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sábado, 26 de maio de 2012

SHAVUOT = PENTECOSTE: UMA FESTA QUE UNE JUDEUS E CRISTÃOS



Inicia-se esta noite, após o pôr do sol, a festa judaica do Shavuot, ou das Semanas, ou dos Primeiros Frutos. Amanhã, Domingo, os cristãos também celebram pelo mundo fora a Festa do Pentecoste, ou o "50º dia".
Pensa-se muitas vezes que a festa judaica do Shavuot e que a festa cristã do Pentecoste têm pouco ou nada em comum. Nada podia estar mais longe da realidade. As 2 festas são realmente na mesma data, a mesma celebração, apesar das variadas tradições e uma extensiva interpretação feita do lado cristão.
Até mesmo o nome Pentecoste (literalmente, no grego: "o 50º dia") é uma referência a um dos elementos chave do Shavuot: a contagem dos 50 dias a partir da Páscoa judaica, conhecido no mundo judaico como "contagem do omer". Tal como o Shavuot ocorre 50 dias após a Páscoa, o Pentecoste é também contado exactamente 50 dias depois da Páscoa.
O tema do Pentecoste é também um tipo de extensão do tema do Shavuot, que é uma celebração da dádiva da Torah (Palavra de Deus) a Moisés, no Monte Sinai.
Os cristãos acreditam que Jesus é a "Palavra encarnada" (João 1:14) e que o Pentecoste é o momento seguinte à morte e ressurreição quando essa Palavra foi espiritualmente implantada nos corações dos Seus seguidores.
Faz então algum sentido os cristãos celebrarem a festa bíblica do Shavuot juntamente com o Pentecoste?
Claro que sim! O povo judeu e cristão pode estar juntos na celebração da entrega da Palavra, ainda que para os primeiros signifique ainda a Palavra escrita em tábuas de pedra, enquanto que para os cristãos a Palavra já foi escrita em tábuas de carne, i.e., nos seus corações.
Mas a coincidência das duas datas é de suprema importância para os cristãos, uma vez que foi exactamente no dia da Festa do Shavuot, um Domingo (o 50º dia após o sábado da semana da Páscoa) que Deus visitou o Seu povo em Jerusalém, constituindo a Sua família espiritual, iniciando uma nova era, a "era do Espírito", em que o Espírito Santo enviado pelo Messias (em cumprimento da Sua promessa antes de partir) iria baptizar e habitar todos aqueles homens e mulheres, de todas as raças, tribos, línguas e nações, formando a Igreja, o Corpo do Messias Jesus!
Esta festa tão importante para Israel é também chamada de "Festa das Semanas", "Festa da Colheita", ou ainda "Festa das Primícias, ou dos Primeiros Frutos" (Deuteronómio 16:10), uma vez que é nesta época que os primeiros frutos da terra são recolhidos (leia-se Rute) - simbolizando os "primeiros frutos" para Cristo, a Sua Igreja, o Seu povo. A próxima festa em Israel é a Festa das Trombetas, daqui a uns 4 meses, portanto um extenso período de crescimento e colheita da seara, simbolizando o tempo em que o Espírito do Eterno Deus está semeando a Palavra (a semente de Deus) nos corações de milhões de homens e mulheres ao longo destes quase 2 mil anos, até que se ouça o "toque da Trombeta" de Deus, finalizando assim este período de sementeira e colheita, quando o Messias recolherá para Si todos os "escolhidos desde os quatro cantos da terra" e que estará para muito breve.
O judeu é assim fruto da Lei dada no Monte Sinai, mas o cristão está em vantagem, uma vez que tem a Lei implantada no seu coração, foi "visitado" pelo Espírito de Deus no Dia de Pentecoste, e aguarda o final da colheita, este longo período que antecede o regresso do Messias Jesus para recolher o Seu "fruto" dos quatro cantos da terra!
Por isso mesmo, o cristão deve orar pela salvação dos judeus (Romanos 10:1) , para que eles, que já foram privilegiados com a primeira visita do Eterno Deus no Monte Sinai, possam agora também receber a visita do Altíssimo ao Monte Sião, o lugar onde a nossa história comum se iniciou!
A primeira Igreja (conhecida como: "Igreja primitiva") era composta exclusivamente de judeus, mas logo se expandiu por todo o mundo conhecido de então. Foi em Jerusalém que ela se reuniu nos primeiros anos. Foi sobre Jerusalém que a bênção veio sobre os judeus. Foi em Jerusalém que a Igreja nasceu.
O cristão e o judeu nascido de novo, o "judeu messiânico" (crente no Senhor Jesus como Messias) podem então celebrar juntos o aniversário do seu nascimento comum, na Igreja, o Corpo do Messias, agora composto de ambos os povos, sem barreiras nem distinções.
Se há então uma festa que o cristão deve celebrar é o aniversário da Igreja, nascida há quase 2 mil anos em Jerusalém, no coração dos judeus e agora uma dádiva do Eterno Deus à humanidade!
Shalom!

