Mostrando postagens com marcador jovens. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador jovens. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Um exército diferente : JOVENS c/ profunda convicção a respeito de quem são, para onde vão e c/ devoção inegociável à verdade e à integridade.

Comando Delta Espiritual

Durante o ano de 2002, recebi algumas visões a respeito de uma força muito singular, embora ainda bem pequena, que está sendo preparada em diferentes lugares ao redor do mundo. Aqueles que fazem parte desta força têm a mais tenaz resolução de propósito que já vi em parte alguma. De fato, sempre que me lembro deles, a primeira coisa que me vem à mente é sua profunda convicção a respeito de quem são e para onde vão. Também têm uma devoção inegociável à verdade e à integridade.

Embora tenham a tendência de serem severos em suas atitudes, são impelidos por seu amor a Deus e ao seu povo. Não se vê, absolutamente, qualquer elemento de "graça barata" na vida deles; pelo contrário, seu amor é tão grande que, sem hesitação, arriscariam suas vidas até mesmo por uma só das ovelhas do Senhor.

Demonstram surpreendente confiança por causa do treinamento que receberam, porém ao mesmo tempo são tão humildes que sinceramente estimam os outros como mais importantes. É possível que seja o povo mais sobrenaturalmente poderoso que já andou sobre a terra num mesmo período de tempo. Serão conhecidos como "mensageiros do poder de Deus". Serão "brasas de fogo", andando sobre a terra, vindos do próprio trono de Deus, que ajudarão a desencadear avivamento e o mover de Deus aonde quer que forem enviados.


Estes mensageiros de poder já estão vivos e espalhados por toda a terra. É difícil encontrar mais do que três ou quatro em um mesmo lugar atualmente, mas nos próximos meses e anos começarão a formar núcleos um pouco maiores em alguns lugares. Por enquanto, uma mesma congregação que tenha até duas pessoas com este chamado já é algo extraordinário. Muitas congregações não suportam o fogo que arde dentro deste grupo emergente e, em alguns casos, já estão tentando, ou ainda tentarão, se livrar deles.

Estas pessoas têm dificuldade em se encaixar na igreja como está hoje. Estão marchando de acordo com outro ritmo, com outro som. O inimigo vai tentar aproveitar-se desta situação para fazer com que se tornem amarguradas e rebeldes, pois sabe muito bem que esta seria a maneira mais eficaz de desqualificá-las do seu propósito. Mas mesmo que resistam à tentação de serem amarguradas ou rebeldes, a maioria está tão séria e concentrada no seu alvo que não consegue se encaixar na vida da igreja típica de hoje. Por causa disso, o Senhor já está preparando lugares onde poderão se ajuntar com outros que têm o mesmo chamamento. Estas são as "forças especiais" de Deus. Se pudermos compreendê-los, muitos problemas desnecessários poderão ser evitados e toda a igreja poderá se beneficiar grandemente do seu ministério.

Uma das tarefas mais importantes das forças especiais nos exércitos deste mundo é treinar pessoas nativas em outros países para realizar operações e táticas especiais. Da mesma forma, estas forças especiais no campo espiritual serão enviadas pelo mundo inteiro para treinar líderes cristãos nativos em lugares onde grandes avanços espirituais estão prestes a começar. Serão os verdadeiros apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e mestres que cumprirão o mandato de Efésios 4 de equipar os santos para fazer a obra do ministério. Serão enviados para equipar aqueles que estarão à frente do ministério dos últimos dias. Sua grande eficácia em equipar os santos para cumprir seu chamamento será por si só uma grande fonte de poder que começará a transformar radicalmente a igreja.

