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quinta-feira, 18 de abril de 2013

Estranha Graça


A Bíblia chama o pecado de pecado. Por exemplo, o homossexualismo é chamado de pecado e quem o pratica perde o direito de entrar no Reino de Deus.
“Não se deite com um homem como quem se deita com uma mulher; é repugnante”. (Levítico 18:22 NVI)
“Vocês não sabem que os perversos não herdarão o Reino de Deus? Não se deixem enganar:… nem homossexuais passivos ou ativos… herdarão o Reino de Deus”. (1 Coríntios 6:9,10 NVI)
No entanto, e quando uma igreja inteira crê diferente, minimizando as declarações da Bíblia ou então aceitando uma falsa realidade onde as condenações da Bíblia ao pecado não são o que são? Esse é o caso de igrejas cristãs gays, onde homossexuais praticantes que se consideram pastores interpretam a Bíblia não no temor de Deus, mas puramente na paixão de seus desejos sensuais.
E quando líderes evangélicos famosos, talvez tentando provar que são moderninhos, cheios de graça e amor, seguem o dogma politicamente correto da tolerância e diversidade e já não mostram disposição de condenar o pecado? Pior: e quando eles dão entrevistas para igrejas onde o pecado é celebrado como bênção em vez de maldição?
Não há dúvida de que uma igreja gay não tentaria entrevistar um cristão que crê e prega que Jesus liberta os homens do pecado homossexual. Tal entrevista poderia expor muitos à chance de conhecer a graça salvadora e libertadora do Evangelho. Mas quando uma igreja gay percebe que um evangélico famoso tem, de uma forma ou de outra, posicionamentos religiosos que se desviam do padrão bíblico, uma entrevista é uma possibilidade grande.

Uma entrevista reveladora

É o que aconteceu no caso de Philip Yancey. Ele deu uma surpreendente entrevista para Candace Chellew-Hodge, fundadora de Whosoever, uma revista eletrônica para gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros... cristãos. Essa não é uma revista para cristãos que lutam contra tendências homossexuais, mas para que gays possam se sentir confortáveis e tranqüilos com seu pecado e ao mesmo tempo professar uma fé pretensamente bíblica.
Aliás, Candace argumenta ao explicar sua missão: “A homossexualidade, como conhecemos hoje, não é condenada em nenhum lugar da Bíblia”. Candace é pastora de uma igreja que aceita gays assumidos e não-arrependidos não só entre o povo, mas também na liderança. 
A conversa entre Candace e Yancey, intitulada “Impressionado com a Graça”, é bastante amigável e mostra dois lados de uma mesma moeda: de um lado, alguém que está satisfeita com sua condição homossexual, não quer se arrepender nem mudar de vida, mas não abre mão de sua identificação cristã; do outro lado, um famoso escritor evangélico que está tranqüilo quanto a essa postura. As declarações a seguir são do próprio Yancey, em sua entrevista à pastora lésbica:
“Tenho freqüentado igrejas gays e lésbicas e fico triste que a maioria das igrejas evangélicas não tenha espaço para os homossexuais. Encontrei cristãos maravilhosos e comprometidos nas igrejas ICM (Igreja Cristã Metropolitana, uma denominação que defende o estilo de vida homossexual). Eu queria que as outras igrejas se beneficiassem da fé desses cristãos gays”.
“Durante anos, Mel White foi um dos meus amigos mais íntimos antes que ele me revelasse sua orientação sexual. (A propósito, ele ainda é meu amigo.)… Quando as pessoas me perguntam como é que consigo manter amizade com um pecador como Mel, responde perguntando como Mel consegue manter amizade com um pecador como eu. Mesmo se eu concluir que toda conduta homossexual é errada, como querem muitos cristãos conservadores, sou compelido a responder em amor”.
“No que se refere a assuntos de doutrinas, como a ordenação de pastores gays e lésbicos, fico confuso… Francamente, não sei a resposta para essas questões”.
“Obviamente, se uma igreja está dizendo que você precisa abandonar a orientação sexual, essa igreja precisa receber educação”.
“Já estive em igrejas gays e lésbicas cujo fervor e compromisso deixariam a maioria das igrejas evangélicas mortas de vergonha”.
Em outra entrevista igualmente reveladora ao site Interference, de fãs da banda U2, Yancey respondeu que seu autor favorito é Frederick Buechner. Buechner é pastor e teólogo da PCUSA, a maior denominação presbiteriana dos Estados Unidos. Essa denominação “abençoa” uniões homossexuais, e tal postura tem custado a perda de algumas congregações mais conservadoras, que se recusam a abandonar os ensinamentos da Bíblia sobre o homossexualismo.
Buechner está em perfeita sintonia com sua denominação. Ele declarou: “Dizer que moralmente, espiritualmente e humanamente a homossexualidade é sempre má parece tão absurdo quanto dizer que nos mesmos termos a heterossexualidade é sempre boa, ou vice-versa”.
A predileção de Yancey por Frederick Buechner indica também uma sintonia. Isso mostra que Yancey não está sozinho em sua “graça”. Buechner e sua denominação parecem estar bem perto ou junto dele em pensamentos e ideais.

