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segunda-feira, 28 de maio de 2012

Compartilhando o Evangelho num bairro LGBT

Compartilhando o Evangelho



Esta é a semana do Orgulho Gay em Toronto, e Tim¹ me pediu para escrever um post detalhando meus esforços evangelísticos na comunidade LGBT de Toronto (LGBT significa Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais). Eu apreciaria algum insight ou crítica útil que os leitores desse blog possam me oferecer, assim como suas orações.
Comecei esse ministério há dois anos, enquanto trabalhava como um interno em uma igreja do centro de Toronto. Fui informado que parte das minhas obrigações de estágio envolveria três horas de evangelismo toda semana em um café ou em um pub. Essas não eram boas notícias. Para ser honesto, eu acho esse tipo de evangelismo muito intimidador. Fazer “propaganda não-solicitada” não faz meu estilo; eu sou muito polido! Quando o pastor explicou o que ele esperava de mim, um cenário esquisito surgiu em minha mente: eu no Starbucks me aproximando de alguém que está lendo um livro e bebendo café. Eu me apresento e pergunto se posso me sentar e falar com essa pessoa. Naturalmente, ela quer saber o que pretendo, então eu imediatamente passo a falar de religião ou de Jesus, provavelmente soando como os Mórmons que apareceram semana passada em sua porta, enquanto ela jantava.
Pessoalmente (e Deus usa todas as formas de evangelização, não estou fazendo uma afirmação absoluta) eu acho esse tipo de tática abaixo do ideal. Eu não sei nada sobre essa pessoa, e ainda assim eu interrompi seu café da manhã para falar sobre o que eu quero discutir. Eu queria que meu evangelismo começasse de uma maneira melhor, mais natural; queria iniciar a discussão de uma forma que não fosse nem “rude”, nem baseada em um pretexto forçado (pedir sua opinião sobre espiritualidade, etc.). E mais: se pedi para sentar com aquela mulher, talvez ela pensasse que eu estava dando em cima dela. E, é claro, vivendo onde vivo, um homem talvez pensasse a mesma coisa. Melhor segurar logo o touro pelos chifres, pensei. Eu nunca tinha ido num café gay antes, mas eu pensei (corretamente) que alguns gays gostariam que um completo estranho se sentasse com eles e conversasse. E foi isso que decidi fazer.
O bairro gay de Toronto fica a apenas dez minutos andando de onde eu vivo. Na primeira vez que me aventurei lá, orei ao Senhor para que ele me mostrar aonde ir, o que fazer e o que dizer. Eu estava muito nervoso. Não tinha um plano. Estava certo de que veria todo tipo de coisas repulsivas, e que eu seria chutado do estabelecimento por disseminar ódio fundamentalista.  Mas eu tinha de falar ao meu pastor que havia evangelizado por três horas naquela semana, então fui adiante.
Vista do Timothy's
Vista do Timothy's
O Senhor foi à minha frente. Eu parei no primeiro café que vi, um Timothy’s, no bairro Church and Alexander. Eu descobri mais tarde que esse é o café gay de toda a área da Grande Toronto. (Veja o artigo na Wikipedia: http://en.wikipedia.org/wiki/Church_and_Wellesley). Sua clientela é composta majoritariamente por homens de meia idade. Comprei meu café e procurei um lugar para sentar. As mesas eram bem pequenas e os bancos ficavam bem próximos – perfeito para o evangelismo, embora eu tenha certeza de que essa não era a intenção original!
A comunidade gay de Toronto é bastante unida. Muitos daqueles homens se conhecem há muitos anos, e todo mundo se trata pelo primeiro nome. Alguns deles eram regulares naquele estabelecimento. Tornei-me amigo de quatro deles: A. – que tem uma severa paralisia cerebral, que o confina numa cadeira de rodas (o que não atrapalha sua vida sexual, entretanto; ele me contou que já teve centenas de parceiros); D. – uma drag queen infectada pelo vírus HIV, que foi molestada por um padre católico; J. – um funcionário público, vindo recentemente de Ottawa; e C. – que trabalha no departamento de crédito de um banco nacional. Esses homens me aceitaram como amigo e me apresentaram a outros gays, embora eles saibam que sou um cristão praticante, heterossexual e conservador, que não aprova seus estilos de vida.
Até o dia de hoje já falei com um bom número de gays – quase todos brancos e na meia-idade. Muitos deles saíram do armário depois de terem se casado e terem filhos. Por alguma razão, 85% deles vieram do contexto católico. Isto significa que muito do meu trabalho evangelístico já está fundamentado. Não há necessidade de explicar que a Bíblia tem dois testamentos, ou quem Moisés ou Abraão eram, ou convencê-los da historicidade da ressurreição; eles acreditam na maior parte disso. Descobri que é com a autoridade da Escritura que preciso me preocupar mais ao lidar com eles.
Quando conheço alguém pela primeira vez no café e me perguntam o que eu faço (o que é uma entrada natural para a apresentação do Evangelho), eles imaginam que eu devo ser um pastor batista liberal e gay, porque, afinal, o que eu estaria fazendo no café deles? (O primeiro homem com quem conversei tinha acabado de terminar com seu namorado, um pastor metodista). Começo perguntando algumas coisas. Eu os deixo falar pelos próximos 45 minutos. Pergunto sobre o emprego deles, seu contexto, a vida familiar, vida pessoal, no que acreditam, de maneira que eu possa obter um retrato da epistemologia e da cosmovisão deles. É desnecessário dizer, faço minhas perguntas de uma maneira educada, curiosa e relativamente simples, não de forma interrogativa ou formal. Homossexuais adoram conversar (pelo menos estes homens no café parecem gostar) e, em geral, as pessoas hoje gostam de discutir “espiritualidade”. Então, de maneira cuidadosa, eles inevitavelmente perguntam em que eu creio. Então lhes falo do Evangelho, começando de Gênesis 1, apresentando-lhes a narrativa e a cosmovisão bíblicas.