Fonte: BLOG SHALOM ISRAEL

domingo, 16 de outubro de 2011

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Yerushalayim Shel Zahav = O dia de Jerusalém



Hoje é Yom Yerushalayim, o dia para celebrar a Capital Indivisível do Estado de Israel.
 
Acontece que hoje é Yom Yerushalayim (Dia de Jerusalém) e nós brasileiros não temos a menor idéia do que vem a ser isso. A não ser aqueles que algum dia teve o privilégio de estar em Jerusalém neste dia. É simplesmente arrebatador!
O Yom Yerushalayim é festejado em Israel no dia 28 do mês de Iyar e é um dos mais novos feriados na história desta milenar nação. Em 12 de março de 1968, um ano após a reunificação da sua legítima Capital, o Governo proclamou a data como Dia de Jerusalém e em 23 de março de 1998 o Knesset aprovou a Lei do Dia de Jerusalém, transformando a data em Feriado Nacional.
...

Da mesma forma que acontece no Yom Ha’atzmaut, o Dia da Independência, o Rabinato Chefe de Israel estimula que seja feita nesse dia a recitação de Salmos de Louvores (Hallel). A alguma resistência por parte dos Ultra-Ortodoxos na celebração deste dia, mas os Ortodoxos cantam o Hallel e os judeus seculares invadem as ruas de Jerusalém para fazer uma das mais belas festas desta nação ímpar.
Ao contrário do Yom Ha’atzmaut, que é um dia para celebrar a existência e os sucessos do moderno Estado de Israel, o Yom Yerushalayim celebra a reunificação da cidade. Esta é a razão pela qual a citação preferida do dia é o verso 3 do Salmo 122 cuja parte b diz “Ir yahdaiv lah shehubrah”, ou seja, refere-se a Jerusalém como “uma cidade que é compacta” ou “uma cidade que une todos.”

Este Yom Yerushalayim está sendo marcado por protestos contra a proposta do Presidente norte-americano Barack Hussein Obama para que Israel retorne às fronteiras de 1967, antes da reunificação da cidade. Pela disposição dos hierosolimitanos, os planos de Obama estão fadados ao fracasso.

Os melhores votos de Chag Yom Yerushalayim Sameach!

Link: http://noticiasdesiao.wordpress.com/

Postado por : Hadassa Ben HaShem


 

quarta-feira, 27 de abril de 2011

MISSÕES: Mary Gardner passou 20 anos no Togo, África Ocidental, onde ela trabalhava para a Wycliffe Bible Translators



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"Eu gostaria de compartilhar com outros a bênção da Palavra de Deus", disse Mary Gardner. "Como eu poderia não fazer isso! - Palavra de Deus tem me dado tanta alegria e paz" Mary Gardner passou 20 anos no Togo, África Ocidental, onde ela trabalhava para a Wycliffe Bible Translators, como parte de uma equipe de tradução do Novo Testamento para a língua tribal do povo Ifé. O projeto foi concluído em 2009. Desde janeiro de 2011, a 55 anos de idade, vinha se preparando para seu próximo projeto, a tradução do Antigo Testamento.
Em 23 de março, uma bomba explodiu em um ponto de ônibus em frente ao Centro de Convenções de Jerusalém, perto da estação central de ônibus. Mary Gardner estava de pé ao lado do saco que contém o dispositivo explosivo. O corpo dela absorveu a maior parte do impacto na explosão da bomba, fato que contribuiu para o salvamento de muitas vidas. Poucas horas depois, Mary morreu por causa de seus ferimentos gravíssimos. Entre os da equipe de resgate estavam ultra-ortodoxos e judeus messiânicos, trabalhando lado a lado, a fim de salvar vidas. 
Havi uma calma incomum em Israel, onde os ataques do terror e da guerra faziam parte da agenda diária, nos últimos meses e anos. O último incidente grave ocorreu em julho de 2008, quando três pessoas morreram no chamado "ataque da excavadeira". Em março do mesmo ano, um atirador abriu fogo contra estudantes desarmados da Yeshiva(Seminario) de Talmud do Rav Kook, matando oito pessoas. O último atentado suicida em Jerusalém foi em fevereiro de 2004.
A razão para a calma não foi a falta de motivação ou o despertar súbito por parte dos palestinos, mas a falta de oportunidades para ataques terroristas. As Forças de Segurança de Israel foram capazes de impor essa calma com as barreiras de segurança, e também com excelentes informações. Em sua busca de terroristas ignoram as restrições na fronteira, e também utlizão a cooperação da consistência sem precedentes com as forças de segurança palestinas, que compartilham o medo profundo do radical Hamas. Falha em ataques terroristas dificilmente fazem a notícia. Parece estar tudo muito sempre calmo, porém, se a motivação para o terror não para por nenhum momento.
Ainda mais impressionante é de que o período de calma foi o fato de que nos ataques de terror, poucos tiveram sucesso, um grande número de crentes em Jesus estavam envolvidos. Pouco antes do Natal, em 2010, uma senhora americana cristã, Christine Logan, foi esfaqueada até a morte na Floresta de Jerusalém. Seu amiga de Israel, Kaye Wilson ficou gravemente ferida. Entre os mais de 50 feridos no ataque de ônibus em 23 de março eram alunos da escola judaica messiânica Makor HaTikvah. Israel também teve um grande número de feridos em acidentes, uma vez que estes podem muitas vezes ter consequências mais graves do que as lesões físicas.
Logan, e agora Gardner, tornaram-se "mártires de sangue" no verdadeiro sentido da palavra. "De repente, a tradução da Bíblia foi dada a um tema falado no mundo inteiro", Halvor Ronning da Casa de Tradutores da Biblia disse que Gardner estava envolvida em um de seus programas. "Sentimos que Deus pode usar para seus propósitos essas coisas que foram destinados para o mal." Professores e jornalistas foram os primeiros, Ronning continuou, para falar mais sobre o poder das Escrituras, através da vida de Gardner e seu comprometimento com o trabalho ela estava fazendo.
Nem o Fatah, em Ramallah, nem o Hamas em Gaza, e muito menos o governo de Israel, está interessado em uma escalada da tensão no momento. Mas quem, então, é o responsável pelo ataque? Até agora, nenhuma organização assumiu a responsabilidade. Um dia depois do ataque, as forças de segurança da Autoridade Palestina prenderam dois membros da Jihad Islâmica no norte da Cisjordânia. A ligação entre o atentado de Jerusalém e as atuais tensões aumentado na Faixa de Gaza é questionável.
Nos últimos dois dias de março, mais de cinqüenta mísseis, granadas e morteiro foram disparados de Gaza para o sul de Israel. Pelo menos 13 terroristas árabes foram mortos quando o exército israelense tentou impedir o lançamento dos mísseis. O Chefe do Comando Sul de Israel Major-General Tal Russo observou que "o Hamas perdeu o controle sobre outras organizações na Faixa de Gaza." O caos prevalece. Mas, por anos, o verdadeiro desafio radical islâmico que o Hamas vem enfrentando não é o partido secular Fatah, mas os chamados grupos simpatizantes do "Al-Qaeda-friendly" que acusam o Hamas de se comprometer.
http://www.cafetorah.com/http://www.cafetorah.com/
Postado por: Hadassa ben HaShem