Um Exército de Jovens

Os mais velhos que vi nesta grande companhia ainda estavam com menos de 30 anos de idade. A maioria ainda são crianças e muitos estão por nascer. Isto me leva a acreditar que o propósito deles se tornará progressivamente mais e mais claro durante as próximas décadas. É verdade que estamos chegando ao fim desta época, mas é também crítico entendermos que ainda temos alguns anos (ou décadas) à nossa frente. Devemos, portanto, preparar-nos para o futuro com estratégia e visão – não com uma mentalidade de escape.

alguns "Josués" e "Calebes" da geração anterior que estão ajudando a preparar estes jovens mensageiros de poder no seu chamamento. Quando Israel falhou e não entrou na Terra Prometida a primeira vez, Josué e Calebe não começaram a se queixar da sua própria geração. Partiram imediatamente para treinar a próxima geração para entrar na terra. Da mesma forma, muitos que fazem parte da geração atual são chamados para ajudar a preparar a próxima e a guiá-la no meio dos acontecimentos vindouros.

Alguns daqueles que são chamados para guiar a próxima geração já estão bem idosos. Serão renovados e haverá uma poderosa unção sobre eles para que ajudem a renovar a igreja. A noiva de Cristo não terá mancha, o que significa que será pura. Não terá rugas, ou seja, será eternamente jovem. Esta unção de juventude virá sobre a igreja de uma forma bem sobrenatural. Os mais idosos começarão a ficar mais jovens e até seus corpos físicos serão vivificados por aquele que é capaz de ressuscitar nossos corpos mortais. Um toque do Senhor poderá nos renovar como nenhum Oil of Olay seria capaz de fazer. Ninguém que está vivo será velho demais para aquilo que virá. Podemos ser renovados em nossas forças.

Entretanto, a maioria daqueles que vi nesta grande companhia que está surgindo era fisicamente jovem. Mesmo alguns que eram bem jovens demonstravam uma atitude de resolução tenaz em seu semblante. Esta era uma característica que todos tinham em comum e era assim que reconheciam um ao outro – por sua concentração séria e inflexível no seu propósito. Isto é impossível de demonstrar, a menos que realmente se tenha uma profunda convicção de quem é, do que está fazendo e do por quê.

Embora haja alguns "Josués" e "Calebes" nesta geração atual, assim como Josué e Calebe eram literalmente "um em um milhão" na sua geração, seus números serão muito pequenos agora também. Alguns dos líderes cristãos atuais estão entre os maiores que já viveram e, como João Batista, estão aqui para preparar o caminho para aquilo que virá. Como João Batista, profetizarão sobre os que virão após eles, mas mesmo assim não os compreenderão plenamente, nem a sua mensagem. Muitos nesta presente geração de líderes estão cumprindo sua missão e o estão fazendo muito bem.

Outra vez, é essencial que estes líderes da presente geração compreendam que seu propósito é preparar e equipar a próxima geração. O ministério para jovens e crianças será o coração e enfoque central de toda congregação que quiser participar deste próximo mover de Deus que se tornará o maior que já veio sobre este mundo.

Uma visão se repetiu várias vezes sobre este assunto: uma menina entre oito e dez anos lutava contra demônios com a coragem, a perseverança e a sabedoria da mais experimentada guerreira. Esta pequena garota nunca teve chance de brincar com bonecas, mas também nem tinha vontade. Ela estava liberando almas e dando coragem a uma grande companhia que vivia todos os dias com um só propósito – de fazer tudo em favor do evangelho. Vi pequenos garotos que nunca brincaram de exército porque estavam no exército de Deus. Eram soldados e tinham uma sabedoria muita além da sua idade. A seriedade nos semblantes destas crianças era algo assombroso. Porém, a paz e a alegria que se estampavam ali também eram algo além do que crianças brincando jamais poderiam experimentar. Estas crianças realmente estavam ali com o objetivo de ver sinais e maravilhas acontecerem.

Pessoas Sem Nome e

Sem Rosto

Já ouvi Paul Cain falar muitas vezes sobre uma visão reincidente, que teve através dos anos, de "pessoas sem nome e sem rosto". Serão pessoas que encherão estádios de multidões para ouvir o evangelho. Curarão toda espécie de doença e até levantarão os mortos, mas ninguém saberá nem o nome deles. Esta é uma visão verdadeira. Creio que vi este mesmo grupo, antes mesmo de conhecer Paul ou de ter ouvido falar da sua visão.