Tenho conseguido compartilhar o Evangelho com muitos homens nos últimos dois anos, mesmo que eu diga coisas altamente ofensivas para o estilo de vida gay – que é realmente a identidade deles. Baseio tudo que digo na autoridade da Palavra; isto é, deixo claro o que estou fazendo, que eu acredito que a Bíblia é autoritativa para todos os povos em todas as culturas e tempos, porque é a revelação autoritativa de Deus para os seres humanos. Eu insisto nisso enfaticamente. E os digo que a Bíblia me condena, e condena a todos. Ela me condena como um idólatra, alguém que é egoísta e pecador, que tem retirado Deus de sua posição e colocado a si mesmo na posição de “Dono do meu próprio nariz”. Fiz coisas em minha vida de que me envergonho, e frequentemente aquilo de que me envergonho a Bíblia diz ser meu “pecado” (tenho descoberto que aqueles homens podem entender muito bem o que é se envergonhar). Eu não  foco em sua homossexualidade (que é o que eles esperariam de mim), mas sim no fato de que eles são pecadores.
Algo comum de acontecer é eles me pressionarem e perguntarem se a prática da homossexualidade é uma expressão particular de sua disposição pecaminosa, e eu não hesitarei em dizer a eles que sim. Quando perguntado, eu digo a eles que, pessoalmente, eu teria uma posição de “viva e deixe viver” em relação à vida sexual de todo mundo, mas que minha opinião não conta em nada se Deus, nosso Criador, declarou algo diferente. Eu digo a eles que sei que pareço muito intolerante e obtuso quando os digo que são pecadores e que seus estilos de vida não agradam a Deus. Quem sou eu para dizer a outro ser humano o que fazer com base em minha própria autoridade? Então, explico que não é por minha autoridade que eu digo essas coisas. Aceitem ou não, estou completamente convencido de que a Bíblia é a revelação de Deus. Estou depositando minha alma eterna nisso. Me condena, mas eu encontrei a salvação em Cristo. E condena você. E aqui estou eu para falar sobre a salvação que encontrei em Jesus, que acredito que você precisa, que a Bíblia diz que é necessário.
hateAo apresentar o Evangelho desse jeito (que é da mesma maneira que apresento aos heterossexuais) ainda não vi ninguém irado comigo devido à minha perceptível intolerância – embora eu tenha certeza de que este dia está chegando!  De fato, ser hetero e conservador tem funcionado em meu favor, porque eles veem que eu realmente devo me importar com eles, a ponto de entrar em um ambiente onde sou um peixe fora d’água, para contar uma mensagem que sei que eles considerarão ofensiva. E eu realmente me importo com eles. Muitos deles vêm de contextos onde eles criam em alguma coisa semelhante ao que eu creio sobre a autoridade da Palavra de Deus, vêm de uma perspectiva católica, porém desde então eles “seguiram adiante”. Talvez eu seja jovem e iludido na opinião deles, mas eu sou um cara agradável e eles percebem isso, porque veem que eu os amo, e muitas vezes eles dirão: “a esse respeito nós o ouviremos outra vez”. Eles gostam do fato de eu querer ser amigo deles, mesmo que não aprove suas crenças. Acredito que isso mostra integridade e respeito; eles respeitam isso e desejam corresponder.
Faço tudo isso porque amo a comunidade LGBT. Esta é uma comunidade composta por almas eternas individuais. Infelizmente, eles são uma cultura que quase não tem contato com o cristianismo bíblico de qualquer vertente. Quantas drag queens podem contar com um cristão verdadeiro entre seus amigos? Muitas poucas, para nossa vergonha.
Eu sou o pastor de uma igreja nova no centro de Toronto e é minha oração sincera que Deus use nosso povo para impactar essa comunidade espiritualmente carente. Oro pelo dia em que travestis possam entrar pelas portas de nossa igreja e serem recebidos com sorrisos genuinamente amáveis e com amor cristão. Mas antes que esse dia possa acontecer, eles precisarão de um amigo cristão, em quem eles tenham aprendido a confiar; uma pessoa que nunca os convidaria para um lugar onde eles seriam atacados ou envergonhados publicamente; um lugar onde todos estão no mesmo nível, diante da cruz de Cristo, porque todos são pecadores; um lugar onde nenhum pecado de qualquer pessoa seja considerado mais repugnante que o pecado de outra; um lugar onde todos os pecadores possam se sentar debaixo da pregação pura da sagrada Escritura e escutar sobre o único Salvador do mundo e da salvação somente em seu nome.
Eu oro para que sejamos mais cuidadosos nisso; que enquanto a soberana graça de Deus trabalha através de suas fiéis testemunhas, a igreja, nós vejamos mais homens e mulheres homossexuais virem a Cristo.
Traduzido por Josaías Jr | iPródigo
¹ John Bell é pastor da New City Baptist Church, em Toronto. Ele estuda teologia no Seminário Batista de Toronto, e foi convidado pelo blogueiro Tim Challies para escrever sobre sua experiência com a evangelização de homossexuais.