Graça sem transformação?

Em entrevista à revista Enfoque Gospel, Yancey assegura que seu compromisso com a tolerância e a diversidade (conceitos sagradíssimos na sociedade neopagã moderna) tem como motivação a graça e o amor:
Procuro não fazer um julgamento rígido sobre [o homossexualismo], porque, a partir do momento em que julga, você perde metade das pessoas que devem ouvir o que tem a dizer. Falo do que tenho certeza, e tenho certeza da maneira como devemos tratar as pessoas que fazem as coisas de uma forma diferente da que a gente faz e até mesmo com as pessoas que fazem coisas que desaprovamos fortemente. É isso que significa graça. Se alguém é igual a mim, não preciso de graça. Eu preciso da graça para quem é diferente de mim. Então, o que aprendi com o meu amigo foi que ele teve de ter muita graça em relação a mim, também, porque eu trabalho para a revista Christianity Today, que é uma revista que faz afirmações contra o homossexualismo. Então, é tão difícil para o Mel White ser meu amigo quanto é para mim ser amigo dele. Ao contrário de algumas pessoas, não acho que o homossexualismo seja uma opção, que Mel White e outras pessoas simplesmente decidiram ser homossexuais. É algo que está profundo na identidade dele, assim como a minha heterossexualidade é profunda em minha identidade. Não acordei pensando: “Acho que eu vou ser heterossexual.” Eu sou! Penso que com o Mel é a mesma coisa.
Não, Yancey não está falando de mostrar graça e amor para homens e mulheres que têm desejos homossexuais e querem se libertar de seu pecado. Ele está falando de homens e mulheres que estão determinados a viver no pecado homossexual e a defender sua escolha errada com interpretações distorcidas e cruéis da Palavra de Deus.
Ele fala de indivíduos que buscaram igrejas homossexuais para poderem exercer livremente seus impulsos sexuais. Ele está falando de pessoas que, com uma interpretação pervertida da Palavra de Deus, conciliaram o Cristianismo e o homossexualismo em suas mentes. Ele está falando de gays que namoram e se “casam” crendo receber a bênção de Deus.
Yancey se esquiva de dar respostas diretas, objetivas e claras sobre o homossexualismo. Ele prefere, diante do público e da fama, manter-se ambíguo, como se fosse possível conviver com a verdadeira graça sem experimentar nenhum tipo de transformação.
Será que Yancey já leu a primeira epístola de João? Será que ele crê na Bíblia? O quanto em Yancey é ignorância? O quanto nele é estratégia deliberada?
Yancey se esconde atrás da ambigüidade, mas a Palavra de Deus é muito objetiva e clara sobre o pecado homossexual. Crer que “a homossexualidade, como conhecemos hoje, não é condenada em nenhum lugar da Bíblia”, tal como afirma a pastora lésbica que o entrevistou, equivale praticamente a assumir uma fé esotérica ao atribuir significados diferentes a passagens tão claras como Gênesis 1:27, Marcos 10:6, Levítico 18:22, 1 Coríntios 6:9 e Romanos 1:18-32. Os esotéricos são aqueles que seguem orgulhosamente sistemas de crenças que dependem de conhecimentos e estudos especiais, fora de alcance dos simples. Mas a fé bíblica é para os simples. Nunca perca isso de vista.

