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domingo, 27 de maio de 2012

sábado, 26 de maio de 2012

SHAVUOT = PENTECOSTE: UMA FESTA QUE UNE JUDEUS E CRISTÃOS



Inicia-se esta noite, após o pôr do sol, a festa judaica do Shavuot, ou das Semanas, ou dos Primeiros Frutos. Amanhã, Domingo, os cristãos também celebram pelo mundo fora a Festa do Pentecoste, ou o "50º dia".
Pensa-se muitas vezes que a festa judaica do Shavuot e que a festa cristã do Pentecoste têm pouco ou nada em comum. Nada podia estar mais longe da realidade. As 2 festas são realmente na mesma data, a mesma celebração, apesar das variadas tradições e uma extensiva interpretação feita do lado cristão.
Até mesmo o nome Pentecoste (literalmente, no grego: "o 50º dia") é uma referência a um dos elementos chave do Shavuot: a contagem dos 50 dias a partir da Páscoa judaica, conhecido no mundo judaico como "contagem do omer". Tal como o Shavuot ocorre 50 dias após a Páscoa, o Pentecoste é também contado exactamente 50 dias depois da Páscoa.
O tema do Pentecoste é também um tipo de extensão do tema do Shavuot, que é uma celebração da dádiva da Torah (Palavra de Deus) a Moisés, no Monte Sinai.
Os cristãos acreditam que Jesus é a "Palavra encarnada" (João 1:14) e que o Pentecoste é o momento seguinte à morte e ressurreição quando essa Palavra foi espiritualmente implantada nos corações dos Seus seguidores.
Faz então algum sentido os cristãos celebrarem a festa bíblica do Shavuot juntamente com o Pentecoste?
Claro que sim! O povo judeu e cristão pode estar juntos na celebração da entrega da Palavra, ainda que para os primeiros signifique ainda a Palavra escrita em tábuas de pedra, enquanto que para os cristãos a Palavra já foi escrita em tábuas de carne, i.e., nos seus corações.
Mas a coincidência das duas datas é de suprema importância para os cristãos, uma vez que foi exactamente no dia da Festa do Shavuot, um Domingo (o 50º dia após o sábado da semana da Páscoa) que Deus visitou o Seu povo em Jerusalém, constituindo a Sua família espiritual, iniciando uma nova era, a "era do Espírito", em que o Espírito Santo enviado pelo Messias (em cumprimento da Sua promessa antes de partir) iria baptizar e habitar todos aqueles homens e mulheres, de todas as raças, tribos, línguas e nações, formando a Igreja, o Corpo do Messias Jesus!
Esta festa tão importante para Israel é também chamada de "Festa das Semanas", "Festa da Colheita", ou ainda "Festa das Primícias, ou dos Primeiros Frutos" (Deuteronómio 16:10), uma vez que é nesta época que os primeiros frutos da terra são recolhidos (leia-se Rute) - simbolizando os "primeiros frutos" para Cristo, a Sua Igreja, o Seu povo. A próxima festa em Israel é a Festa das Trombetas, daqui a uns 4 meses, portanto um extenso período de crescimento e colheita da seara, simbolizando o tempo em que o Espírito do Eterno Deus está semeando a Palavra (a semente de Deus) nos corações de milhões de homens e mulheres ao longo destes quase 2 mil anos, até que se ouça o "toque da Trombeta" de Deus, finalizando assim este período de sementeira e colheita, quando o Messias recolherá para Si todos os "escolhidos desde os quatro cantos da terra" e que estará para muito breve.
O judeu é assim fruto da Lei dada no Monte Sinai, mas o cristão está em vantagem, uma vez que tem a Lei implantada no seu coração, foi "visitado" pelo Espírito de Deus no Dia de Pentecoste, e aguarda o final da colheita, este longo período que antecede o regresso do Messias Jesus para recolher o Seu "fruto" dos quatro cantos da terra!
Por isso mesmo, o cristão deve orar pela salvação dos judeus (Romanos 10:1) , para que eles, que já foram privilegiados com a primeira visita do Eterno Deus no Monte Sinai, possam agora também receber a visita do Altíssimo ao Monte Sião, o lugar onde a nossa história comum se iniciou!
A primeira Igreja (conhecida como: "Igreja primitiva") era composta exclusivamente de judeus, mas logo se expandiu por todo o mundo conhecido de então. Foi em Jerusalém que ela se reuniu nos primeiros anos. Foi sobre Jerusalém que a bênção veio sobre os judeus. Foi em Jerusalém que a Igreja nasceu.
O cristão e o judeu nascido de novo, o "judeu messiânico" (crente no Senhor Jesus como Messias) podem então celebrar juntos o aniversário do seu nascimento comum, na Igreja, o Corpo do Messias, agora composto de ambos os povos, sem barreiras nem distinções.
Se há então uma festa que o cristão deve celebrar é o aniversário da Igreja, nascida há quase 2 mil anos em Jerusalém, no coração dos judeus e agora uma dádiva do Eterno Deus à humanidade!
Shalom!

Fonte: BLOG SHALOM ISRAEL

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Evangélicos Canadenses Pedem Perdão aos Judeus


Por: Reuven Doron

 Enquanto ondas escuras de espíritos anticristãos e anti-semitas percorrem o segundo céu, ansiosamente tentando amarrar as nações com cordas malignas de
engano, rebeldia e ira, o Espírito de Deus está preparando um “golpe antecipado”,
chamando-nos a desfazer esta estratégia demoníaca através de atos
de verdadeiro arrependimento e fé. Antes do grande e assombroso Dia do Senhor 
e do juízo final das ações, Deus está concedendo a todos os grupos
étnicos uma outra oportunidade de se humilharem e voltarem a ele, dando frutos de arrependimento ao mesmo tempo que reconhecem seu pecado histórico
contra Israel, e sua falha de abraçar a palavra de Deus e honrar o Corpo do Messias.
(Noiva reconheça o tempo q estamos vivendo em DEUS: Dias de Expiação,
e vivamos esta oportunidade com toda intensidade)
 

Uma dessas nações, que está se levantando como exemplo às demais, é Canadá. 
Uma reunião de reconciliação e cura aconteceu no mês de novembro
de 2000, e a história que a originou é esta a seguir.

Em maio de 1939, o navio St. Louis zarpou de Hamburgo, na Alemanha, 
com destino a Havana, Cuba, com quase 1.000 refugiados judeus a bordo, fugindo
da perseguição nazista. Despojados de possessões e
afugentados de seus negócios, lares e pátria, seus bens mais valiosos agora
eram seus vistos de entrada em Cuba, que representavam sua esperança
para uma vida nova e segura.

Entretanto, devido à corrupta administração de imigração de Cuba, 
estes dispendiosos documentos logo se provaram inúteis. Quando o St. Louis chegou
em Havana, o governo cubano se recusou a reconhecer
os vistos, e a despeito de clamorosos protestos da comunidade judaica internacional,
foi lhes negado asilo.
Começou- se a buscar freneticamente um abrigo alternativo, mas as portas do mundo
estavam fechadas.

Enquanto as nações latino-americanas e os Estados Unidos se fizeram de cegas
uma última esperança ficou no Canadá. Mas o diretor de imigração
canadense, Frederick Blair afirmou: “Nenhum país poderia abrir suas portas a ponto
de receber as centenas de milhares de judeus que querem sair da
Europa; a linha terá de ser traçada em algum ponto!”

A linha foi traçada exatamente naquele ponto, e Canadá endureceu seu coração,
apagando assim a última esperança de um abrigo seguro para os
viajantes exaustos. De coração partido, rejeitados e abandonados por todos,
estes judeus “forasteiros” foram obrigados a voltar para a Europa nazista,
onde a maioria pereceu no holocausto.