postado por: Hadassa Ben HaShem

sábado, 26 de maio de 2012

SHAVUOT = PENTECOSTE: UMA FESTA QUE UNE JUDEUS E CRISTÃOS



Inicia-se esta noite, após o pôr do sol, a festa judaica do Shavuot, ou das Semanas, ou dos Primeiros Frutos. Amanhã, Domingo, os cristãos também celebram pelo mundo fora a Festa do Pentecoste, ou o "50º dia".
Pensa-se muitas vezes que a festa judaica do Shavuot e que a festa cristã do Pentecoste têm pouco ou nada em comum. Nada podia estar mais longe da realidade. As 2 festas são realmente na mesma data, a mesma celebração, apesar das variadas tradições e uma extensiva interpretação feita do lado cristão.
Até mesmo o nome Pentecoste (literalmente, no grego: "o 50º dia") é uma referência a um dos elementos chave do Shavuot: a contagem dos 50 dias a partir da Páscoa judaica, conhecido no mundo judaico como "contagem do omer". Tal como o Shavuot ocorre 50 dias após a Páscoa, o Pentecoste é também contado exactamente 50 dias depois da Páscoa.
O tema do Pentecoste é também um tipo de extensão do tema do Shavuot, que é uma celebração da dádiva da Torah (Palavra de Deus) a Moisés, no Monte Sinai.
Os cristãos acreditam que Jesus é a "Palavra encarnada" (João 1:14) e que o Pentecoste é o momento seguinte à morte e ressurreição quando essa Palavra foi espiritualmente implantada nos corações dos Seus seguidores.
Faz então algum sentido os cristãos celebrarem a festa bíblica do Shavuot juntamente com o Pentecoste?
Claro que sim! O povo judeu e cristão pode estar juntos na celebração da entrega da Palavra, ainda que para os primeiros signifique ainda a Palavra escrita em tábuas de pedra, enquanto que para os cristãos a Palavra já foi escrita em tábuas de carne, i.e., nos seus corações.
Mas a coincidência das duas datas é de suprema importância para os cristãos, uma vez que foi exactamente no dia da Festa do Shavuot, um Domingo (o 50º dia após o sábado da semana da Páscoa) que Deus visitou o Seu povo em Jerusalém, constituindo a Sua família espiritual, iniciando uma nova era, a "era do Espírito", em que o Espírito Santo enviado pelo Messias (em cumprimento da Sua promessa antes de partir) iria baptizar e habitar todos aqueles homens e mulheres, de todas as raças, tribos, línguas e nações, formando a Igreja, o Corpo do Messias Jesus!
Esta festa tão importante para Israel é também chamada de "Festa das Semanas", "Festa da Colheita", ou ainda "Festa das Primícias, ou dos Primeiros Frutos" (Deuteronómio 16:10), uma vez que é nesta época que os primeiros frutos da terra são recolhidos (leia-se Rute) - simbolizando os "primeiros frutos" para Cristo, a Sua Igreja, o Seu povo. A próxima festa em Israel é a Festa das Trombetas, daqui a uns 4 meses, portanto um extenso período de crescimento e colheita da seara, simbolizando o tempo em que o Espírito do Eterno Deus está semeando a Palavra (a semente de Deus) nos corações de milhões de homens e mulheres ao longo destes quase 2 mil anos, até que se ouça o "toque da Trombeta" de Deus, finalizando assim este período de sementeira e colheita, quando o Messias recolherá para Si todos os "escolhidos desde os quatro cantos da terra" e que estará para muito breve.
O judeu é assim fruto da Lei dada no Monte Sinai, mas o cristão está em vantagem, uma vez que tem a Lei implantada no seu coração, foi "visitado" pelo Espírito de Deus no Dia de Pentecoste, e aguarda o final da colheita, este longo período que antecede o regresso do Messias Jesus para recolher o Seu "fruto" dos quatro cantos da terra!
Por isso mesmo, o cristão deve orar pela salvação dos judeus (Romanos 10:1) , para que eles, que já foram privilegiados com a primeira visita do Eterno Deus no Monte Sinai, possam agora também receber a visita do Altíssimo ao Monte Sião, o lugar onde a nossa história comum se iniciou!
A primeira Igreja (conhecida como: "Igreja primitiva") era composta exclusivamente de judeus, mas logo se expandiu por todo o mundo conhecido de então. Foi em Jerusalém que ela se reuniu nos primeiros anos. Foi sobre Jerusalém que a bênção veio sobre os judeus. Foi em Jerusalém que a Igreja nasceu.
O cristão e o judeu nascido de novo, o "judeu messiânico" (crente no Senhor Jesus como Messias) podem então celebrar juntos o aniversário do seu nascimento comum, na Igreja, o Corpo do Messias, agora composto de ambos os povos, sem barreiras nem distinções.
Se há então uma festa que o cristão deve celebrar é o aniversário da Igreja, nascida há quase 2 mil anos em Jerusalém, no coração dos judeus e agora uma dádiva do Eterno Deus à humanidade!
Shalom!

Fonte: BLOG SHALOM ISRAEL

sábado, 7 de maio de 2011

ÚLTIMA mensagem do precioso David Wilkerson - Quando alguém chegou ao lugar do desespero - o fim da esperança, o fim de todos os meios