Amor sem necessidade de obediência?

Onde não há obediência ao que Deus manda, não há fé verdadeira na Pessoa de Jesus Cristo. Em Deus, amor e obediência se complementam. É o que enfatiza o mesmo apóstolo João: 
“Assim sabemos que amamos os filhos de Deus: amando a Deus e obedecendo aos seus mandamentos. Porque nisto consiste o amor a Deus: em obedecer aos seus mandamentos. E os seus mandamentos não são pesados. O que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé”. (1 João 5:2-5 NVI) 
Em sua primeira epístola, João — que é conhecido como Apóstolo do amor — faz a diferença entre dois tipos de postura diante do pecado. Na primeira, o pecador reconhece que é pecador, arrepende-se e luta com lágrimas diante de Deus para se santificar. É a postura dos cristãos: quedas ocasionais caracterizam sua jornada, mas ele tem a garantia da vitória final em Cristo. A eles o apóstolo diz: 
“Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo”. (1 João 2:1) 
Na segunda postura, o pecador não reconhece que é pecador — pelo menos, não a ponto de desejar mudança. Continua insistindo nos mesmos pecados e jamais se arrepende. É a postura dos incrédulos que freqüentam igrejas. Precisam ser alertados e confrontados para que se convertam verdadeiramente. A eles João diz: 
“Todo aquele que permanece nele não vive pecando; todo aquele que vive pecando não o viu, nem o conheceu”. (1 João 3:6)
É certo que devemos ter paciência com os freqüentadores da igreja que ainda não se converteram. O ensino e a pregação da Palavra são poderosos instrumentos de mudança na vida das pessoas. Em outras situações, se conhecemos cristãos em pecado, é necessário exortar, com carinho, para que deixem o pecado.

A verdadeira graça transforma

O fator essencial de mudança é a graça de Deus.
“Porque a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens. Ela nos ensina a renunciar à impiedade e às paixões mundanas e a viver de maneira sensata, justa e piedosa nesta era presente, enquanto aguardamos a bendita esperança: a gloriosa manifestação de nosso grande Deus e Salvador, Jesus Cristo”. (Tito 3:11-13 NVI)
A verdadeira graça de Deus não deixa ninguém atolado no pecado, nem é contrária aos mandamentos claros de Deus. A graça dele salva e nos ensina a renunciar ao pecado e às paixões mundanas e a viver de maneira sensata, justa e piedosa nesta era presente. Com relação às graças estranhas que são vividas e pregadas por celebridades evangélicas, há quase 2.000 o Apóstolo Paulo já alertava:
“Pois virá o tempo em que não suportarão a sã doutrina; ao contrário, sentindo coceira nos ouvidos, juntarão mestres para si mesmos, segundo os seus próprios desejos. Eles se recusarão a dar ouvidos à verdade, voltando-se para os mitos. (2 Timóteo 4:3-4 NVI)
“Alguns se infiltraram no meio de vocês sem serem percebidos… Eles usam a graça de Deus como desculpa para a liberdade sexual…” (Judas 1:4 GW)
Infelizmente, os ídolos que o público segue não são apenas artistas e cantores que são imitados e viram moda. São também personalidades evangélicas que fazem sucesso por dizerem o que está na moda, por pregarem um “evangelho” agradável, sem compromisso, sem cruz, sem sangue, sem dor e sem libertação.
“Filhinhos, guardai-vos dos ídolos”. (1 João 5:21)