Seguindo o princípio intercessório de 2 Crônicas 7.14: “Se meu povo…”, Deus
despertou a igreja canadense para se arrepender do seu silêncio em
1939, a fim de poder visitar a nação, e abençoá-la com sua presença como
exemplo para as outras nações.
Uma campanha nacional foi desenvolvida por todas as igrejas canadenses 
desde o ano passado, resultando em arrependimento sincero e profundo e
um genuíno desejo por reconciliação com os irmãos judeus rejeitados.

Enquanto se oferecia arrependimento a Deus pelo pecado raiz de anti-semitismo,
os cristãos canadenses puderam testemunhar num paralelo
espantoso e imediato, como o Primeiro Ministro Jean Chrétien se tornou o primeiro
chefe de estado canadense a visitar um campo de concentração
nazista (Aus- chwitz). Lá ele pronunciou uma proclamação entre lágrimas de “nunca mais”,
e depois seguiu para uma visita oficial a Israel.

Nos dias 4 e 5 de novembro passado, uma reunião histórica foi realizada em Otawa,
Canadá, com vinte e cinco sobreviventes do navio St. Louis, e vinte
dos seus cônjuges. Cristãos canadenses representando todas as regiões 
da nação deram boas vindas aos sobreviventes depois de sessenta e um
anos de culpa e silêncio,
oferecendo-lhes seus corações e pedindo perdão.

Líderes chaves do governo canadense e da comunidade judaica
participaram, e eu também, como representante dos judeus messiânicos de Israel.

Como se pode imaginar, estes sobreviventes, a maioria dos quais são idosos e frágeis,
tiveram de passar por uma batalha de alma nos meses anteriores,
enquanto os líderes cristãos canadenses os procuravam e com mansidão 
tentavam convencê-los da credibilidade e sinceridade do seu propósito.

Para a maioria deles, a igreja cristã era na melhor das hipóteses uma comunidade distante
e indiferente, e na pior delas um dos culpados da sua perseguição nazista.
Entretanto, durante os meses anteriores à reunião, depois de vários contatos
com estes cristãos genuínos, estes sofridos e idosos
judeus passaram de ceticismo a este estranho fenômeno cristão, para
uma verdadeira expectativa positiva.

Há um remanescente no Canadá, cada vez maior, que espera em Deus que a igreja
lá se torne um lugar de sua habitação, a fim de poder cumprir com seu
destino. E viram que o arrependimento deste pecado
fundamental do anti-semitismo é uma das chaves para caminhar nesta direção.

Pela primeira vez na história da igreja do Senhor Jesus, de acordo com meu 
conhecimento, uma representação nacional do Corpo do Messias assumiu
responsabilidade coletiva pela falha daquele país
em [não] andar junto com o povo judeu na sua dolorosa jornada de volta para o plano de Deus.

Nunca houve um arrependimento demonstrado de tantos para um
grupo tão pequeno, e nunca se buscou reconciliação e a obteve nesse nível.

Obviamente, não foi um processo simples. Como se pode espremer
sessenta e um anos de vergonha e rejeição em um final de semana?
Somente pela ajuda de Deus.
A história do navio foi contada, ouvida e acreditada. O pecado nacional foi reconhecido
e houve arrependimento por parte de autoridades civis e religiosas. O Espírito de graça e compaixão estava sobre nós todos, conduzindo o milagre, até
que o perdão fosse concedido e plenamente expresso e os corações fossem reconciliados.


Alguém perguntou: “Por que estamos fazendo tudo isso?” E a resposta foi:
“Por causa das crianças, para o mundo de amanhã. Para que os pecados dos
pais não tragam a maldição de vergonha e culpa
sobre as crianças do Canadá, enquanto crescem e procuram servir ao Senhor.
E para que o peso de amargura e rejeição não persiga as crianças judias
ao viverem o legado deixado pelos sobreviventes do St. Louis.”

A seguir alguns trechos de uma carta de Helen & Jules Wallerstein,
sobreviventes do St. Louis, e participantes da reunião de reconciliação:

Queridos amigos,
Meu marido e eu precisamos elogiar a todos que fizeram do final de semana
de 4 e 5 de novembro um dos mais memoráveis que já tivemos. Estávamos,
(principalmente eu) muito reservados sobre ir a este evento.
Há tantos fatores envolvidos.
Mas achamos que todos estavam sinceros, amorosos e desejosos de ajudar
o povo judeu.
Deram-nos esperança que sinceridade e amor ainda existem.
A reunião do sábado à tarde continuou a inspirar em nós admiraçao por vocês.
Seus sentimentos de complexidade em tratar de Deus, e buscar por uma
resposta… vocês definitivamente têm um chamado de Deus,
 Sinceramente oramos para que suas palavras alcancem uma multidão de pessoas,
e que haja fruto.

Simpatizamos com o povo do Canadá e seus sentimentos de culpa por não
ter deixado o St. Louis atracar no seu território. Perdoamos a nova
geração. Não são responsáveis pelos pecados e atos
de seus antepassados. Muitas pessoas pereceram
porque não houve suficiente preocupação por parte dos países sobre o destino
do povo judeu, ate mesmo por parte da minha amada pátria, os Estados Unidos.
 
A reunião final do domingo à noite mal pode se descrever. Quando entramos,
ao som do shofar (trombeta hebraica feita de chifre de carneiro),
tocando seu som penetrante, e vimos as pessoas de
ambos os lados do auditório, parecia que haviam
 mil pessoas, quando na realidade só havia 360.

Os aplausos me deram arrepios dos dedos dos pés ate o couro cabeludo.
Ficamos esmagados. As lágrimas correram pelas faces.
Jules ficou estático. Pensei: ‘Meu Deus, este povo realmente se importa.’
Nos fez sentir humildes além da capacidade de expressar.
As palavras pronunciadas pelos dois representantes do clero, e
pelos dois índios nativos, trouxeram mais lágrimas.

Seu país precisa de cura, e sinceramente esperamos que este maravilhoso início
de jornada possa ajudar.

Conforme entendemos a palavra de Deus, este evento poderá trazer dois resultados:

1. Enquanto Deus continua a falar com as nações, chamando-as a si mesmo
e dando oportunidade antes da vinda do juízo final, a restauração do “elo
judaico” é uma parte essencial deste chamado.

Arrependimento e reconciliação com o povo judeu precisa acontecer se quisermos
o genuíno derramamento do Espírito de Deus a nível nacional,
curando e reavivando as famílias da terra. Creio que este acontecimento, embora
só tenha ocorrido em um país e de forma embrionária, pode ser uma porta
que outras nações podem encontrar e entrar a fim de obter favor divino
antes dos juízos vindouros(Noiva reconheça o tempo q estamos vivendo em DEUS:
Dias de Expiação, e vivamos esta oportunidade com toda intensidade).

2. Cada vez que um pecado histórico contra a nação dos judeus é reconhecido, 
e que houver arrependimento dele, e cada vez que o povo judeu
perdoa seus opressores, uma grande pedra de tropeço
está sendo retirada do caminho que levará ao encontro inevitável com seu Messias
.

Todas as nações atuais que existem há mais de um século,
abrigam algumas sementes anti-semíticas e sentimentos antagônicos e zombadores
em relação à nação dos hebreus.
Oro para que a igreja em muitas nações receba esta revelação e desperte 
seu povo ao chamado de Deus para arrependimento e reconciliação
com a primeira nação de Deus.

Publicado na Revista Impacto- Edição 14 

Postado por Hadassa Ben HaShem
Me debulhei em Lágrimas de identificação.
E por sentir o manifestar Genuíno do Santo Espírito de D'us.
 

JACOB DAMKANI EM PORTUGAL - IX ENCONTRO NACIONAL DE IRMÃOS

sábado, 15 de outubro de 2011

Completando judeus no Messias - Outreach



Trumpet of Salvation


Escola / Discipulado Two-by-Two
Alcançando

Convidamos a todos, que tem um coração para Deus e para o Seu povo escolhido, que quer levar o Evangelho aos judeus e está disposto a ser ensinado a pregar o Evangelho àqueles que ouviram primeiro ( 2000 anos atrás), para se juntar Trumpet of Salvation of Israel. Entre em contato conosco para mais informações.