A ÚLTIMA MENSAGEM DE UM GRANDE AMIGO DE ISRAEL

Milhões de cristãos e amigos pelo mundo fora lamentam a partida do Pastor David Wilkerson num trágico acidente de automóvel na quarta-feira passada, considerando-o um "homem de Deus", sempre fiel aos seus princípios. Além de fundador da organização de ajuda e recuperação de toxicómanos "Desafio Jovem", Wilkerson era também pastor senior da Times Square Church, no coração de Manhatan, Nova Iorque, que tivemos o privilégio de visitar por diversas vezes.
David Wilkerson era também um bom amigo e defensor de Israel, estando esta nação escolhida sempre no foco das orações da Times Square Church, na sua reunião semanal de oração, tal como tivemos o privilégio de assistir há alguns anos atrás.
No passado dia 27, poucas horas antes do trágico acidente que levou Wilkerson a ser promovido à Glória e que deixou ainda sua esposa em mau estado - oremos por ela - o Pastor David Wilkerson tinha deixado no seu blog uma poderosa mensagem de ânimo e encorajamento que passo a transcrever:
"Acreditar quando todos os meios falham é extremamente agradável e aceitável para Deus. Jesus disse a Tomé: 'Creste porque viste, mas bem-aventurados os que crêm e que não viram' (João 20:29).
Bem-aventurados são os que crêm quando não há nenhuma evidência de uma resposta à oração - que confiam para além da esperança e quando todos os meios têm falhado.
Quando alguém chegou ao lugar do desespero - o fim da esperança - o fim de todos os meios. Um ente querido que está enfrentando a morte e os médicos não dão nenhuma esperança. Quando a morte parece inevitável. Quando a esperança partiu. Quando o milagre pelo qual se orou não  acontece.
É então que as hordas satânicas vêm atacar a tua mente com o medo, a raiva e aquelas avassaladoras questões: 'Onde é que está agora o teu Deus? Oraste até não restarem mais lágrimas. Jejuaste. Permaneceste nas promessas. Confiaste'.
Pensamentos blasfemos serão injectados na tua mente: 'A oração falhou. A fé falhou. Não desistas de Deus - apenas não confies mais n'Ele. Não funciona!'
Até questionar a existência de Deus será injectado na tua mente. Estes têm sido desde há séculos os estratagemas de Satanás. Alguns dos homens e mulheres mais santos que já viveram estiveram debaixo de tais ataques demoníacos. 
Àqueles que estão atravessando o vale da sombra da morte, escutai esta palavra: O choro permanecerá ao longo de algumas tenebrosas e terríveis noites - e nessa escuridão escutareis em breve o Pai a sussurrar: 'Eu estou contigo. Não te posso explicar agora os porquês, mas um dia tudo fará sentido.  Verás que tudo isso fazia parte do meu plano. Não foi por acidente. Não foi por falha da tua parte(não foi porque você não creu mais ou não orou mais como lhe, atacam injustamente). Mantém-te firme. Deixa-me que te abrace nesta hora de dor.'
Amados: Deus nunca falhou em agir na base da bondade e do amor. Quando todos os meios falham - o Seu amor prevalece. Agarra-te à tua fé. Mantém-te firme na Sua Palavra, Não há nenhuma outra esperança neste mundo."