Sucesso garantido pela ideologia

Yancey não é ídolo por acaso. Ele tem sido aclamado nos círculos cristãos esquerdistas do mundo inteiro. No Brasil, basta que se recite enfadonhamente o menu da esquerda para se virar ídolo. Qualquer evangélico que ouse contrariar essa ideologia atrai a ira das galinhas politicamente histéricas, que só se contentam com a Teologia da Libertação, que fatalmente liberta os homens da Verdade, roubando-lhes toda chance de salvação no Evangelho de Jesus Cristo. É por isso que Yancey não é alvo de crítica de evangélicos esquerdistas. Seu “evangelho” (ou seja lá o que ele chame sua pregação) traz uma graça colorida que não incomoda nem o diabo nem os esquerdistas nem o pecado.
E quando o pecado não incomoda, tudo se torna possível. O ultra-esquerdista Jim Wallis, presidente de Sojourners e amigo de Yancey, está participando de uma iniciativa de aproximação cristã aos muçulmanos. Não por acaso, o próprio Yancey tem essa maneira de pensar, conforme ele mesmo declarou na revista Christianity Today:
“Talvez nossa época precise de um novo tipo de movimento ecumênico: não de doutrina, nem mesmo de unidade religiosa, mas um movimento ecumênico que seja edificado no que judeus, cristãos e muçulmanos têm em comum… Aliás, judeus, cristãos e muçulmanos têm muito em comum”.
Em entrevista à revista ultra-esquerdista Sojourner, Yancey fez um comentário que revela que ele está consciente do que está fazendo. No comentário, ele próprio indica que as pessoas é que não estão conseguindo ver o que ele está fazendo! Ele diz:
Eu mesmo me surpreendo com o fato de que consigo escapar de críticas e rejeições pelas coisas que escrevo. Quando enviei meu manuscrito de “Maravilhosa Graça”, eu disse para minha esposa Janet: “Acho que provavelmente este é o último livro que o mercado evangélico vai tolerar de mim”. Meu livro tem um capítulo inteiro sobre Mel White, que é agora um ativista gay, e tem um capítulo inteiro sobre Bill CIinton, que não é o presidente mais favorecido dos evangélicos.
Mesmo se considerando evangélico, Bill Clinton é fã das obras do bruxo Paulo Coelho. Ele foi também o presidente mais pró-aborto e pró-homossexualismo que os EUA já tiveram. Apesar disso, num artigo em Christianity Today, Yancey elogiou Clinton como “um homem de fé num mundo que não tem consideração pela fé”. Elogiar o esquerdista Clinton e criticar o conservador Bush é atitude padrão para garantir a própria sobrevivência, sucesso e prestígio no meio da mídia esquerdista. Yancey tem feito as duas coisas.
No mundo secular, os esquerdistas são amigos de ativistas homossexuais. Por pura coincidência, Yancey tem a mesma inclinação. Mel White, amigo de Yancey, dirige o grupo homossexual radical Soulforce, que faz pressão para que instituições evangélicas conservadoras abandonem suas posições bíblicas e incorporem a agenda homossexual.
Não há dúvida de que ao defenderem e conciliarem o Cristianismo com comportamento homossexual, casamento gay, adoção de crianças por “casais” gays e ordenação de pastores gays, Mel White, Candace Chellew-Hodge e outros ativistas homossexuais encapuzados de cristãos estão pregando heresia. E a Palavra de Deus tem apenas um conselho para os cristãos genuínos lidarem com heresia:
“Ao homem herege, depois de uma e outra admoestação, evita-o”. (Tito 3:10 ACF)
O problema não é que White e outros ativistas homossexuais “cristãos” sejam pecadores. O problema é que eles se dizem cristãos e estão determinados a usar a Bíblia para continuar no pecado homossexual. Eles não querem nada com arrependimento! De novo, a Palavra de Deus reforça o conselho de afastamento:
“Estou lhes escrevendo que não devem associar-se com qualquer que, dizendo-se irmão, seja imoral, avarento, idólatra, caluniador, alcoólatra ou ladrão. Com tais pessoas vocês nem devem comer”. (1 Coríntios 5:11 NVI)
No entanto, Yancey insiste em não admoestar nem evitar. Ele defende que manter amizade com um ex-evangélico que hoje militantemente promove e impõe a agenda homossexual sobre as igrejas evangélicas é mostrar graça e amor. Ele não vê como amor a orientação da Palavra de Deus em Tito 3:10 e 1 Coríntios 5:11.
Acerca dessa questão, Andy Comiskey, que dirige um ministério de resgate para pessoas que desejam abandonar o homossexualismo, diz:
“Yancey, autor de vários livros, apresentou White em seu livro What’s So Amazing About Grace?, exibindo White e sua amizade com ele como exemplo forte da graça de Deus. Embora o autor não abrace todas as escolhas de White, Yancey dá destaque a um homem que se tornou o mais influente cristão gay de nossa época. Inadvertidamente, o autor cria uma ponte maligna entre um falso profeta (White) e milhares de leitores que estão buscando clareza na área da homossexualidade. Talvez o fato de que Yancey tenha incluído White em seu livro seja exemplo de alguém que “se introduziu com dissimulação” em nosso meio a fim de “transformar em libertinagem a graça de nosso Deus” (Judas 4).”
A graça de Yancey ensina a aceitar os pecadores não-arrependidos sem necessidade e abertura para salvação e libertação, e sem nenhuma necessidade de admoestar e evitar os que defendem o homossexualismo com argumentos bíblicos.
Entretanto, existe uma verdade biblicamente inegável, que supera todas as fantasias que cultivemos sobre a graça: Quem conhece de fato a graça de Deus muda de vida. Quando era homossexual, Andy Comiskey conheceu essa graça. Depois de experimentá-la, ele abandonou o homossexualismo e agora se esforça para transmitir aos seus amigos a graça que salva e liberta. Hoje ele faz o que pode para alertar contra o perigo da graça sem a verdade, onde ele destaca três expoentes desse tipo de graça: Brennan Manning, Lewis Smedes e o próprio Yancey.            
O testemunho ambíguo e fácil de Yancey faz multidões de fãs e deixa os pecadores homossexuais confortáveis e tranqüilos em sua condição. E deixa o próprio Yancey confortável e tranqüilo na fama, no bolso e na vendagem de seus livros. O testemunho do ex-homossexual Comiskey simplesmente os desafia a experimentar a mesma transformação que ele próprio recebeu.
A graça que transforma é inconfundível e inigualável.
Texto de : Júlio Severo
Publicado por: Hadassah Ben HaShem
 