Trumpet também precisa de pessoas que podem fazer de Israel a sua casa, ou pessoas que podem vir por dois anos ou mais. Se você é um professor de Bíblia talentoso, uma pessoa verdadeiramente apaixonada que não pode deixar de ORAR e partilhar o Senhor ressuscitado com os perdidos,  tem um coração para os pobres e necessitados e  está disposto de sair e conhecer suas necessidades nas ruas,  alimentar-los e vestir-los, se você tem amor e coração compreensivo e fiel é capaz de estabelecer amizades profundas, podendo ser uma fonte de desafio, encorajamento e bênção para os perdidos, bem como para os santos, e estiver disposto simplesmente a identificar-se com Ruth, "o teu povo será meu povo e o teu Deus, meu Deus" (Rute 1:16), se a sua caminhada de fé te fez ficar verdadeiramente desejoso em render sua vida pela  causa do Messias - Gostaríamos  de ouvir isto de você.

(Por favor, não se preocupe, Nós não esperamos que você seja perfeito -. Nenhum de nós doTrumpet of Salvation é -. Mas nós esperamos que você se esforce em busca da santidade e perfeição como nosso Senhor nos pediu ).


Para nós é muito importante que os crentes gentios cumpram seu chamado de provocar ciúme em Israel , mas não queremos ser mal interpretados! Nós não encorajamos você a vir para Israel ir para as ruas e pregar o Evangelho da maneira que você faria no seu país de origem. É muito diferente  apresentar o Evangelho para os judeus do que p/ qualquer outro povo - e não apenas por causa da história da igreja. Por favor, submeta-se a um líder judeu, que possa orientá-lo e ensiná-lo a evangelizar em Israel. Por favor, não venha por conta própria, distribuindo seu material com maneiras Cristãs de pensar e conversando com os judeus da maneira que você falaria para cristãos. Isto PODE fazer tanto mal e temos certeza que você não quer fazer isso.  Em qualquer  país você se apresenta aos líderes locais, quando  quer alcançar os perdidos. Nós amaremos ensiná-lo e levá-lo para as ruas aqui em Israel.

Se você acredita, que deve estar envolvido em nosso ministério, por favor, peça a ficha de inscrição. Precisamos do formulário preenchido dois meses antes da sua VINDA. (Se necessário e possível, vamos considerar circunstâncias especiais e exceções.)
Teremos o maior prazer de lhe enviar informações detalhadas e um formulário de candidatura. Agora focamos em ir as ruas dois a dois e somos MUITO gratos por cada crente,  disposto a aceitar o desafio e participar!
Por favor, escreva-nos, nós amaríamos lhe enviar a ficha de inscrição e mais algumas informações sobre  juntar-se a  nossos esforços para alcançar Israel com o Evangelho glorioso.


Tópicos interessantes:
O Messias judeu versus o Deus cristão.
Os rabinos acreditam que Deus tem um Filho?
Se Deus nos ama tanto, por que Ele permitiu que o Holocausto ocorresse? 

ttp://www.trumpetofsalvation.org

Jacob Damkani, P.O. Box 8355, Jaffa 61082, Israel
Tel: +972-3-5181888
Email: trumpsal(at)netvision.net.il


Please where you read REQUEST: Type Discipleship  Two-by-Two (outreach)



Postado por : Hadassa Ben HaShem






domingo, 10 de julho de 2011

Direito dos judeus crerem em Yeshua Hamashia - DVDs


Agora legalmente em Israel existe o movimento Messiânico

Hoje , judeus escondem-se nos porões para  celebrar a páscoa por conta da perseguição.

Até 50 anos atrás judeus marranos em Portugal nem se casavam com não judeus marranos.
 Eles se preservaram judeus.
E alguns confessam: Sou judeu, creio em Yeshua como messias e estou disposto a morrer por ELE.

Êxodo 23: 2 diz : 
Não seguirás a multidão para fazeres mal, nem se porás numa demanda 
inclinando-se para maioria para torcer o direito.

** Isto é muito importante pois principalmente  em nossos dias , 
a opinião pública é algo muitoforte sobre nossa alma.
 E quase todos nós temos numa tendência a temer-mos a multidão (opinião dos outros).

A TORAH diz:  Não siga a multidão.
Não faça coisas para agradar a maioria!  Nada de bom vem da maioria.
Moisés chama a maioria de  povo sem direção.

Em toda a História da humanidade houve um grupo de POUCAS pessoas que foram 
contra a correnteza!!!  
Que enfrentaram a maioria , contra todas as sortes, E, estes venceram... mudaram o status quo.

SÃO OS POUCOS que mudam a opinião da maioria!

Foram OS POUCOS que se colocaram contra a correnteza  e estes mudaram a humanidade.
NUNCA é a maioria!

A maioria quer só pão e circo. Eles querem uma gratificação instantânia.   Eles anseiam por entretenimento, desejam SENTIR-SE bem agora.

Sem CRUZ só existe Holywood (Galut) !

Trutas e salmões nadam contra a correnteza.  Enquanto a multidão está indo para o inferno de skate, nós estamos escalando o monte Everest de mãos vazias. 
É difícil... é doloroso.

A Torah nos dá regras/ CAMINHOS para sermos bons para a comunidade ao nosso redor, para sermos ÚTEIS a humanidade.

Importante:  Em outubro de 2010 a causa citada por Shulam sobre  o reconhecimento
 dos  judeus Messiânicos foi levada a Suprema corte. Não  descobrimos nada sobre o resultado. 
Se algum leitor tiver contato direto com Shulam e souber como anda este processo ou tiver algum link sobre esta causa , agradecemos a colaboração.

Hadassa Ben HaShem diz:
Queridos sacerdotes estejam entre o pórtico e o altar por nossos irmãos judeus completos no Messias e pela PAZ em Jerusalém por AMOR a Palavra  e  a Deus  que a inspirou e nos deu através do Seu povo, os judeus.


















Dvds: Joseph Shulam (Netivyah - Israel) e Mateus Zandona (Ensinando de Sião - Minas Gerais)


Post de Hadassa Ben HaShem

quarta-feira, 27 de abril de 2011

É tempo de restaurar, tempo de voltar às nossas raízes.


Um apelo a você: não desista dessa visão da restauração.
A decisão de continuar firme é totalmente sua.
Este é o seu DESAFIO, não um sonho ou desejo.


Título original: A Igreja Cristã voltando para casa, um sonho ou um desafio?
Por Marcelo M. Guimarães

Em todos os meus livros, tenho repetido propositalmente uma sinopse sobre a
história da Igreja, mostrando o seu gradativo distanciamento da Igreja do Primeiro
Século, vivida por Yeshua e seus discípulos.
O grande desafio no momento, creio, é tentar restaurar a Igreja do primeiro
século, procurando saber como ela era, como funcionava, onde se reunia, o que pregava,
e como viviam Yeshua, seus apóstolos e discípulos. Além disso, qual era a relação deles
com a Torá e os livros dos Profetas?

Pessoalmente, creio que a Igreja está entrando no último período de sua história.
Primeiro, tivemos a autêntica Igreja do primeiro século; depois, esta mudou-se para
Roma, e passou a ser dirigida de lá à partir do século IV. No século XVI, tivemos a
Reforma Protestante, e agora, creio, muitos entrarão na fase da Restauração de todas as
coisas, conforme dito em Atos 3:19-21: “...Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para
que sejam apagados os vossos pecados, de sorte que venham os tempos de refrigério,
da presença do Senhor, e envie ele o Cristo, que já dantes vos foi indicado, Jesus, ao
qual convém que o céu receba até os tempos da restauração de todas as coisas, das
quais D’us falou pela boca dos seus santos profetas, desde o princípio.”