Durante os últimos meses, também tenho recebido uma mesma visão, várias vezes, a respeito deste grupo que virá. Cada vez que se repetia, a visão dava um pouco mais de revelação sobre como será este grupo e quem são as pessoas que farão parte dele. Estou usando o termo "Comando Delta Espiritual" aqui, porque vi que há vários paralelos entre estes futuros "mensageiros de poder" e o Comando Delta do exército norte-americano.

Os Estados Unidos não reconhecem oficialmente nem que o Comando Delta exista, embora todos agora saibam da verdade. Da mesma forma, a igreja, em geral, raramente admitirá que seu "Comando Delta" existe. O Comando Delta é a elite da elite das forças militares dos Estados Unidos e está entre os melhores lutadores e agentes secretos do mundo, porém seus membros jamais querem ser reconhecidos nem receber fama por suas proezas. Por quê? Porque assim que forem conhecidos, não conseguirão mais fazer seu trabalho. De forma semelhante, o Senhor está levantando uma força elite entre os melhores dos melhores da igreja dos últimos dias. Como o Comando Delta, temem o reconhecimento porque comprometeria sua capacidade de realizar sua missão. Eles vivem em função de apenas um propósito – realizar plenamente o que foram colocados nesta terra para fazer. Por isto, seu grande temor realmente é de receberem reconhecimento.

Nosso Maior Inimigo –

O Ciúme

Embora a própria palavra "elite" seja ofensiva a muitos cristãos, a verdade é que o processo de chamar, treinar e equipar esta força especial de cristãos é uma das coisas mais importantes que está acontecendo na terra hoje. O nascimento, desenvolvimento e disposição do Comando Delta é um dos maiores exemplos de perseverança e dedicação à visão profética demonstradas por um pequeno grupo de indivíduos na história militar dos Estados Unidos. Previram a ameaça do terrorismo e, durante décadas antes deste conflito atual, tentaram preparar o país para isto. Enfrentando contínua oposição por parte dos seus colegas oficiais e até de líderes civis do exército, mantiveram firme sua direção e prevaleceram. Quando a hora chegou, estavam prontos e agora estão nas primeiras fileiras nesta guerra. A maioria das pessoas nem sabe o que é o Comando Delta, nem o que está fazendo. E é assim que eles querem que seja.

A razão principal pela constante oposição que o Comando Delta recebia do resto do Exército pode ser resumida em uma palavra: ciúme. Já havia algumas unidades de elite, como os Rangers e os famosos "Boinas Verdes" ou fuzileiros navais, todas as quais se achavam adequadas para o desafio. Ficaram ainda mais ofendidos quando as melhores tropas das suas unidades foram recrutadas para uma força secreta que seria ainda mais focada no alvo e mais elite que elas.

Assim, o maior desafio para a sobrevivência do Comando Delta foi interno, vindo do próprio Exército. Foi só através de um dos maiores exemplos de liderança e visão na história do país que um coronel e alguns generais conseguiram, primeiro desenvolver a visão da Força, e depois levá-la a superar todos os obstáculos.

O mesmo será necessário daqueles que forem chamados para guiar as forças especiais que estão sendo levantadas agora para enfrentar os desafios que virão no mundo espiritual. A maior batalha de sobrevivência será enfrentar ciúme de dentro da igreja. Isto não é nada novo. Está escrito que nosso Senhor foi crucificado por inveja (Ver Mt 27.18; Mc 15.10).

Aqueles que ficarem ofendidos pela palavra "elite" se tornarão em alguns dos maiores obstáculos à preparação do ministério dos últimos dias. Porém, lidar com isto faz parte do treinamento. Há uma força elite de cristãos sendo levantada que é, e precisa ser, muito diferente dos cristãos típicos e mornos das nossas igrejas atuais. Não só terá padrões mais altos, mas terá padrões muito mais altos. Quando esta força for liberada para agir, um só literalmente afugentará mil, e dois perseguirão dez mil.

