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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

O que derrota/impende a maioria de nossas Orações ANTES mesmo que aconteçam ?


Separe um horário e um lugar, e a cada dia, NÃO os deixe por NADA !

O inimigo derrota nossas orações porque não fazemos um planejamento
de consagração e Busca e O seguimos Fielmente !

Nos deixamos levar por mais uma coisinha santa, importante etc;
NÃO pecados... o inimigo de nossas existências é astuto demais para
impedir nossa consagração DIÀRIA com pecados.

John Piper - Desiring GOD


Hadassa Ben HaShem:

Infelizmente digo isto todos os dias... Mas a santa justificativa sempre se levanta contra.
Deus Maravilhoso nos enche de DESEJO por TI. FAZ-NOS Desejar-TE mais que tudo,
MAIS que nós mesmos, mais que nossas vidas, mas que este mundo falido e SEM sal.
PAI de AMOR, faz-NOS DESEJAR-TE !
E ENCHA-NOS de TI. Nada mais Maravilhoso que um Povo que Suspira por TI...



GERANDO
PAPAI, engravida nosso Ventre Espiritual de TI.



domingo, 20 de março de 2011

Diga adeus aos pregadores intocáveis

 Tem certeza que este artigo não foi escrito para igreja brasileira?? Também temos nossos
"pregadores intocáveis".  Vivemos o mesmo abuso de poder e a mesma vergonha.
Nosso Brasil trilha o mesmo caminho tortuoso...
Deus está abalando a sua igreja e retirarando a corrupção. Mas nós compartilhamos a culpa por dar a charlatães uma plataforma (púlpito, programa na televisão etc). 

Por J. Lee Grady, editor da Revista Charisma: 
Houve um tempo em que Al Capone controlava toda a cidade de Chicago. O notório gangster da década de 1920 subornou o prefeito, comprou a polícia e, como um rei, presidiu um império de cassinos, redes de contrabando e botecos em pleno vigor da Lei Seca. Ele se esquivou das balas por muitos anos e viveu acima da lei – ganhando assim a reputação de “intocável” porque ninguém podia levá-lo à justiça.
Antes que Capone fosse finalmente preso em 1932, ele justificou seus crimes dizendo: “Tudo o que faço é para atender a demanda do público.” Ele nunca assumiu responsabilidade pelo estrago que causou porque prefeitos, policiais, líderes comunitários e estelionatários o apoiaram todo o tempo.
Odeio ter que comparar ministros de Deus a um mafioso. Mas a triste verdade é que atualmente há alguns (talvez mais do que só alguns) pastores que possuem algumas das características mais abomináveis de Al Capone. São mestres do engano e da manipulação. Eles compraram seu espaço na subcultura evangélica carismática e usaram suas místicas habilidades hipnóticas para controlar grandes redes de TV cristãs.
Mas a exemplo de Al Capone, seus dias estão contados. A Justiça logo os agarrará.
Estes falsos profetas provavelmente começaram com um chamado genuíno da parte de Deus, mas o sucesso os destruiu. Eles se desviaram da fé verdadeira e foram seduzidos pela fama e pelo dinheiro; quando seus ministérios cresceram, eles apelaram a táticas questionáveis para manter a máquina religiosa rodando. Mas agora, em meio à Grande Recessão Americana, Deus está tratando com eles.
Mas antes que nos regozijemos por estes impostores estarem sendo despejados de seus púlpitos e varridos das emissoras, pausemos por um minuto e reflitamos: como tais falsos profetas alcançaram tanta popularidade? Jamais teriam conseguido sem a nossa ajuda.
Nós fomos os idiotas. Quando eles diziam: “O Senhor lhes dará riquezas incontáveis se vocês semearem mil dólares agora”, imediatamente pegávamos o telefone e nossos cartões de crédito. Que Deus nos perdoe.
Nós fomos os cegos. Quando eles diziam: “Preciso que hoje vocês façam uma oferta sacrificial para que eu possa consertar meu jatinho particular”, sequer perguntávamos por que um servo de Deus não era humilde o suficiente para voar em classe econômica para alguma nação de Terceiro Mundo. Que Deus nos perdoe.
Nós fomos os tontos. Quando ficávamos sabendo que eles estavam vivendo em imoralidade, maltratando suas esposas ou povoando cidades com seus filhos bastardos, dávamos ouvidos às suas desculpas ao invés de exigir que estes pastores vivessem como verdadeiros cristãos. Que Deus nos perdoe.
Nós fomos os ingênuos. Quando eles imploravam por dois milhões de dólares extras para tapar algum rombo no orçamento, nos sentíamos incomodados em perguntar por que eles precisavam dormir em suítes de hotel cuja diária custava dez mil dólares. Na verdade, sempre que questionávamos algo, outro cristão rapidamente retrucava: “Não critique! A Bíblia diz ‘Não toque o ungido do Senhor!’” Que Deus no perdoe.
Tratamos estes charlatões como Al Capones, como eles se fossem intocáveis, e como resultado a corrupção se espalhou pelas igrejas carismáticas como uma praga. Nosso movimento está contaminado pelo materialismo, orgulho, engano e imoralidade porque tivemos medo de dizer o que estes palhaços realmente são: inseguros, egoístas, egocêntricos e emocionalmente confusos.