 

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Vídeo - Jacob Damkani conta a história de Trumpet of Salvation e os milagres que Deus tem feito.

 Assistam este vídeo Maravilhoso, repleto de Coragem e Paixão.
O messias é apresentado pelas ruas de Tel-Aviv , Israel.
Jacob Damkani tem o nariz quebrado por compartilhar Yeshua.
Ortodoxos acabam abraçados com Jacob.
Judeus são completos em Jesus.
A Graça e compaixão perfeitas de Cristo são extendidas.
 Necessitados, miseráveis e viúvas recebem alimentos (cuidados do verdadeiro Evangelho).
Judeu messiânico[ completo no Messias Yeshua] e judeu ortoxo trabalham juntos cuidando dos necessitados...
Seja IMPACTADO pelo Amor de Cristo & nos ajude a RECEBER Jacob Damkani no BRASIL em Janeiro / Fevereiro/2012.
 Abra seu coração e sua congregação, sítio, sinagoga, escola ou outro ESPAÇO que puder oferecer.
 OBS: Nada será cobrado por Trumpet of Salvation.
Meet Jacob Damkani.
Vídeo: http://vimeo.com/23751592



Contato no Brasil:
@ThinkonlineP , @O_Restaurador
daniela4israel@yahoo.com.br / vinicius4israel@yahoo.com.br
(51) 8205-8326 - TIM - Pr. Vinícius Schlabitz
A graça e a paz estejam com vocês.

Contato com Jacob Damkani em Israel:
    http://www.trumpetofsalvation.org
    Elisheva@trumpetofsalvation.org
    jdamkani@netvision.net.il
    http://www.xpoint.tv
    http://www.hagilgal.com
    http://www.facebook.com/pages/Trumpet-of...
    http://www.facebook.com/pages/X-Point/11...
    http://www.facebook.com/pages/Hotel-Gilg..

With Christian love,

Daniela & Pr. Vinícius Schlabitz
Som do Shofar
Vice-Presidente / Brasil
The 24 Hours World Prayer Command Center for the Peace of Israel
http://clameporjerusalem.blogspot.com/
http://clamepelanoiva.blogspot.com/
http://www.prayforthepeaceofisrael.org/
daniela4israel@yahoo.com.br
vinicius4israel@yahoo.com.br