Muitos vão permitir que o ciúme os transforme em opositores daquilo que virá, mas muitos outros serão tocados em seus corações pela devoção focalizada destes mensageiros de poder e serão despertados do seu sono e das atitudes de mornidão. O resultado final será que a igreja inteira será transformada desta multidão espiritualmente confusa, com que se parece hoje, naquela força disciplinada e poderosa que sempre foi o propósito de Deus para ela.

Conheça Seu Lugar

Assim como o Comando Delta não pode ganhar sozinho uma guerra contra uma outra grande potência, porém depende de toda a força militar dos Estados Unidos, a igreja não poderá ganhar suas batalhas dos últimos dias apenas com suas forças de elite. As táticas em que o Comando Delta foi treinado seriam inúteis num campo de batalha convencional. Da mesma forma, os dons e habilidades espirituais destes "mensageiros de poder" que estão para surgir simplesmente não funcionarão na igreja em geral, nem na maioria das batalhas espirituais que precisam ser travadas. Embora a maioria da igreja hoje esteja dormindo em relação ao tempo em que vivemos e precise ser despertada por esta grande força que está sendo levantada, poucos cristãos foram chamados para fazer parte deste grupo.

Isto significa que a maioria dos cristãos foi chamada para uma posição inferior no exército espiritual? De modo nenhum – apenas diferente. Grande parte das tremendas proezas espirituais será realizada por aqueles que estão labutando regularmente no dia-a-dia das linhas de frente nas suas igrejas locais. Aqueles que demonstram a coragem de segurar a linha contra as grandes investidas do inimigo e que depois ainda se dispõem a deixar a segurança das trincheiras para atacar as fortalezas do inimigo, não são menos heróis do que os outros que estão envolvidos em operações especiais. A maioria dos grandes heróis na história militar foram cozinheiros ou membros da equipe de apoio, que pegaram em armas e lutaram como leões quando houve necessidade. Alguns dos grandes líderes e heróis da fé nos últimos dias também surgirão de origens inesperadas.

A igreja precisa compreender que há uma "força de elite" sendo preparada agora e também descobrir como se relacionar com ela. Esta não ganhará sozinha a vitória completa, contudo contribuirá muito para que seja ganha. Poucos saberão quem eram estas pessoas ou o que fizeram, mas isto é exatamente o que estes guerreiros preferem.

Lembremos também que os generais que dirigem grandes exércitos, comandam navios ou pilotam aviões certamente são tão importantes quanto aqueles que podem liderar pequenas unidades especiais. Todos precisamos uns dos outros e todos precisamos estar seguros no nosso próprio chamamento.

Porém, assim como as forças especiais do exército dos Estados Unidos se dedicam à excelência que ajuda a elevar o padrão de todo o contingente militar, estas forças especiais que estão sendo levantadas agora na igreja ajudarão a despertar os demais e a elevar o padrão de todos os verdadeiros cristãos.

Escolha do Pai no Reino?

"A democracia é um dos grandes presentes de Deus para a humanidade." Para a condição caída do homem, é a melhor e mais segura forma de governo. As liberdades que vieram através do estabelecimento da democracia na Terra também estão ajudando a preparar o mundo para a vinda do reino, porque "onde o Espírito do Senhor estiver, aí também haverá liberdade" (2 Co 3.17). Mesmo assim, o reino não é uma democracia – e nunca será. Há uma "aristocracia" no céu e muitas das recompensas por nossa fidelidade na Terra irão durar pela eternidade. A mais fundamental dessas recompensas é justamente nossa posição no céu. Nós não seremos todos iguais lá e as Escrituras são bem claras sobre isto. Há posições no céu, chegando até ao privilégio de sentar-se à direita e à esquerda do Pai, as quais estão sendo determinadas por nossas vidas aqui na Terra.