Se tirarmos uma “foto” espiritual da Igreja Cristã atual descobriremos muitos e
muitos pontos que necessitam ser repensados, se considerarmos a Igreja deixada por
Yeshua e seus discípulos como modelo a ser seguido.
A Igreja de Yeshua vivia no contexto judaico da época, fiel aos princípios da
Torá ou de todo o Tanach (chamado Antigo Testamento), quando Paulo afirmou em sua
carta a Timóteo que: “...toda Escritura é divinamente inspirada e proveitosa para
ensinar, para repreender, para corrigir, para instruir em justiça, para que o homem de
D’us seja perfeito, e perfeitamente preparado para toda boa obra.” (II Tim 3:16-17).
Na época em que Paulo escreveu este texto, obviamente não existia ainda o que
conhecemos por Novo Testamento, composto pelos quatro evangelhos, as cartas do
próprio Paulo, João, Pedro, Tiago e outros. Quando Paulo diz “Escrituras”, com certeza
absoluta estava referindo-se ao Tanach judaico.

Yeshua era e continua sendo judeu. As Escrituras são 100% judaicas, e foram
escritas segundo o contexto do pensamento judaico, tendo como base a santa Torá, um
conjunto de livros escritos pelo próprio D’us através de Moisés. Os profetas seguiram
essas mesmas instruções (Torá significa “instrução, Palavra de ensino de D’us”).
Yeshua, seus discípulos e os primeiros gentios crentes viveram também dentro deste
padrão de fé e revelação.
Não tenho aqui nenhum propósito de chocar meus irmãos em Yehsua, e tão
pouco trazer confusão, introduzindo novas doutrinas, Halila!(de modo nenhum ou D ́us
me livre desta maldição!). Absolutamente, não! Apesar de não ver a Igreja atual
vivendo integralmente nos moldes existentes do primeiro século, vejo-a cumprindo sua
missão de levar as Boas Novas às nações, segundo o “ide” de Yeshua, salvando
milhares e milhares de vidas, por meio da fé no Messias, nosso único caminho para a
salvação e a vida eterna. Portanto, vejo a Igreja Cristã como bênção e me sinto parte
deste Corpo.
Mas, com amor, carinho e respeito, gostaria de levantar alguns questionamentos
históricos sobre a Igreja da Reforma (incluindo aqui suas inúmeras ramificações e
denominações) em relação à Igreja Católica, da qual os da Reforma se separaram.

Os Evangélicos em geral, sentem-se muito confortados pela abençoada
Reforma, pela qual desligaram-se há mais de quatro séculos e meio do sistema da
Igreja de Roma; mas será que nada precisa ser mudado, em relação a este estado
de “conforto”?
Eu tenho um profundo respeito pela Igreja Católica. Eu (judeu) fui seminarista católico
por mais de seis anos. Recebi dos padres católicos uma excelente educação, eles
contribuíram muito para a minha formação pessoal e profissional, sendo instruído nos
mais altos princípios morais, sociais e mesmo religiosos, ensinaram-me, sobretudo, o
amor a D ́us e ao próximo. Tenho acompanhado as transformações do catolicismo nos
últimos 40 anos e me alegro muito com o progresso que eles tem feito no ensino da
Palavra de D ́us. Entretanto, isto não me impede que, de maneira respeitosa, eu aponte
erros e distorções históricas dela em relação à Bíblia, bem como em relação ao povo
judeu e à terra de Israel.
Sabemos que uma coisa é ser livre, e outra é ser liberto. São dois processos
diferentes, que deveriam andar sempre juntos, mas às vezes, isto não acontece na
prática. Que a Igreja da Reforma se viu livre de Roma, e aparentemente do seu sistema,
sabemos que é verdadeiro, mas como ela está em relação à autoridade de sua
antecessora? Analisemos alguns pontos, por exemplo:

1. A Igreja Católica reconhece que mudou o dia do Senhor de sábado para o
domingo, por meio de muitos Concílios como o de Laodicéia (ano 336d.C.),
após o Imperador Constantino ter pedido a “Venerablis Die Solis” (O venerável
Dia do Sol). Vários líderes da Igreja trabalharam a favor desta mudança, como
Graciano, Valentiniano, Teodósio e outros, no século IV. Depois, no século V,
o Papa Inocêncio publicou a guarda e o jejum aos domingos. O Concílio de
Orleans reforçou a mudança do sábado para o domingo, e finalmente no ano 590
d.C., o Papa Gregório solidificou para sempre o domingo como o dia do Senhor.
São inúmeros os textos bíblicos 1 que mostram a Igreja do Primeiro século
(constituída de judeus e gentios) celebrando o Shabat. Qual tem sido a opção da
Igreja da Reforma em relação a esta mudança?

2. A Igreja Católica desvinculou-se do calendário litúrgico judaico, para impor seu
próprio calendário. Ela se diz neste direito, e não temos o que discutir. Mas,
cabe a nós a decisão de segui-lo ou não. Por exemplo, os evangélicos celebram o
mesmo domingo da ressurreição definido por Roma. O fato em si não é, em
minha opinião, nem um pouco relevante. Mas, o que estou propondo à discussão
é sobre o princípio de autoridade que foi estabelecido. Para mim, a Bíblia deve
ser o nosso único padrão de fé e conduta; se a Bíblia apresenta um calendário
litúrgico que aponta para a primeira e segunda vinda de Cristo, por que, então,
não segui-lo?

3. A Igreja Católica nunca negou que o Natal foi de sua autoria. Ela fixou o dia 25
de dezembro como o dia do nascimento de Cristo. Neste dia, os romanos
celebravam também o “Natalis invicti Solis” (O nascimento do sol vitorioso).
Qual tem sido a postura da Igreja da Reforma em relação à esta celebração?
(observe que não estou preocupado com o dia do nascimento de Cristo, mas com
o princípio de autoridade de quem assim determinou);

4. O calendário civil, chamado também de Gregoriano (seguindo o sistema solar) é
universalmente seguido por todos os cristãos e no mundo; todos, sem exceção,
consideram o 1o. de Janeiro como o início do ano civil, já adotado mundialmente
como o calendário padrão de todas as nações; De modo nenhum precisamos ser
contra este calendário tão funcional, apesar de seguir o calendário judaico. Mas,
o que eu aqui pergunto é: - por que o cristão não conhece os ciclos do tempo na
base do calendário lunar e as festas bíblicas, p.ex., bem como os princípios que
elas trazem?

5. A Igreja Católica diz que a ela foram entregues as “Chaves do Reino”, quando
menciona Pedro como seu primeiro Papa. Ela, então, dentro de um conceito de
infalibilidade define o verdadeiro do não verdadeiro, o certo e o errado, pois se
vale desta autoridade firmada por tradição, que ela delegou a si mesma para
definir os princípios da fé cristã. Assim, a partir do século IV ela decretou que é
a substituta de Israel e do povo judeu. Ou seja, os judeus messiânicos (crentes
em Yeshua) deveriam se converter ao catolicismo a partir daquela data para
serem salvos, bem como, deveriam deixar de ser judeus, abandonando sua
identidade. Paralelamente, a Igreja de Constantinopla publicou sua profissão de
fé, pela qual todo judeu deveria renunciar a seus costumes, ritos, festas bíblicas,
língua, orações, etc., além de exigir um juramento do judeu converso, o qual
seria anátema caso um dia voltasse a ser judeu. Qual tem sido a posição da Igreja
da Reforma quanto a este item? Por acaso ela reconhece e aceita o chamado
irrevogável de D’us ao seu povo escolhido? Ou ela também se sente como
substituta de Israel, sob a dispensação da graça desconectada da Torá?