domingo, 14 de agosto de 2011

Desenvolvimento Sustentável do Espírito - Por: Harold Walker


SUSTENTABILIDADE

Por: Harold Walker
Enquanto a humanidade, de forma global, começa a cumprir a profecia de Jesus (“Os homens desfalecerão de terror, e pela expectação das coisas que sobrevirão ao mundo…” - Lc 21.26), e cenas apocalípticas surgem na área financeira (“Ai! Ai da grande cidade… [Nova York, Londres, Paris, Tóquio, Hong Kong, São Paulo etc.] porque numa só hora foram assoladas tantas riquezas [Trilhões de dólares evaporaram das Bolsas em todo o mundo em poucas horas!]” – Ap 18.16,17), que tipo de atitude devemos ter diante do início de um novo ano, o ano de 2009?
Deus prometeu abalar tudo o que pudesse ser abalado (Hb 12.26-29). Portanto não devemos dar ouvidos às vozes que querem nos consolar dizendo que a situação não vai se agravar. Tempestades negras estão se avolumando no horizonte, e somente aqueles que tiverem firmes alicerces na Rocha eterna conseguirão permanecer firmes, inabaláveis.
“Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras jamais passarão” (Mt 24.35). “Ora, o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre” (1 Jo 2.17). Assim como Abraão, que tomava uma providência prioritária em todo lugar onde acampava – edificava um altar ao Senhor para não perder a comunicação com o quartel-general –, nós também precisamos ter a prioridade máxima de estabelecer vias de comunicação com Deus. Somente aqueles que ouvem e obedecem à voz de Deus suportarão, firmes, as provações que virão sobre o mundo.

Dê atenção ao seu espírito
Recentemente, durante um período de comunhão, um irmão comentou que precisamos conhecer melhor nosso espírito. Conhecemos muito bem as necessidades, as dores e os desejos do corpo e convivemos constantemente com os sentimentos, as motivações e as reflexões da alma – mas quantos conhecem a voz do próprio espírito? Por ser algo mais invisível e intangível, muitas vezes o espírito também passa a ser inaudível. Na conferência a três, as vozes estridentes do corpo e da alma fazem calar o sussurro do espírito. Até mesmo na criação dos filhos, tomamos o máximo de cuidado com o corpo, correndo para o hospital ao menor sinal de problema, e com o desenvolvimento intelectual e emocional da alma, colocando-os nas melhores escolas e cursos, enquanto a nutrição e o crescimento do espírito costumam ser deixados em último plano.
Nestes dias de crescente e justificável preocupação ecológica, tem-se popularizado muito o uso do termo “desenvolvimento sustentável”. Para aqueles que não estão tão antenados com a preservação do planeta, é uma expressão que descreve a estratégia que visa conciliar a produtividade econômica com a conservação do meio ambiente. Por exemplo, em vez de desmatar indiscriminadamente a floresta para plantar soja ou milho, a sugestão é desenvolver culturas que produzam alimento no meio das árvores. Dessa forma, haveria sustento para as populações necessitadas, e o meio ambiente também seria respeitado.
Quando meu amigo falou sobre a necessidade de cultivarmos melhor a vida espiritual, essa expressão ecológica logo me veio à mente. Muitas pessoas pensam que é impossível desenvolver uma vida espiritual em meio à correria e às pressões do dia-a-dia de uma grande cidade em pleno século 21. Elas acham que, se alguém deseja realmente tornar-se “espiritual”, é necessário retirar-se das grandes cidades para um lugar bem quieto no interior, parar de estudar e trabalhar secularmente e dedicar-se por completo ao estudo da Bíblia e à oração e ao jejum. Seria a mesma atitude de um ativista ecológico radical que prefere preservar o mico-leão-dourado a matar a fome de centenas de seres humanos. Já os capitalistas selvagens querem destruir o planeta para produzir mais riquezas. No nível espiritual, correspondem aos cristãos contemporâneos, para os quais basta freqüentar as reuniões das igrejas aos domingos a fim de garantir a salvação – enquanto continuam na mesma correria desenfreada dos não-cristãos atrás de dinheiro e diversão ao longo da semana.
Penso que, assim como o “desenvolvimento sustentável” procura uma terceira via entre os dois extremos na esfera ambiental, o “desenvolvimento sustentável do espírito” apresenta um terceiro caminho para trilharmos na vida espiritual. Não precisamos ser reclusos superespirituais, mas também não precisamos ser cristãos materialistas. Como diz Henri Nouwen no livro Espaço para Deus (um livro que, mais do que qualquer outro, tem exercido grande impacto sobre a minha vida):
Jesus não reage ao nosso estilo de vida cheio de preocupação dizendo que não deveríamos estar tão ocupados com afazeres terrenos… Nem sugere que nos afastemos de nossos envolvimentos para viver vidas calmas, tranqüilas e retiradas das lutas do mundo… Jesus não quer de forma alguma que deixemos nosso mundo de muitas facetas. Antes, quer que vivamos nele, mas firmemente arraigados no centro de todas as coisas. Jesus não fala sobre uma mudança de atividades, uma mudança de contatos, ou até uma mudança de ritmo. Ele fala sobre uma mudança de coração (cap. 2, págs. 16 e 17).
Essa mudança de centro começa com a conversão, mas continua com a manutenção de um espaço e de um tempo exclusivos para Deus na rotina diária. Assim como reservamos certo tempo para higiene e alimentação e gastamos horas voltadas ao intelecto e ao lazer, também precisamos dedicar tempo para desenvolver o espírito a fim de afinar os ouvidos e ouvir a voz de Deus. Aliás, essa deveria ser a atividade mais importante de nossa vida. Somente depois de cuidar disso é que se deve dar atenção às outras necessidades. Desenvolvimento sustentável do espírito significa poder ouvir e obedecer à voz de Deus sem abandonar as outras atividades naturais. No meio da floresta de atividades seculares, é possível desenvolver uma plantação produtiva de paz, alegria, amor e tantos outros frutos do Espírito.