Wilkerson era um sério amigo e apoiante de Israel. Numa entrevista a uma revista cristã em 2003, ele expressou esse apoio e o da Igreja que pastoreou nestas palavras extraídas da sua entrevista:
"...avisei o nosso presidente (Bush) de que tudo gira à volta de Israel".
"Saddam (Hussein) planeou destruir Israel, com a ajuda de outras nações árabes. Saddam Hussein é uma pessoa teimosa, e estou grato que Deus deu ao nosso presidente esta forte convicção para salvar Israel."
"...é por isso que eu apelo aos cristãos...que orem contra o anti-semitismo que ainda existe na Igreja. Quando inicialmente estabeleci a Times Square Church, Deus avisou-me que devemos permanecer sempre fiéis a Israel. E assim tenho feito."
"Leio o Corão e estou certo que este livro é falso ensino. O Islão é uma religião de destruição. Acho tão estranho que haja pregadores do Evangelho que não compreendem que Deus não quebrou a Sua aliança com Israel. Deus deu a Terra a Israel, e toda a nação que quiser destruir Israel será punida."
Respondendo ao comentário feito pelo jornalista: "O sr. tem uma grande coragem em tomar uma tão forte posição pró-Israel...", David Wilkerson respondeu: "Sou muitas vezes criticado no mundo cristão por causa disto. Mas eu sinto as ricas bênçãos de Deus sobre isto, e isso é muito mais valioso para mim."
Wilkerson era uma verdadeiro profeta de Deus. Que muitas vezes incomodava. Mas incomodar é sinal de verdadeiro profeta. À pergunta que lhe foi colocada pelo jornalista: "Depois da guerra no Iraque, Israel está mais uma vez no topo da agenda mundial. Acha que o "roadmap" (acordo de paz proposto por George Bush) tem alguma chance de trazer a paz entre israelitas e palestinianos?", David Wilkerson respondeu profeticamente (note-se que estava-se em 2003, em pleno governo Bush e com o dólar forte):
"Não! Como é que pode o Bush, que conhece a Bíblia, não ter o temor de Deus e pressionar Israel a um compromisso territorial por amor ao "roadmap"? Deus irá puni-lo por isso. O dólar irá cair, o Bush vai cair em depressão..."
"Deus prometeu proteger o Seu povo. Ele fez uma aliança e deu-lhes a Terra Prometida. Ele estabeleceu as fronteiras da nação e irá protegê-las. Não vejo uma esperança realista para a paz (entre Israel e os árabes) porque não consigo imaginar Israel a ceder os aldeamentos judaicos, tal como os árabes exigem. Os árabes também dizem que não haverá paz a menos que Jerusalém oriental se torne a capital de um estado palestiniano.
Mas isso é estritamente contra a vontade de Deus. Meu amigo: se o mundo forçar a que Jerusalém seja dividida, virá o caos. 
Por favor publique o meu aviso às nações que se colocam contra o povo de Deus e a Sua cidade de Jerusalém. Deus disse isto e vai cumpri-lo. Shalom e as bênçãos de Deus."
Obrigado, irmão Wilkerson!
Que este legado de fé, convicções e fidelidade  que este homem de Deus nos deixou seja seguido por muitos!
Shalom, Israel!
Postado por: Hadassa ben HaShem

domingo, 20 de março de 2011

Say Goodbye to the Untouchable Preachers

God is shaking His church and removing corruption. But we share the blame for giving charlatans a platform.