Se tivéssemos aplicado discernimento bíblico há muito tempo atrás, teríamos evitado todo este caos. Jamais saberemos quantos incrédulos rejeitaram o Evangelho porque viram a Igreja apoiando pilantras que se gabavam, coagiam, mentiam, manipulavam, subornavam, roubavam e, com lágrimas, conquistavam espaço em nossas vidas – enquanto os aplaudíamos e depositávamos dinheiro em suas contas.

Sempre que cristãos bem intencionados citam 1 Crônicas 16:22 (“Não toqueis os meus ungidos e não façais mal aos meus profetas”) para encobrir a sujeira e o charlatanismo, eles cometem uma injustiça contra as Escrituras. Esta passagem não ordena que nos calemos quando um líder está abusando do poder ou enganando as pessoas. Pelo contrário, somos chamados a confrontar o pecado em amor e honestidade. E certamente não estamos amando a Igreja se permitirmos que os Al Capones carismáticos de nossa geração a corrompam.

http://www.charismamag.com/index.php/fire-in-my-bones/29039--say-goodbye-to-the-untouchable-preachers 

Say Goodbye to the Untouchable Preachers

God is shaking His church and removing corruption. But we share the blame for giving charlatans a platform.

Al Capone once controlled all of Chicago. The notorious 1920s gangster bribed the city's mayor, bought the police and presided as king over an empire of casinos, speakeasies and smuggling operations. He dodged bullets for years and lived above the law—and earned the nickname "untouchable" because no one could bring him to justice.
Before Capone finally went to prison in 1932, he justified his crimes by saying: "All I do is satisfy a public demand." He didn't take responsibility for the pain he caused because he knew mayors, policemen, community leaders and bootleggers supported him the whole way.
"There is no way we can know how many unbelievers rejected the gospel because they saw the church supporting quacks who swaggered, bragged, lied, flattered, bribed, stole and tearfully begged their way into our lives—while we applauded them and sent them money."


I hate to compare any minister of God to a gangster. But the sad truth is that today there are a handful (well, maybe more) of unscrupulous preachers who share some of Capone's most disgusting traits. They are notoriously greedy. They are masters of deception and manipulation. They have bought their way into the charismatic religious subculture and used their uncanny hypnotic ability to control major Christian TV networks.
And, like Capone, their days are numbered. Justice will soon catch up with them.
These false prophets probably all started out with a genuine call from God, but success destroyed them. They were lured away from true faith by fame and money, and when their ministries mushroomed they resorted to compromise to keep their machines rolling. Now, in the midst of the Great Recession, God is closing in on them.
But before we rejoice that these imposters are being removed from their pulpits and yanked off the airwaves, let's hit the pause button and reflect. How did these false preachers ever achieve such fame? It couldn't have happened without help from us.
We were the gullible ones. When they said, "The Lord promises you untold wealth if you will simply give a thousand dollars right now," we went to the phones and put the donations on our credit cards. God forgive us.
We were the undiscerning ones. When they said, "I need your sacrificial gift today so I can repair my private jet," we didn't ask why a servant of God wasn't humble enough to fly coach class to a Third World nation. God forgive us.
We were the foolish ones. When it was revealed that they were living in immorality, mistreating their wives or populating cities with illegitimate children, we listened to their spin doctors instead of demanding that ministry leaders act like Christians. God forgive us.
We were the naïve ones. When they begged for $2 million more in donations because of a budget shortfall, we didn't feel comfortable asking why they needed that $10,000-a-night hotel suite. In fact, if we did question it, another Christian was quick to say, "Don't criticize! The Bible says, ‘Touch not the Lord's anointed!'" God forgive us.
We have treated these charlatans like Al Capone—as if they were untouchable—and as a result their corruption has spread throughout charismatic churches like a plague. Our movement is eaten up with materialism, pride, deception and sexual sin because we were afraid to call these Bozos what they really are—insecure, selfish, egotistical and emotionally dysfunctional.
If we had applied biblical discernment a long time ago we could have avoided this mess. There is no way we can know how many unbelievers rejected the gospel because they saw the church supporting quacks who swaggered, bragged, lied, flattered, bribed, stole and tearfully begged their way into our lives—while we applauded them and sent them money.
When well-meaning Christians quote 1 Chronicles 16:22 ("Do not touch My anointed ones, and do My prophets no harm," NASB) to cover up corruption or charlatanism, they do horrible injustice to Scripture. This passage does not require us to stay quiet when a leader is abusing power or deceiving people.
On the contrary, we are called to confront sin in a spirit of love and honesty—and we certainly aren't showing love to the church if we allow the charismatic Al Capones of our generation to corrupt it.

