também rejeitarei a descendência de Jacó e de Davi, meu servo, de modo que não tome da sua descendência quem domine sobre a descendência de Abraão, Isaque e Jacó; porque lhes restaurarei a sorte e deles me apiedarei”.
Para finalizar, ele declara que que a estrela de Davi não tem origem ocultista, “ela já aparece na criação, e o próprio Deus a formou, colocando-a em uma flor e enfeitando o núcleo de cada floco de neve. Mesmo que muitos usem esse símbolo para fins ocultos, isso não deve nos perturbar. Para nós a estrela de Davi é mais uma referência à fidelidade de Deus para com Seu povo Israel. Quando Balaão pretendia amaldiçoar o povo judeu, mas pela vontade de Deus foi obrigado a abençoá-lo, profetizou: ‘Vê-lo-ei, mas não agora; contemplá-lo-ei, mas não de perto; uma estrela procederá de Jacó, de Israel subirá um cetro que ferirá as têmporas de Moabe e destruirá todos os filhos de Sete’” (Nm 24.17).

Gnoticias e Norbert Lieth (chamada da Meia Noite)

sexta-feira, 13 de abril de 2012

BATIZE MEU CORAÇÃO!



Gente... Já ouvi muitos comentários tentando explicar esta música.

Já ouvi "traduções" que estão mais para paródias, de tão longe do contexto original estão!
Mal podem ser chamadas de tradução ou versão. Pois quase carregam apenas o mesmo nome!
Encontrei este comentário, que acredito explicará bem melhor a letra da musica.
Leia o texto, e em seguida a letra da Baptize my heart, da Misty Edwards.
Acredito que você nunca mais conseguirá ouvir/cantar esta música como antes!!!


Creio que a Baptize My Heart terá mais sentido!


Olá pessoal, eu não poderia deixar de compartilhar algo que a Misty Edwards conta na sua pregação Prophetic Oracles (em breve disponibilizarei aqui). O que eu quero contar é o sonho que ela teve. UM SONHO MACABRO! Mto de Deus. Contarei de acordo com o que entendi (já que meu ingles não é lá pra tanta coisa).


Ela sonhou que estava numa construção e lá estava tendo uma reunião. Quando ela olhava para as pessoas via que tudo estava sendo feito de forma automática, adoração mecânica e por aí vai. Ela foi ficando incomodada, irritada. Até que começou a dar uns barulhos estranhíssimos (ela fazendo o som, eu imaginei q fosse do tipo SIRENE em guerra, sabe?). Dae ela foi ficando mais desesperada, e saiu correndo daquele lugar, e com ela foram algumas pessoas também. Mas a maioria continuou o "culto mecânico" por lá.


Quando eles já estavam na rua, correndo desesperadamente e falando: "EU ODEIO ISSO, eu ODEIOOO", ela ouviu um estrondo enorme! Quando olhou para trás, viu que uma bomba atômica havia detonado o lugar da tal reunião. Foi aí que eles pararam de correr, atônitos! E quando olharam para cima, viram um leão correndo desde o céu, um leão que parecia um cordeiro mas tinha rosto de homem! E Ele vinha correndo galopando pelo céu.


Dae ela disse que ficou super confusa, porque viu que o Leão era o motivo, era a fonte da explosão! E ela perguntou pro Leão: "Senhor, o que está acontecendo? ?" Ele virou para ela, com olhos de FOGOOO, e bradouuu em alta voz em seu coração: "COMO vcs podem falar PAZ, PAZ, QUando NÂO EXITE PAAAZZZ!!!! Bem aventurado SERÁ VC se não ficar ofendidaaa!! " E repetiu "COMO PODEM DIZER PAAZZZ, senão há paz!! FEliz é vc se não ficar ofendidaaa!"Dae ela toda trêmula disse: "Senhor, eu não ficarei ofendidaaa!! " e perguntou: "E agora o que eu devo fazer??"O Senhor virou pra ela novamente e berrou: "CANTEEEE SIÂO!! CANTEEE! CANTEEE SIÂO!!! CANTEEEEEEEE! !!!


"foi quando ela acordou, TREMENDO e CHORANDO todaaa. E disse q seu quarto tava com aquela Presença do Espírito pesaaaado! e na pregação ela fala isso:
que tudo o que pode ser abalado DEUS VAI ABALAR! E bem aventurados são aqueles que não ficarem ofendidos com isso!
Baptize my heart with your fire JesusI DON'T WANNA BE OFENDED WHEN IT'S ALL COMING DOWNNNN![eu não ficarei ofendido quando isso tudo cair (ou ruir)]
Para ajudar no entendimento do "CANTE SIÂO"..
na msma pregação ela fala do canto sincero, cantar não por outro motivo a não ser pela gratidão, pelo abandono de si e pelo conhecimento dEle. O CANTO DE SIÃO!
Não sei o que vcs acham a respeito.... mas eu TENHO VISTO e em partes estou mtas vezes ofendido com Deus pq Ele tá mechendo em TUDO, tá botando fogo de provações em todas as áreas. Abalando até aquilo que para a gente é o CERTO, é o VERDADEIRO.Deus vai abalar, para que sobre apenas o INABALÀVEL!
Q nenhum de nós venha ficar ofendido!

Batize meu coração

I can hear the song of the Creator as He sings over His creation
Eu posso ouvir o som do Criador enquanto Ele canta sobre Sua criação
I played the flute for You...did You dance?
Eu toquei a flauta pra vocês, vocês dançaram?
I sang the wedding song over You ... were You romanced?
Eu cantei a canção do casamento sobre vocês, vocês se enamoraram?
I played the funeral song and told You my judgments were coming did you lament?
Eu toquei a canção do funeral e disse pra vocês que meus juízos estavam vindo, vocês se lamentaram?
For even children know when to dance!
Pois até mesmo as crianças sabem quando dançar!
Even children know the sound of the wedding
Até crianças conhecem o som do casamento
Even children know when to repent
Até as crianças sabem quando se arrepender
At the sound of the funeral they lament!
Ao som do funeral, elas lamentam!
Baptize my heart with Your fire, Your desire
Batiza meu coração com Teu fogo,Teu desejo
I don't want to be offended, I don't want to be offended
Eu não quero ficar ofendido, Eu não quero ficar ofendido
I don't want to be offended when it's all coming down
Eu não quero ficar ofendido quando tudo vier abaixo
I pledge my allegiance to Jesus
Eu prometo fidelidade a Jesus
I pledge my allegiance to the Lamb
Eu prometo fidelidade ao Cordeiro


Por: Luiz Hissashi