6. A Igreja de Roma, através do Concílio de Antioquia, proibiu os cristãos de
celebrarem a primeira festa do calendário litúrgico judaico, ou seja, a Páscoa,
pois assim, as demais festas cujas datas são contadas a partir desta primeira festa
estariam indiretamente também canceladas. A Igreja da Reforma também não
ignora o real sentido messiânico das festas bíblicas, atribuindo-as somente ao
judaísmo tradicional?

7. A Igreja Católica entende a graça de D ́us como algo do NT e sem nenhuma
conexão as leis da Torá. Como a Igreja da Reforma se posiciona quanto aos
conceitos e princípios das leis em relação à vida de um crente em Jesus? Poderia
esse crente se beneficiar dos aspectos qualitativos da Lei? Ou a ‘dispensação da
graça’ anulou estes princípios? Vemos que há um grande abismo quanto ao
entendimento do que vem ser a lei sob a forma de mandamentos, estatutos e
ordenanças. Pouquíssimas leis são captadas pelos crentes da reforma, como por
exemplo, o estatuto judaico do dízimo. Mas, e quanto às outras centenas de leis
da Torá? Por acaso, D ́us as deu só para o povo judeu se beneficiar delas? Por
acaso elas foram anuladas pela graça e agora não podem abençoar a vida de um
crente não judeu? Não seria um casuísmo ir ao AT somente para se beneficiar da
lei judaica do dízimo e da prosperidade, desconsiderando todas as outras leis?
Assim como o principio da lei do dízimo abençoa aquele que crê e o pratica,
assim também, outras centenas de leis  do AT estão disponíveis para os crentes
em Jesus. Por que a Igreja da Reforma não se atentou ainda para a importância
de tantas outras leis que preservam a graça e nos trazem da qualidade de vida?
Por que será que há tanta dificuldade da Igreja Cristã entender as leis que são
específicas para os judeus (como a circuncisão, p.ex.) das leis universais  que se
aplicam a todos?

Há muitas leis na Torá que se aplicam a todos, como as leis éticas, familiares, morais, sociais, de saúde e
higiene, trabalhistas e indenizatórias, de justiça, arrendamento de bens e muitas outras.


8. Marcião ajudou a compilar o que denominou de Novo Testamento. Depois, ele
definiu que o Tanach seria chamado de “Velho Testamento”, ou seja, livro só
para os judeus e que o Novo Testamento seria para os cristãos. Mais tarde a
Igreja Católica definiu a cronologia dos Livros da Bíblia independentemente da
tradição e do pensamento judaico. Hoje, a Igreja da Reforma continua
obedecendo aos mesmos princípios. Ou seja, as versões bíblicas da Reforma
(King James, p.ex.) segue quase o mesmo padrão da Bíblia na versão católica de
S.Jerônimo. Nessas bíblias encontra-se a terminologia “Velho e Novo
Testamentos” e ambas diferem da ordem canônica e da cronologia bíblica
judaica, além de conter vários erros de tradução quer por ignorância, quer
propositalmente.

9. A Igreja Católica definiu que o Batismo seria em “Nome do Pai, do Filho e do
Espírito Santo”. Hoje a Igreja da Reforma segue a mesma fórmula e não se deu
em conta que em nenhum lugar do Novo Testamento encontramos um apóstolo
batizando assim, exceto em Mateus 28:19, que não aparece nos manuscritos
mais antigos, conforme Eusébio de Cesaréia, em sua obra História Eclesiástica –
São várias as passagens em que vemos os apóstolos batizando em nome de Jesus
(Yeshua), como Atos 2:38;8:16;19:5; e outras passagens;

10. A Igreja Católica ao traduzir a bíblia para o latim perdeu vários sentidos das
palavras e nomes. Por exemplo, o nome de Jesus, que no latim é “Iesus”, foi a
transliteração do termo grego “Iesous”, que por sua vez é a transliteração da
palavra hebraica “Yeshua”, que quer dizer “D’us é salvação”, nome este que
consta tanto no AT como no NT. O mesmo acontece com o nome de D’us; Em
hebraico tanto o nome de D ́us como de Yeshua tem a mesma raiz ( IHV, ).
Outro exemplo, poucos cristãos sabem o que significa o acróstico AMÉM ou o
termo “Barách” que significa abençoar. No sentido hebraico “Barách” significa
conceder a alguém poder para que este que recebe a benção seja bem sucedido
e próspero. Existem inúmeros erros de tradução, frutos de desconhecimento da
língua hebraica, a começar pela alteração dos nomes dos Livros da Bíblia, como
Torá (Instrução, Ensino de D’us) para Pentateuco, de “Shemot” (Nomes) para
Êxodo; de “Bamidbar” (No Deserto) para Números, etc.



 Qual tem sido o contexto no qual a Igreja da Reforma se baseia para interpretar as Escrituras?
A cultura ocidental (européia e americana) influenciada pela cultura e pensamento
helênico tem contextualizado a bíblia em suas próprias culturas, não dando a
devida atenção ao seu contexto judaico e original.

11. A Igreja Católica afirma ser a fiel depositária da Palavra da fé. A Bíblia afirma
que “ao povo judeu foram confiados os oráculos de D’us” (Rm 9:4). E, afinal, a
Igreja da Reforma não tem afirmado o mesmo?

12. Quanto ao relacionamento Igreja e Israel, os cristãos na sua maioria têm
praticamente a mesma postura de indiferença quanto ao povo judeu.
 O conceito de que os judeus foram os assassinos de D’us (deicídio), pensamento tão

difundido na Igreja Católica durante os primórdios de sua fundação, ainda
encontra espaço no meio da Igreja da Reforma. Ainda encontramos muito anti-
semitismo no meio cristão. Os erros históricos como as Cruzadas, a Inquisição e
o Holocausto são registros que deveriam nos obrigar a rever nossos conceitos
em relação a Israel e ao povo judeu. O amor a Israel, o comprometimento com
sua salvação, bem como os investimentos feitos pelos cristãos nos últimos
séculos, têm sido insignificantes, se levarmos em conta os textos bíblicos que
solicitam à Igreja interceder constantemente pela salvação do povo judeu, bem
como ajudar os judeus (incluindo os messiânicos) de Israel com bens materiais
(Rm15:27).


Poderíamos ainda citar mais e mais tópicos (propositalmente não
mencionei o conceito trinitariano de S.Agostinho) sobre a necessidade da
Restauração nos moldes da Igreja do Primeiro Século. A grande verdade é que a
Igreja da Reforma herdou conceitos e tradições da Igreja de Roma que ainda não
foram repensados. O porquê disso é que a Igreja da Reforma não atentou ainda para
uma reconexão com Israel e seu povo. Ela ainda se vê independente de Israel,
embora seus membros em Cristo tivessem sido enxertados na “Oliveira” (Israel), ela
não consegue ter uma clareza dos ramos naturais que estão sendo re-enxertados, os
judeus messiânicos que preservam sua identidade judaica, afim de que o
cumprimento profético se conclua. Em minha opinião, a Igreja precisa entrar nesse
movimento da Restauração, que visa voltar para a casa, voltar para as raízes da fé,
para o contexto da Igreja do primeiro século, onde judeus e gentios crentes em
Cristo, constituem a única família, a família de D ́us (Ef 2:19). A Igreja hodierna
precisa voltar para a casa onde nasceu e investir na salvação de Israel. O muro de
separação entre gentios e judeus já foi quebrado conforme Efésios 2.
 O diabo sempre quis reconstruir este muro de separação, pois ele mesmo sabe que há uma
autoridade na terra, a qual nem as portas do inferno prevalecem: - a Igreja! Eu não
creio numa Igreja vitoriosa separada de Israel. Para mim não tem sentido um
arrebatamento da Igreja gentílica sem a presença de Israel salvo. A Igreja idealizada
por D ́us inclui primeiramente os judeus, depois os gentios em Cristo. D ́us em Sua
soberania fez com que os judeus estivessem cegos e surdos em relação ao Messias
Yeshua, mas por em tempo. No final, os últimos (os judeus) serão os primeiros. O
chamado irrevogável de D ́us para com Seu povo escolhido é inquestionável
(Jr31:35-37; Rm 11:29). Ele, o Messias, não voltará para implantar o Seu Reino em
Nova York ou em Paris ou mesmo em qualquer outra cidade do mundo. Ele voltará,
cremos, em breve, para Jerusalém, Israel, e o Seu povo o receberá como Rei dos
reis, conforme nos diz e confirma a Palavra.