Al Capone once controlled all of Chicago. The notorious 1920s gangster bribed the city's mayor, bought the police and presided as king over an empire of casinos, speakeasies and smuggling operations. He dodged bullets for years and lived above the law—and earned the nickname "untouchable" because no one could bring him to justice.
Before Capone finally went to prison in 1932, he justified his crimes by saying: "All I do is satisfy a public demand." He didn't take responsibility for the pain he caused because he knew mayors, policemen, community leaders and bootleggers supported him the whole way.
"There is no way we can know how many unbelievers rejected the gospel because they saw the church supporting quacks who swaggered, bragged, lied, flattered, bribed, stole and tearfully begged their way into our lives—while we applauded them and sent them money."


I hate to compare any minister of God to a gangster. But the sad truth is that today there are a handful (well, maybe more) of unscrupulous preachers who share some of Capone's most disgusting traits. They are notoriously greedy. They are masters of deception and manipulation. They have bought their way into the charismatic religious subculture and used their uncanny hypnotic ability to control major Christian TV networks.
And, like Capone, their days are numbered. Justice will soon catch up with them.
These false prophets probably all started out with a genuine call from God, but success destroyed them. They were lured away from true faith by fame and money, and when their ministries mushroomed they resorted to compromise to keep their machines rolling. Now, in the midst of the Great Recession, God is closing in on them.
But before we rejoice that these imposters are being removed from their pulpits and yanked off the airwaves, let's hit the pause button and reflect. How did these false preachers ever achieve such fame? It couldn't have happened without help from us.
We were the gullible ones. When they said, "The Lord promises you untold wealth if you will simply give a thousand dollars right now," we went to the phones and put the donations on our credit cards. God forgive us.
We were the undiscerning ones. When they said, "I need your sacrificial gift today so I can repair my private jet," we didn't ask why a servant of God wasn't humble enough to fly coach class to a Third World nation. God forgive us.
We were the foolish ones. When it was revealed that they were living in immorality, mistreating their wives or populating cities with illegitimate children, we listened to their spin doctors instead of demanding that ministry leaders act like Christians. God forgive us.
We were the naïve ones. When they begged for $2 million more in donations because of a budget shortfall, we didn't feel comfortable asking why they needed that $10,000-a-night hotel suite. In fact, if we did question it, another Christian was quick to say, "Don't criticize! The Bible says, ‘Touch not the Lord's anointed!'" God forgive us.
We have treated these charlatans like Al Capone—as if they were untouchable—and as a result their corruption has spread throughout charismatic churches like a plague. Our movement is eaten up with materialism, pride, deception and sexual sin because we were afraid to call these Bozos what they really are—insecure, selfish, egotistical and emotionally dysfunctional.
If we had applied biblical discernment a long time ago we could have avoided this mess. There is no way we can know how many unbelievers rejected the gospel because they saw the church supporting quacks who swaggered, bragged, lied, flattered, bribed, stole and tearfully begged their way into our lives—while we applauded them and sent them money.
When well-meaning Christians quote 1 Chronicles 16:22 ("Do not touch My anointed ones, and do My prophets no harm," NASB) to cover up corruption or charlatanism, they do horrible injustice to Scripture. This passage does not require us to stay quiet when a leader is abusing power or deceiving people.
On the contrary, we are called to confront sin in a spirit of love and honesty—and we certainly aren't showing love to the church if we allow the charismatic Al Capones of our generation to corrupt it.