É exatamente sobre esta ordem e posição no céu que o apóstolo estava falando, quando disse em Filipenses 3.13-14: "Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus". Paulo não estava falando sobre salvação aqui, pois ele estava totalmente redimido e salvo desde o primeiro momento em que creu na expiação da cruz. O que ele chama de "chamado para o alto" ou "alta vocação" era justamente o chamado para subir para mais perto de Deus. Paulo entendia que havia muito mais a buscar do que salvação, o que se transformou na poderosa força motriz por trás de sua grande devoção.

Todo aquele que começa a vislumbrar esta alta vocação será compelido a deixar de lado todo e qualquer obstáculo a fim de correr a corrida e ganhar o prêmio. Não há nenhum empreendimento semelhante no universo que possa se comparar com a oportunidade que temos de alcançar esta posição em Cristo. Para aqueles que percebem o chamado, não haverá maior ambição do que esta, de ouvir no dia do grande julgamento: "Bem está, servo bom e fiel" (Mt 25.21). Na verdade, todo aquele que tenha visto o Rei exaltado que servimos e que não esteja ardendo com intensa paixão para fazer todas as coisas por amor a ele, certamente já caiu num terrível engano. Aqueles que verdadeiramente seguem o Rei vivem para fazer a vontade do Mestre.

Mesmo assim, para vencer esta corrida, teremos de subir acima do nível onde se busca a própria ordem e posição. Isto parece um paradoxo – e é. Para vencer esta corrida, precisamos nos esvaziar a tal ponto de ambição egoísta e encher-nos tanto de amor por Deus e por nossos companheiros soldados da cruz, que faremos todas as coisas para sua glória e para o benefício deles, não apenas em função de uma possível posição que possamos alcançar. Para vencer a corrida, precisamos crescer em amor por nosso semelhante, a ponto de entregarmos voluntariamente nossa vida em  lugar  deles. É buscando nosso próprio interesse que perdemos e, por estar prontos a perder nossa vida para o bem do outro, que ganhamos. A mais alta posição é realmente para aquele que quiser ser o servo de todos.

Uma característica interessante do Comando Delta do Exército dos Estados Unidos é que eles não observam os protocolos militares normais. Não fazem continência aos oficiais e até o homem de menor graduação chama o coronel pelo seu primeiro nome. Como pode uma força de elite ser tão faltosa nessas disciplinas militares básicas? Quando você é o melhor, realmente deixa de se importar com títulos e ordem. Da mesma maneira, aqueles que alcançaram as mais altas posições no reino chegaram lá, em parte, justamente por não mais se preocuparem com tais coisas. É provavelmente por isto que até o grande apóstolo Paulo, perto do fim da sua vida, não achou que tinha atingido a alta vocação e estava determinado a prosseguir firme para o alvo.

É claro que uma das razões pelas quais o Comando Delta não observa protocolos militares é que não querem ser reconhecidos nem como militares e não querem que alguém chegue e os chame por algum título ou tratamento hierárquico, que denuncie sua verdadeira identidade. De toda forma, se um sargento no Comando Delta é quem tem maior perícia naquela área que será mais importante numa determinada missão, é ele que receberá a incumbência de conduzir aquela missão e o coronel irá segui-lo. Num certo sentido, eles subiram acima de questões de posição e estão num lugar onde reconhecem que os ungidos lideram. Isto é porque subiram ao lugar onde o importante é dar atenção àquilo que é importante, que é realizar o trabalho.

Da mesma forma, aqueles que forem os maiores apóstolos, profetas etc., que em breve serão liberados na Terra, ligarão pouco para tais títulos. Na realidade, prefeririam não ser conhecidos por títulos. Eles não fazem coisas para serem reconhecidos, mas procurarão propositadamente se tornar "sem reputação". Entretanto, serão usados para realizar os mais extraordinários milagres, às vezes enchendo estádios e conduzindo multidões à salvação; mas partirão antes que alguém descubra quem são. É suficiente para eles serem reconhecidos por seu Rei e serem simplesmente capazes de fazer sua vontade. Buscam sua recompensa no céu, não na Terra.