O segredo da espiritualidade
Ficamos muito admirados com as grandes vitórias e testemunhos dos heróis da fé. Contudo, se olharmos atentamente para a fonte de seus sucessos, sempre encontraremos a prática do devocional, que consiste no tempo passado na presença do Senhor em oração e meditação na Palavra. Podemos pensar em Daniel, fortemente pressionado pelas necessidades do dia-a-dia administrativo de um grande império. Qual era o segredo de sua força? Diariamente, mesmo longe de sua terra e sem templo ou altar, ele entrava “em sua casa, no seu quarto em cima, onde estavam abertas as janelas que davam para o lado de Jerusalém; e três vezes no dia se punha de joelhos e orava, e dava graças diante do seu Deus” (Dn 6.10).

E quanto a Jesus, o Filho de Deus, a Palavra encarnada? Certamente, ele não tinha necessidade dessa disciplina de oração diária! Será que não tinha uma “linha direta” com o céu que o liberasse de uma disciplina tão “humana”? Entretanto, não é o que se vê, muitas vezes, nos evangelhos: “De madrugada, ainda bem escuro, levantou-se, saiu e foi a um lugar deserto, e ali orava” (Mc 1.35).

Não é possível viver a vida cristã sem contato diário com Deus. Assim como um destacamento do exército não precisa só de armas e munição mas, em primeiro lugar, de radiocomunicação com o quartel-general para não correr o perigo de atacar os próprios companheiros por engano ou se distanciar demais dos outros destacamentos, nós também não podemos saber como agir em meio ao tiroteio do dia-a-dia sem as orientações precisas do nosso Comandante Supremo. O único motivo por que geralmente não temos tal hábito e não encontramos tempo ou força de vontade para manter essa disciplina é a maldita autoconfiança. Pensamos que podemos nos virar bem com a própria experiência, sabedoria e estratégias. Por isso, apenas quando as coisas começam a sair do controle, e entramos em pânico, achamos o tempo e o desespero para orar e clamar por socorro. Confiamos nos recursos da alma e perdemos a chance de viver no Espírito.

Para enfrentar os dias escuros que virão, precisaremos de muito mais do que os recursos da alma. Não teremos condições de discernir o espírito de engano que vem sobre a Terra se o nosso espírito não estiver bem afinado com o Espírito Santo, o Espírito da verdade. Não conseguiremos resistir às tentações sem a graça diária proveniente da leitura da Palavra e da oração. Não saberemos como trabalhar, onde morar, que decisões tomar sem as sábias orientações do Consolador. A melhor estratégia que você pode adotar para o ano de 2009 é levantar um altar diário de comunhão com Deus. Muitas vezes, você não ouvirá a voz de Deus, mas o fato de erguer o altar e oferecer um sacrifício diário tornará seu espírito disponível para Deus, manterá as vias de comunicação abertas e permitirá que seus pés fiquem firmes sobre a rocha mesmo em meio à tempestade.