Like in Bazil.
Brazil is in the same way!   There is nothing different.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Série: De Volta ao evangelho Puro e Simples III

Back to the Gospel pure and simple






Se você esteve no dia 25 de fevereiro no Ministério Ágape, recebeu um panfleto, mas o teve retido na entrada, não tem problema: abaixo colocamos todo o conteúdo censurado.

A propósito, não teria sido mais coerente o Ágape, ao invés de impedir a leitura dos panfletos, refutar biblicamente cada tópico? Ou será que fizeram a censura justamente por não ter como fazer essa refutação bíblica (sendo muito mais fácil impedir o fiel de buscar a verdade)?
Enfim, nossos agradecimentos sinceros a todos que participaram, direta ou indiretamente, seja indo no protesto, seja dando idéias em nossas discussões por email. Em especial, ao Mariel M. Marra, do blog Guerreiros da Luz, que fez o layout (é isso? ;-) dos panfletos e das camisetas, e ao patrão do Alex Martins, do Desejando Deus, que gratuitamente imprimiu parte dos folhetos.
Mas, acima de tudo, glórias a Deus, que cremos, completará Sua obra libertadora na vida dos pastores e ovelhas envolvidos.
folheto

Batalha Espiritual Bíblica

LEIA, PEDINDO DISCERNIMENTO AO ESPÍRITO SANTO.
Jesus levou sobre si nossas dores e enfermidades (Is 53.4) e nos deu Sua paz, diferente da que o mundo dá (Jo 14.27), mas nesse mesmo versículo completa: “Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize”. Isso é muito importante para mostrar que, mesmo na Paz de Cristo, há situações para os cristãos capazes de nos atemorizar, de nos angustiar o coração. Em outras passagens Jesus nos mostra isso, por exemplo, quando nos conclama a não sermos ansiosos com o que haveremos de comer ou vestir (Mt 6.25-34), ou quando nos pede para não nos afligirmos, afinal Ele venceu o mundo (Jo 16.33). Assim, é um ENGANO achar que o cristão não pode ter dificuldades financeiras, doenças, aflições, e é um ENGANO AINDA MAIOR atribuir todos os problemas dos cristãos aos demônios. Lembremos do Apóstolo (de verdade) Paulo.
Não é preciso fazer curso de libertação e cura interior para se expulsar demônios. Faz pouco tempo que o movimento de libertação iniciou, contudo faz mais de dois mil anos que Deus liberta seu povo e os livra do
inimigo. No século passado pastores como Peter Wagner receberam “revelações” de que para uma pessoa ser liberta, precisaria passar por uma série de rituais e o perdão de Deus apenas não bastava.
MALDIÇÃO HEREDITÁRIA
Não existe maldição hereditária para quem é cristão. Em Cristo, somos novas criaturas, as demais coisas já passaram. Ter a mesma doença que o
pai ou o avô não é maldição hereditária, mas sim um problema de ordem física, genética, que Deus, se quiser, pode curar. Ser pobre como o pai ou o
avô não é maldição hereditária, mas sim talvez a chance que Deus está nos dando de depender exclusivamente Dele, conforme Mt 6.25-34. Há também
problemas de ordem psicológica, as quais demandam terapia e tratamento profissional adequado.
LUTA CONTRA MAMON
Nos ministérios de libertação e cura interior, lutar contra Mamom é o cristão dar o seu dinheiro na igreja. Não à toa, uma das ministrações é uma
oferta do MELHOR que o cristão tiver no momento, sem a qual a pessoa continuaria prisioneira do tal demônio, tendo em consequência suas finanças presas também. Porém, segundo Jesus, a luta contra Mamom é justamente lutar contra o que as novas doutrinas têm pregado sobre prosperidade.
UNÇÃO SOBRE CHACRAS
Ungir para fechar chacras, não cruzar as pernas e os braços durante a sessão de libertação, ter que expulsar os demônios citando-lhes os nomes (sendo que Jesus expulsou toda uma legião – ou seja, até 6 mil membros – sem nominá-los individualmente), tudo isso são práticas e rituais que nada tem a ver com os ensinos dos Evangelhos. São, no mínimo, superstições gospel e na pior hipótese, são ensinos demoníacos.
MINISTÉRIO APOSTÓLICO
Os verdadeiros apóstolos simplesmente expulsavam e os demônios saíam em nome de Jesus. É assim que nós, hoje devemos continuar fazendo se realmente somos seguidores de Cristo.
Devemos segui-Lo e não a ensinamentos e “revelações” de pastores e líderes. Tudo o que foge à simplicidade e pureza do Evangelho de Cristo deve ser considerado anátema.
A VERDADE É QUE JESUS CRISTO NOS BASTA!

QUER SABER MAIS?

MOVIMENTO PELA ÉTICA EVANGÉLICA BRASILEIRA:

Em breve: http://www.puroesimples.org

Voltemos ao Evangelho Puro e Simples!
O $how tem que parar!

 http://estrangeira.wordpress.com