Meu intuito não é dividir mais a Igreja Cristã, ao escrever este artigo.
Pelo contrário, meu desejo sincero é a nossa unidade. Não se trata também de
ajuntar todas as denominações cristãs numa só, não! Mas, aquilo que nos une (o
sangue do Cordeiro Yeshua, sua salvação e vida eterna) deveria falar mais alto do
que nossas diferenças. A igreja cristã deveria entender mais do seu papel quanto à
salvação de Israel e de seu povo. Deveria ver Israel e os judeus em diáspora
regressando à terra de seus ancestrais como sinais da vinda do messias Yeshua,
Israel ainda é o “relógio” de D ́us para o mundo. A igreja deveria ajudar todo judeu
e seu descendente que se converter a Yeshua a preservar ou mesmo resgatar (como
no caso dos marranos) sua identidade judaica, pois ela está conectada ao
cumprimento profético messiânico no contexto da restauração das tribos que
constituirá o povo judeu remanescente na terra de Israel, para onde o Messias
Yeshua retornará.
Agora eu gostaria de fazer um apelo a você: - não desista dessa visão da
restauração! Se a Igreja da Reforma em seus quase quinhentos anos ainda é uma
minoria em relação à Igreja de Roma, imaginemos nós da Restauração que estamos
somente algumas décadas pregando essa mensagem? Na Europa os crentes
evangélicos representam menos de 1% da população, no Brasil, 20%. Portanto, nós
da Restauração, já conseguimos muito em tão pouco tempo. O Espírito de HaShem
está soprando do mundo para Jerusalém, então, não navegue em sentido contrário.
Não atrase va olta de Yeshua. Lute e permaneça firme. Haverá perseguições,
oposições e injustiças contra nós, mas isto não é nada para D ́us. Ele é soberano para
que Sua vontade se estabeleça e prevaleça.Agora, a decisão de continuar firme nessa
visão é totalmente sua! Este é o seu desafio, não um sonho, um desejo.
Finalmente, conforme o Evangelho de João, Yeshua rogou para que nós fôssemos
um, assim como Ele e o Pai também o são, afim de que o mundo creia que Ele, o
Messias, foi enviado por parte de D’us (Jo 17:21). O Noivo espera ver sua “Noiva”
num só Corpo e numa só família, judeus (completos em Jesus) e gentios crentes (Ef 2:19). É tempo de
restaurar. É tempo de voltar às nossas raízes. É tempo de voltar para a casa. Por
isso, é tempo de reconciliar e declarar nossa unidade e as Boas Novas até aos
confins da Terra.

Maran Ata ! Seja breve sua Vinda, Senhor Yeshua Há Mashiach !


Amém = Acróstico da frase hebraica: “El Melech Neeman”, cujas primeiras letras formam a palavra.
“Amén”, Ou seja, “D’us Rei é fiel “ (para cumprir as suas promessas em minha vida). Jesus é o Amém, porque por meio Dele todas as promessas e bênçãos podem ser cumpridas na vida de um crente.
Veja II Co 1:20. (Jesus é O D'us Rei Fiel).


Importante: Amado leitor, você não precisa concordar com tudo que lê, e não se faz necessário agressões ou baixo calão em caso de discordância. O cristão pode pensar. O exercício do pensar não é pecado nem configura rebeldia. De todo coração desejo a Paz Cristo a todos.

Postado por : Hadassa ben HaShem

domingo, 17 de abril de 2011

Até a metade do séc. IV, judeus e gentios, firmados em Jesus como messias, celebravam a Páscoa na mesma data e da mema forma!


Escrito por Elhanan Ben Avraham - ISRAEL   
A Páscoa Judaica e a Páscoa Cristã

O evento histórico de um judeu chamado Yeshua que foi brutalmente crucificado pelos romanos em uma noite de Páscoa em Jerusalém no 1º século E.C., ressuscitando dentre os mortos ao terceiro dia após a sua morte, representou o evento mais importante da história da humanidade. Este evento definiu o momento da vida, dando um significado para a vida do homem, substancia para a história e profecia, derrotando a morte e nos dando a realidade da vida eterna.

Infelizmente, este evento tem sido distorcido e embaçado ao longo da história, sendo usado para infligir sofrimento e morte a muitos em nome de Jesus Cristo (ao invés de ser usado para libertar cativos das prisões do pecado para que conheçam o verdadeiro amor). Isso pode ser equiparado ao incógnito “pecado imperdoável”, e sem dúvida é uma grande tragédia. Apesar de desconhecido por muitos cristãos nos dias de hoje, os judeus sofreram por quase dois milênios grandes aflições e perseguições orquestradas por entidades cristãs baseadas no sacrifício de Cristo. Por esta razão, trazer a pessoa de Jesus (ou Yeshua) novamente à consciência do Judeu não é tarefa fácil. Assim, o fenômeno ao qual chamamos de “Restauração” é de fundamental importância, maior até do que a famosa “Reforma” em seus dias de glória. Aliás, podemos dizer até que a Restauração é a evolução natural e espiritual da Reforma. É inevitável.

O que nasceu na fé e na prática judaica, predito pelos profetas de Israel e descendente da linhagem real de reis de Judá, apresentado aos gentios por apóstolos judeus, foi DISTORCIDO e TRANSFORMADO em uma religião que em quase NADA se assemelha às suas origens. Tragicamente, um judeu não vê nenhuma semelhança entre o cristianismo de hoje e a fé bíblica para a qual ele foi chamado por D-us (Gn 12:2). Estamos vivendo no momento mais oportuno da história, pois temos a oportunidade de RESTAURAR o que foi encoberto e RETORNAR à fonte (ou, como declarado pelos reformistas – “sola Scriptura” – apenas as Escrituras). Jesus disse: “Porque vocês transgridem os mandamentos de D-us por amor à vossa tradição?” (Mt 15:3 e Mc 7:8-9). Esta palavra foi originalmente endereçada aos líderes do judaísmo da época de Jesus, mas verdadeiramente é uma palavra de “dois gumes” e deveria ser usada a qualquer pessoa em qualquer época da história onde for necessária.

O que foi padronizado no Cristianismo como “Páscoa” foi na verdade uma SUBSTITUIÇÃO da Páscoa Bíblica e judaica do nosso Senhor (Pêssach) e a Festa de Primícias (Bikurim) – Lv 23, que aconteceu no mesmo dia da ressurreição do nosso Messias. A “Páscoa” cristã foi oficializada em 325 d.C. no Concílio de Nicéia pelo imperador Constantino, o qual proclamou a nação pagã de Roma uma “nação cristã” da noite para o dia. O ódio contra os judeus os guiou para fazerem todo o possível para separarem a fé em Cristo das suas raízes Judaicas, incluindo a mudança do dia da Páscoa Judaica (14 de Nissan ou Aviv – Lv 23:5-6) para uma nova data com o intuito de não ter vínculo algum com a Festa Judaica de Pêssach, a qual eles amaldiçoaram.