Like in Bazil.
Brazil is in the same way!   There is nothing different.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Esther Fast for muslim and Jewish

Esther Fast
©March 6, 2011 by Asher Intrater
We would like to invite you, our dear friends in every nation, tribe and tongue, to join with us in a day of prayer, fasting and intercession in accord with the fast of Esther. You may pray alone, or sponsor a prayer meeting, or mobilize your church, Messianic congregation, or prayer network to join in with us.
The biblical fast lasted three days. The traditional Jewish fast this year is one day, from sundown Wednesday, March 16 to sundown Thursday, March 17. Your participation will involve three aspects:
  1. Public Scripture Reading – read out loud, as a devotional declaration and a prophetic proclamation, these three passages:
    1. Esther chapters 3 and 4
    2. Zechariah 12:2-3, 6-10; 13:1, 8-9; 14:1-9
    3. Romans 9:1-5; 10:1-2; 11:1-29
  1. Fasting – at least the 24 hours from sundown to sundown on just water (with exceptions of course for those with special needs). For those who have the desire and the ability, we invite you to fast a full three days, according to Esther 4:16.
  1. Prayer – to intercede according to the themes of the book of Esther, and to emphasize at least these 7 major prayer directives:
    1. Salvation for the Muslim peoples
    2. Salvation for the Jewish people
    3. Reconciliation between Jew and Arab through Yeshua
    4. Bind spirits of anti-Semitism worldwide
    5. Strengthen the local Messianic remnant in Israel
    6. Guidance for government leaders in Israel and the nations
    7. Prepare the Church to stand victorious in the events of the end times leading up to the Second Coming
If you have a prayer group, a church, or a Messianic congregation, and you would like to participate in this Esther intercession day, please click here to let us know, so that we can be in touch with you.

Reading the Bible
The Bible was written by men under the inspiration of the Holy Spirit (II Timothy 3:16, II Peter 1:20). Therefore, there are two levels on which to read the Bible: the human historical context and the universal spiritual message.
The men who wrote the Bible had different personalities and lived in different generations. When one reads the Bible from the human perspective alone, he sees only the differences, and the passages seem conflicting. The secular academic world looks only at the human side, and therefore, concludes that there are totally contradictory viewpoints. Some universities teach that there were four different documents that comprise the Torah and three different documents in Isaiah.
However, the more one understands the inspiration of the Holy Spirit, the more the unified theme of the scriptures becomes apparent. I've been meditating on the scriptures daily for more than thirty years. Each year I become more and more aware of how the pieces fit together and that there is one consistent plan of God from the beginning to the end.
In fact, God had the whole plan of scriptures in mind before the first verse was written. Often writers of modern action fiction develop many sub-plots within the story; at the end all the details fit together in one piece. The pieces fit together suddenly in an exciting surprise ending.
There are many sub-plots within the plan of the kingdom of God that stretch from one end of scripture to the other. When we finally see the whole plan, all the pieces will fit together. The final stages of the kingdom of God also have an exciting surprise that comes together suddenly in the end.
There is a perfect consistency from the Old Covenant to the New. From the very first lines of Genesis, God had in mind the final outcome we see in the book of Revelation. The passages in the Law and the Prophets concerning the history of Israel, the priesthood, and the Davidic kingdom are all written in the Bible on purpose. They reflect the overall spiritual plan, and all fit together, even if it is not apparent at first.
The Old Covenant passages prepare the way for the Gospels. Pictures of the gospel message can be found throughout the Law and the Prophets. This is clear to anyone who reads both the Gospels and the Old Covenant. One reason this is clear is that the fulfillment of the Law and the Prophets in the Gospels has already taken place.
However, Yeshua comes twice. The fulfillment of the Old Covenant passages in the Second Coming is not that apparent to either Jews or Christians.  In our generation we are beginning to see how the history of ancient Israel, the prophecies, and the priesthood all contain pictures of the end times and the Second Coming of Yeshua.
The persecution of the saints (particularly of Messianic Jews by religious Jews) can be seen in the attacks of King Saul on the future King David. The Millennial kingdom is foreshadowed in the kingdom of Solomon. The anti-Semitism and evil government of the anti-Christ can be seen in the work of Haman in the book of Esther. The ancient feasts of Israel contain signs pointing to the Second Coming.
Our Esther's fast day is planned partly on the revelation that the book of Esther describes not only an historical event in the fifth century B.C., but also contains a prophet parable about the end times. As we read the Bible in these latter days, let us be encouraged to know that everything that is happening now, was already seen, planned for, and written about in the ancient scriptures.

Brief Prayer Requests
  1. Television program – the documentary on Messianic Jews is still planned to be aired soon, yet is coming under attack. Please pray for it to be shown.
  2. HayaTV – for our dear friends at this international gospel outreach to Muslims. Pray for protection for the directors of the channel.
  3. Yad Hashmonah – for our dear friends at this unique Messianic kibbutz in the Judean foot hills. Pray for success for all their projects: biblical garden, hotel, housing project, industrial park, and partnership with us 

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Arrependimento = 2011


Arrependimento: Palavra importante para 2011

“Lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te e volta à prática das primeiras obras; e, se não, venho a ti e moverei do seu lugar o teu candeeiro, caso não te arrependas” (Ap 2.5).