terça-feira, 15 de junho de 2010

AMANDO ISRAEL & TRAZENDO A VERDADE À LUZ

Estado Palestino no coração da pátria da bíblia? NUNCA!!!
Palestina NÃO EXISTE

Esse nome foi usado pela primeira vez em 70 dC, quando os Romanos cometeram genocídio contra os Judeus, destruíram o Templo e declararam que ali não seria mais Israel. Dali por diante, os Romanos disseram que ali seria conhecido como Palestina. O nome é derivado de FILISTINOS, o povo a qual o Golias bíblico pertencia e que foi vencido pelos Judeus séculos antes. Foi a maneira que os Romanos criaram para tentar apagar a memória dos Judeus. Eles também tentaram mudar o nome de Jerusalém para Aelia Capitolina, mas não conseguiram.
Palestina NUNCA EXISTIU
nem antes, nem depois – como entidade autônoma. Não há linguagem Palestina. Não há cultura Palestina
Nunca houve um lugar chamado Palestina governado por Palestinos. O que se chama de Palestinos são Árabes, que não têm diferença nenhuma em relação aos Jordanianos (que é outra invenção recente), Sírios, Libaneses, Iraquianos, etc. Os Árabes controlam 99,9 % das terras do Oriente Médio. Israel é apenas 0,1 % daquele subcontinente. Mas 0,1 % é demais para os Árabes. ELES QUEREM TUDO. E é por isso que há guerra. Cobiça. Orgulho. Inveja. Não importa quanta terra se conceda aos Árabes, nunca haverá o bastante. E os lugares sagrados para os muçulmanos ? Não existe nenhum que seja em Jerusalém. dizem: “a mesquita Al Aqsa e a Cúpula da Rocha em Jerusalém representam o terceiro lugar mais sagrado do Islã.” FALSO. O Corão não diz nada sobre Jerusalém. Ele menciona Meca e Medina centenas de vezes. NUNCA MENCIONOU JERUSALÉM. E com boa razão. Não há nenhuma evidência histórica de que Mohammed tenha visitado Jerusalém. Então como foi que Jerusalém se tornou o terceiro lugar mais sagrado do Islã ? Os muçulmanos citam uma passagem do Corão muito vaga, a septuagésima Sura, entitulada “A jornada noturna”. Essa passagem relata que em um sonho ou visão, Mohammed foi levado à noite “do templo sagrado para o templo mais remoto, cujo recinto foi abençoado, no qual podemos mostrá-lo nossos sinais …” No sétimo século da era cristã, alguns muçulmanos identificaram os dois templos mencionados nesse verso como sendo em Meca e Jerusalém. E isso é o máximo que Jerusalém chega de ser mencionado no Islã – mito, fantasia e desejo de que fosse como imaginaram. Enquanto isso, os Judeus conseguem demonstrar que suas raízes estão em Israel DESDE OS TEMPOS DE ABRAÃO.

http://www.pro-israeleternamente.blogspot.com/