Nenhum bispo Judeu foi convidado ou permitido participar deste concílio (e havia muitos bispos Judeus no seio da Igreja na época). Assim, a Páscoa Cristã foi instituída em substituição à Pascoa Judaica. Nos países de língua inglesa esta festa é conhecida como “Easter”. Este nome surgiu de uma festividade de primavera celebrada por Assírios, Babilônios (e posteriormente Celtas), em adoração a deusa Ishtar (ou Oestre no mundo nórdico). Esta era a deusa da fertilidade, daí ovos e coelhos eram usados como simbolismos. Em espanhol, francês e português (e outras línguas latinas), esta festa permaneceu conhecida como “Páscoa”, “Paque” ou “Pascha”, nomes que derivam da transliteração do termo hebraico “Pêssach” (Passagem).

E foi assim que outros elementos NÃO-BÍBLICOS (como por exemplo, a substituição do dia do senhor do Sábado para o domingo – ver os 10 mandamentos) adentraram a religião cristã por intermédio de um espírito anti-semita e anti-judaico que floresceu em pessoas como João Crisóstomo, Marcião e muitos outros chamados “pais” da Igreja, cujo background era o paganismo grego que odiava aos judeus (culminando no reformista Lutero, que apesar de sua enorme contribuição, escreveu no final de sua vida o livro “Os judeus e suas mentiras - 1543”, dando a receita que Hitler seguiria 400 anos depois). Há provas históricas que até meados do século IV d.C., os cristãos celebravam a Páscoa ou “Pascha” no mesmo dia bíblico que os judeus (Peri Pascha – Melito de Sardis – Séc II d.C.; Historia Ecclesiastica  - Eusébio – Séc IV d.C.).

Pintura "1º Concílio de Nicea" - Capela Sistina - Vaticano (nota-se, no canto inferior direito, um bispo judeu sendo impedido de participar)

Devemos nós aceitar as decisões de homens e suas tradições ou devemos aceitar a autoridade da Palavra de Deus? Agora é o momento histórico e a oportunidade de RESTAURAÇÃO tanto de Israel como da Igreja para retornarem para a pedra fundamental de Jerusalém e se desligarem de uma vez por todas de Roma. Devemos voltar às verdades bíblicas e questionarmos tradições de homens, voltando-nos para o Messias verdadeiro, que é chamado ainda hoje de Rei dos Judeus!

Não foi por coincidência que Paulo referiu-se a Yeshua como “os primeiros frutos dos que dormem” (ressuscitado dentre os mortos – I Co 15:20), pois naturalmente ele tinha em mente a Festa Bíblica de Bikurim (primeiros frutos).

Típico Sêder de Pêssach Judaico

Desejo muitas bênçãos sobre todos vocês e uma feliz celebração de Pêssach (Páscoa) e também de Primícias. E que possamos todos celebrar juntos, como Paulo ORDENA em I Co 5:7-9 “...pois o Messias, nossa Páscoa, foi sacrificado por nós. CELEBREMOS pois a Festa... com os ázimos da sinceridade e da verdade”, testemunhando que realmente Yeshua está VIVO e REINA entre nós!

Chag Pessach Sameach – Feliz Festa de Pêssach!

quinta-feira, 17 de março de 2011

Jejum de Esther por Mulçumanos e Judeus - Asher Intrater


Jejum de Esther por Mulçumanos e Judeus - Asher Intrater



A resposta ao nosso pedido para a participação no Fast Esther de 16-19 março foi tremendo. Estamos esperando um grande avanço para o Reino de Deus! (Semelhante a Ester 1:1, temos cerca de 127 nações envolvidas nesta iniciativa de oração.)
 
Você está convidado a participar em qualquer nível é adequado para você, se por 24 horas, a partir do pôr do sol quarta-feira, 16 de marco a sol quinta - feira, 17 de março, ou para um total de três dias.
  O livro de Ester narra verdadeiros acontecimentos históricos que ocorreram no quinto século antes de Yeshua (Jesus). Ela também serve como uma parábola contendo profecias sobre o fim dos tempos. Como Ester intercedeu pela salvação do povo judeu em sua época, assim é a Igreja Internacional assumiu o papel de intercessor no fim dos tempos.
Aqui estão as três diretrizes básicas para a participação que Asher descritos anteriormente:

   1. Escritura Pública de Leitura - Ler em voz alta, como uma declaração de devoção e um anúncio profético, estas três passagens:
         1. Esther capítulos 3 e 4
         2. Zacarias 12:2-3, 60-10; 13:1, 8-9; 14:1-9
         3. Romanos 9:1-5, 10:1-2, 11:1-29

   2. Jejum - no mínimo 24 horas de sol a sol apenas em água (com exceções, é claro para aqueles com necessidades especiais). Para aqueles que têm o desejo ea possibilidade de, convidamo-lo a um jejum completo de três dias, de acordo com Ester 4:16.

   3. Oração - a interceder de acordo com os temas do livro de Ester, e para enfatizar pelo menos estes sete directivas oração principal:

         1. A salvação para os povos muçulmanos
         2. A salvação para o povo judeu
         3. A reconciliação entre judeus e árabes através de Yeshua
         4. Vincular espíritos de anti-semitismo em todo o mundo
         5. Fortalecer o remanescente messiânico local em Israel
         6. Orientação para os líderes do governo de Israel e as nações
         7. Preparar a Igreja para ser vitoriosos nos eventos do fim dos tempos que antecederam a Segunda Vinda

 

Jim Maher

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Por Rose
[Jim Maher foi líder do mandato de Israel no IHOP, Kansas City. Ele também foi responsável pela participação IHOP neste rápido Esther. Essa semana ele morreu tragicamente em um acidente de moto deixando para trás sua preciosa esposa, filho e filha.]
Jim era um homem com um coração de pai, que amava sua família e os amigos tão bem. Assistindo Jim e Elizabeth interação foi como assistir a duas crianças da escola quando eles são os primeiros no amor. Jim pastoreava muitos corações e nos conduziu em adoração e intercessão doce paixão. Por causa do amor que ardia dentro dele, ele passou seus relacionamentos do edifício da força de Deus, sua família natural e espiritual e as pessoas de Israel. Sua presença na Terra, fará muita falta de todos que tiveram o privilégio de conhecer este homem, beloved grande.

 

Japão após terremoto / tsunami

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Por Ariel Blumenthal
[Ariel servido no Japão durante os últimos quatro anos, e está em contacto com os nossos parceiros de ministério, perto do centro da destruição.]
Nossos corações estão em solidariedade com o povo do Japão durante esta catástrofe. Jesus disse-nos dos terremotos e tragédias semelhantes que possam ocorrer nos Últimos Dias (Mt 24:7). Indonésia, Haiti, China, Nova Zelândia, Japão e agora da nação que está mais preparado para esses eventos. No entanto, vimos como é impressionante o poder da natureza sob a poderosa mão de Deus, e como pequeno e indefeso que estamos em face de tais forças. Vemos também o caráter de Deus dada ao povo japonês do auto-controle, serviço, dedicação, e da ordem.

         1. Ore para que o Corpo de Cristo no Japão se unir para trazer ajuda, conforto, e do Evangelho a milhões de japoneses, que, assim como toda a ilha principal do Japão foi transferida 2,4 metros, que nós veríamos uma grande mudança e avanço há muito esperado para o Evangelho naquela nação.
         2. Ore para que nossos amigos e parceiros na Igreja Cristã Taira em Iwaki, Fukushima. Eles estão em uma área de lesão enorme, e por perto para os reactores nucleares que estão em perigo. Acabamos de correio a partir deles (mais de telefones celulares) que comida, água e gasolina estão se esgotando, e não sei como essas necessidades irão chegar até eles. Ore para que os líderes, o pastor Mori e seu irmão Ikarashi e suas famílias.

 

Arad Demonstração

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[Testemunha ocular da manifestação anti-messiânica no sul da cidade de Arad esta semana]
Havia cerca de 250 manifestantes ultra-ortodoxos, ontem, em frente à casa de Polly S's. A manifestação durou cerca de 2,5 horas. No jardim de um dos vizinhos, filho de sobreviventes do Holocausto, houve uma manifestação de cerca de 30-50 pessoas, que chegaram a dizer que não gostou do que os ultra-ortodoxos estão fazendo. Eles tinham sinais em nosso favor.