Norman Vincent Peale e Dale Carnegie conseguiram, através de seus livros na década dos anos de 1950-60 abolir da mente das pessoas a idéia da necessidade de arrependimento. O Poder do Pensamento Positivo, especialmente, best-seller na época ensinava os leitores a superar quaisquer erros da vida, pensando positivamente.

Diferentemente das Escrituras que ensina que a superação de um erro cometido contra Deus e ao próximo é feita através da metanóia ou arrependimento. É o que Jesus chama no versículo acima de “volta”. Arrepender-se é voltar atrás ou mudar de direção.

A igreja de Éfeso conhecia todo o projeto Eterno de Deus e deveria ser uma igreja irrepreensível; aliás, recebe elogios por parte de Jesus.
1. Era uma igreja que praticava justiça social ou boas obras. “Conheço as tuas obras, tanto o teu labor como a tua perseverança” (Ap 2.2).
2. Era uma igreja que perseverava na fé e na missão que Deus lhe concedera: “perseverança” (2.2).
3. Uma igreja que sabia detectar e expulsar de seu seio os obreiros fraudulentos e os falsos apóstolos. “Não podes suportar homens maus”, e “puseste à prova os que a si mesmos se declaram apóstolos e não são, e os achaste mentirosos” (2.2). – A igreja sabia como testar os apóstolos para saber se eram falsos ou verdadeiros!
4. Era uma igreja que aguentava o rojão e as perseguições por amor a Jesus. Sem nunca desanimar: “E tens perseverança, e suportaste provas por causa do meu nome, e não te deixaste esmorecer” (2.3).
Até aqui só elogios!

Mas, apesar de tantas qualidades, Deus avisa: “Volta à prática das primeiras obras” (2.5). Arrependimento!

Onde foram parar os cultos de arrependimento e de quebrantamento diante de Deus!? Na maioria das igrejas os cultos são apenas festas, alegria, danças e “lulinha paz e amor”!
Jesus está pedindo que a igreja volte!

1. Volta, igreja às reuniões de oração em que arrependimento e quebrantamento eram a tônica; nessas suas reuniões de oração os membros se preocupam em receber fogo do céu, e tudo o que experimentam é fogo de palha! Busque o arrependimento.
2. Busque o arrependimento, igreja, e quem sabe o Senhor terá misericórdia de nós.
3. Volta, igreja a reconsiderar os caminhos por onde você tem trilhado. Volte a estudar as bem-aventuranças; reconsidere sua missão de evangelizar; de fazer discípulos; de cuidar dos pobres.
4. Igreja pentecostal, que de pentecoste só tem o nome: Volte à prática da vida de devoção e de compromisso com o Senhor.
5. Voltem, pregadores a pregar mensagens expositivas; a expor a palavra de Deus, porque tudo o que vocês pregam são tópicos carregados de emoção que em nada edificam os crentes.
6. Pregadores, parem de pregar mensagens que só produzem cócegas nos ouvidos dos seus fieis; comecem a pregar mensagens que perturbem os membros de suas igrejas. Mensagem que os deixe inquietos!
6. Volta, igreja a considerar a palavra de Deus como lema para a vida diária.
Deus diz aos pastores a mesma coisa que disse ao líder da igreja de Éfeso: Se não, virei e removerei de ti o teu candelabro. A igreja é o candelabro de Deus. Vocês continuarão sendo pastores, mas sem candelabro. Terão povo, mas não é povo que ilumina. Terão freqüentadores, mas não discípulos de Jesus. Faz muito tempo que Deus tirou o candelabro da mão de alguns pastores! Estes têm milhares de membros; mas não a igreja!

Porque o verdadeiro candelabro, a igreja, continua nas mãos do Senhor Jesus!


Algo mudou sériamente nos tempos para a igreja ! Temos ouvido de Deus, sentido em nosso espírito e visto confirmações vindo de muitas formas. Deus tem rasgado muitos corações com a mesma palavra.
Não há outra palavra para este tempo.  A Palavra é arrependimento.
Precisamos viver Arrependimento profundamente, sem isto não haverá casamento com o Cordeiro.

Postado por: Dani Porchat