A pergunta-chave da entrevista final
Nesse contexto, quero destacar uma dica indispensável. Qualquer pessoa séria que deseja desenvolver um hábito saudável ou desvencilhar-se de um vício ou hábito nocivo sabe que precisa de um grupo de apoio. Para isso, existem os Vigilantes do Peso, os Alcoólatras Anônimos etc. Nesse caso também, é de suma importância que tal pessoa procure outros irmãos e amigos que sintam a mesma dificuldade e, assim, possam ajudá-la a manter-se firme na disciplina. Essa deveria ser a função primordial da igreja! Infelizmente, a maioria das igrejas não exerce tal função hoje. Geralmente, nutrem a mentalidade de que basta ser fiel nas reuniões. Porém, quando chegarmos à presença de Deus, ele não nos perguntará em quantas reuniões estivemos ou quantas vezes oramos e lemos a Bíblia. Ele estará interessado em uma única coisa: se nos conhece, e se nós o conhecemos.
Nas parábolas de Jesus sobre os momentos dramáticos da entrevista final que decidirá nosso destino eterno, quando ele despacha alguém, sempre diz: “Nunca vos conheci; apartai-vos de mim…” (Mt 7.21-23; Mt 25.12; Jo 17.3). Deus só se interessa em que as pessoas o conheçam e andem com ele. No fim, nosso “eletrocardiograma” dirá se passamos os dias ouvindo a voz de Deus e lhe obedecendo ou se seguimos os próprios desejos. Portanto, a igreja deveria ser o grupo de apoio que ajuda, incentiva, exorta e repreende até que todos comecem a encontrar-se com Deus individualmente e realmente conhecê-lo.
Deus não receberá manadas no último dia. Ele desejará ver-nos face a face, pessoalmente. E a questão fundamental, o divisor de águas, será se ele nos conhece ou não, se andamos com ele ou não, se nossa vida foi compartilhada com ele ou não.
Portanto, diante do exposto, o que você me diz? Quais são os planos para 2009? Quais são seus temores e medos? Quais são seus sonhos e anseios? Quais são suas expectativas? Você está no centro da vontade de Deus para sua vida? Está ouvindo a voz de Deus com instruções personalizadas? Está obedecendo às ordens de Deus? Você tem-se encontrado com Deus? Sente alegria, ânimo, paz e graça da parte de Deus energizando seu dia-a-dia? Você tem irmãos e amigos com quem compartilha derrotas e vitórias e que lhe desafiam a andar mais perto de Jesus? Se suas respostas não lhe trazem satisfação, preste atenção aos seguintes versículos:
“Pelo que eu vos digo: Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á; pois todo o que pede, recebe; e quem busca, acha; e ao que bate, abrir-se-lhe-á” (Lc 11.9,10).
“Mas buscai primeiro o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas” (Mt 6.33).
“Portanto, vede diligentemente como andais, não como néscios, mas como sábios, usando bem cada oportunidade, porquanto os dias são maus. Por isso, não sejais insensatos, mas entendei qual seja a vontade do Senhor” (Ef 5.15-17)

Postado por: Hadassa Ben HaShem 
Hadassa diz:
UM GRUPO DE APOIO!  É DE SUMA IMPORTÂNCIA QUE PROCUREMOS OUTROS IRMÃOS e AMIGOS que sintam a mesma dificuldade e, assim AJUDARMOS MUTUAMENTE a mater-nos FIRMES na DISCIPLINA.
=> Pergunta que não quer calar : Quem aqui possue um grupo ou 1 irmão(a) para receber e dar SUSTENTABILIDADE espiritual ????

SEMPRE busquei um irmãozinho(a) para isto no corpo , nunca alcancei esta GRAÇA MARAVILHOSA, quisá um GRUPO.  WOW!!!  Isto sim seria um MILAGRE para mim.
S.O.S = Alguém está afim de SUSTENTAR e ser SUSTENTADO nesta DISCIPLINA que gera VIDA de Deus??? Eu preciso.