 A manifestação não foi agressivo como nós pensávamos que seria, mas era muito alto: ". Am Israel Chai" 250 cantores Rabinos de fazer discursos, mensagens e gritos de "amém" ao que os rabinos estavam gritando, enquanto que os rabinos dão um zelo religioso aos seus discursos, gritando "Deus reinou, reina e reinará para sempre e sempre," enquanto as coisas que disse não teve nenhuma conexão com o Senhor ou o Seu caráter.
Em um ponto, houve uma apresentação em uma tela, feita por um "anti-missionária" do grupo, com rostos e nomes de cerca de 20 crentes em Arad. A mensagem era que nós somos os inimigos do povo judeu. Uma pessoa que conhecemos, um ex-estudante de Yeshiva, que mais tarde se tornou um crente, disse que enquanto ele estava na Yeshiva, o grupo anti-missionário entrou e mostrou um filme sobre os judeus messiânicos, no final dos quais os caras yeshiva queria nos matar.
Um dos contra-manifestantes era o principal da primeira escola de alta em Arad. Ele saiu com uma grande bandeira de Israel e gritou de raiva com os ultra-ortodoxos que estavam lá, o que naturalmente chamou a atenção imediata dos jornalistas ali, que correu para ele com suas câmeras. A demonstração inteira foi coberta pela TV israelense.




terça-feira, 2 de novembro de 2010

UM GRITO PARA O MUNDO

CARTA ABERTA A NOIVA DE CRISTO:

"A todos os cristãos verdadeiros, um apelo -> Fiquem do nosso lado, pois não conseguimos sem vocês"(Asher Intrater - Judeu completo no Messias com 100 grupos pequenos de Judeus messiânicos em Israel).

* Israel é o povo escolhido de Deus, pois foi formado por ELE para ser íntimo, conhecer Seu coração, Receber Sua Palavra e anunciar Sua Verdade ao mundo,abençoando todas as nações.
O chamado do Senhor é IRREVOGÁVEL = Romanos 11: 28-29
"... quanto a eleição, são amados por causa dos Patriarcas, porque os PRESENTES gratuitos de Deus e Seu CHAMADO são irrevogáveis. "

* Muitos de nós que com os lábios dizemos amar a Deus e Sua Verdade/ Sua PALAVRA , nos iramos quando ouvimos ou lemos que ISRAEL é a menina dos olhos de Deus e que apenas quando os judeus forem reenxertados na videira, Jesus voltará para casar com Sua noiva.Como diz a PALAVRA em Romanos 11:25.
Com os gentios alcançando o reino, o que vem acontecendo desde a declaração de Paulo (no início de sua missão entre os gentios), e contnua acontecendo até agora...os judeus messiânicos podem vislumbrar o Remanescente de Israel sendo salvo.

Graça/revelação do Messias = Ezequiel 36:24-36 / Mateus 23:37-39

* Muitos na História declararam à menina dos olhos de Deus: A Bíblia não lhes pertence! E foram negando todas as ligações com o povo do nosso Senhor e sua influência. Levantando muros de separação entre a noiva do Senhor ( JUDEUS+GENTIOS que amam fielmente Jesus; completos no Messias).
Isto vem acontecendo desde Inácio de Antioquia (+- 85 D.C.), Justino Mártir, Lutero...
O que a BÍBLIA diz sobre isto ? Romanos 9: 4-5.

* Paulo apaixonado pelo SENHOR, queimava e ardia pelo povo que era seu sangue e sangue do seu Senhor, apesar de ter sido chamado aos gentios. Seu coração ardia primeiro aos judeus (Romanos 9: 1-3).

* Deus SEMPRE teve plano para judeus + gentios juntos. WoW! A Grande Misericórdia de Deus sendo derramada / ESBANJADA sobre nós gentios!
EFÉSIOS 2: 12-15
Uma nova humanidade = um único corpo.

Meu Deus, e a teologia da substituição e transferência seletiva que aprendi??? O que faço com isto?
Parafraseando paulo: Este "mistério antes oculto, mas agora revelado a mim..."
_ Não se desesperem, VIVAM o "mistério" agora revelado!
***De TODO coração amem a menina dos olhos de Deus e dêem sua VIDA por ela!

* O plano do Pai e o objetivo de paulo = Provocar ciúmes para salvar.
Nossa responsabilidade = Demonstrar misericórdia para que recebam a graça que recebemos através da ABNEGAÇÃO dos emissários JUDEUS.
Romanos 11: 11-24 ; 30-31.
A) Somos um povo para o qual os judeus olhem e digam: Como são PUROS, amigos, doces, unidos, abençoados... Que lindo. Realmente este Jesus a quem eles servem é maravilhoso. Quero ser como eles.
Provocamos estes sentimentos na menina dos olhos de Deus?
B) Precisamos do Dia da Expiação! Precisamos do arrependimento COLETIVO.

Jesus e seus apóstolos deixaram um povo marjoritáriamente judeu que cria no messias como salvador.

* Discernindo os tempos -> A partir de 31 de maio último, 7 navios com suposta ajuda humanitária invadiram as águas israelenses. E um deles não aceitou RESPEITAR o acordo entre Israel e a ONU de que TODOS os barcos devem ser inspecionados no Porto de ASHDOD, em Israel. Aquilo que Avner Boskey escreveu em 1999 em seu livro ISRAEL A CHAVE PARA O AVIVAMENTO, deflagrou:
A maioria das nações viraram as costas a Israel, ondas de anti-semitismo estão percorrendo o globo terrestre; conspirando a EXTINÇÃO do estado judeu.

A) Uma nova invasão maquiada de "ajuda humanitária"está programada.

B) O grupo que está organizando estas "ajudas" NEGANDO-SE a respeitar o acordo de INSPEÇÃO no Porto de Ashdod em Israel, está "pedindo" a participação de 1 ou 2 navios com a BANDEIRA BRASILEIRA.

C) O governo brasileiro tem enviado milhões($) para Gaza, que é controlada pelo grupo terrorista HAMAS.

D) 2 submarinos, sendo um americano e um israelense estão em águas Iranianas monitorando o que Ammadinejad intenta fazer, desde o dia 9 de julho e, sendo monitorados por ele também:
UMA GUERRA IMINENTE

E) A extinção do Estado judeu pode acontecer com o disparo de 1 bomba de urânio enriquecido.

F) O que nós igreja sabemos?
O que buscamos conhecer?
O que estamos fazendo?

* Se não nos unirmos e nos levantarmos AGORA em amor a ISRAEL; o nosso tão querido Estado judeu pode sumir do mapa.
É uma guerra ESPIRITUAL, para mais uma vez atrasar o cumprimento dos planos de Deus para Sua noiva ( JUDEUS + GENTIOS apaixonados por Jesus juntos).

* Após discernir os tempos e conhecer/PESQUISAR a História, precisamos CUMPRIR/ praticar a tríplice comissão da igreja em relação a Israel e a vida dos judeus:
1. INTERCESSÃO pelo judeus. Por amor a Sião, a igreja não deve impedir a PAZ e por amor a Jerusalém NÃO pode permanecer em silêncio.

2. Anunciar o evangelho puro e simples ao povo judeu.

3. SALVAR A VIDA das pessoas judias. pedir a Deus estratégias para resgatar, esconder, alimentar judeus E transportá-los de forma segura para ISRAEL, caso ainda esteja de pé o ESTADO judeu.

Mulçumanos/ países antes inimigos estão se unindo com a finalidade de exterminar Israel. Israel está mais uma vez só, precisando de amigos verdadeiros.

*** sejamos os verdadeiros amigos e a família protetora da menina dos olhos de Deus(Israel/judeus) neste tempo tão delicado ***

ESCRITO por: Dani Porchat
POSTADO po: Dani Porchat