Se o exército regular tentasse funcionar com as regras do Comando Delta, logo degeneraria numa multidão indisciplinada que seria presa fácil a uma força muito menor que tivesse rígida disciplina militar. Embora os títulos estejam sendo usados de forma abusada em grande parte na igreja hoje, ainda precisamos deles. Há posições de autoridade na igreja que precisam ser reconhecidas a fim de se receber benefício espiritual delas (veja Mt 10.41).

Por este motivo, não é errado reconhecer as posições de autoridade na igreja. Entretanto, quanto mais verdadeira autoridade espiritual a pessoa tiver, menos ela se importará com reconhecimento humano. Aqueles que mais quiserem exigir reconhecimento, menos autoridade verdadeira terão – ou serão até mesmo falsos. Jezabel se intitulou profetiza (Ap 2.20). Precisamos aprender a examinar aqueles que se intitulam apóstolos e não o são, como também aqueles que usam qualquer outro título.

Conclusão

Já fui acusado muitas vezes de tentar levantar "uma elite cristã". Quero deixar claro que sou plenamente culpado das acusações. Quanto mais o Senhor me mostra sobre esta força espiritual que está para surgir, mais dedicado fico a este propósito. Entretanto, não vejo em mim um líder deste grupo, nem mesmo um dos seus líderes. Estou simplesmente tentando abrir um espaço para eles por ter visto algo da sua importância.

De fato, temos alguns que foram chamados para fazer parte desta grande companhia nas nossas congregações e em cada classe da nossa Escola MorningStar de Ministério. Porém, são apenas alguns poucos indivíduos em cada um destes lugares. Posso discerni-los porque são muito diferentes. Enquanto outros estão crescendo espiritualmente, estes estão crescendo radicalmente. Enquanto outros estão se divertindo, estes estão orando, estudando, saindo para as ruas para testemunhar, expulsar demônios e orar pelos enfermos. É assim que passam seu "tempo de lazer".

A igreja perfeita se modela perfeitamente no ministério do próprio Senhor. Seu ministério era para as multidões, mas tinha outro grupo menor ao qual dava mais atenção. E entre estes, havia um outro grupo menor ainda com quem compartilhava tudo. Esta é a razão, eu creio, por que tanto o Tabernáculo de Moisés como os diferentes templos tinham todos três repartições.

Se só quisermos ministrar à elite e não tivermos nada para as multidões, ficaremos desequilibrados e possivelmente enganados e sectários. Se só ministrarmos às multidões e não tivermos um grupo que estamos ajudando a avançar mais para frente, para cima e com mais profundidade, teremos uma tendência de ser muito superficiais e de talvez promover a mornidão e a misericórdia sem santidade.

Assim como o Átrio Exterior era a parte maior do tabernáculo, onde se encontrava sempre o maior número de pessoas, creio que a maior parte do nosso ministério precisa ser justamente aquela que atrairá a multidão. Porém, depois que as pessoas entrarem, precisam entender que podem avançar em Deus o quanto quiserem. Este é o seu chamamento.

Aqueles que quiserem prosseguir também precisam saber que o padrão para os que vão ministrar no Santo dos Santos é muito diferente. Algumas coisas que passavam no Átrio Exterior podem morrer no Santo Lugar. O caminho está aberto a todos, mas você precisa ir ao altar e morrer, ir à bacia e ser purificado e entender que quando você entra no Santo Lugar, não haverá nenhuma luz natural lá. A única luz que iluminará o local, depois de entrarmos lá, é a luz da unção do Espírito Santo. Enquanto prosseguimos para este compartimento final, que é o menor de todos, a única luz é da glória do Senhor. Ser capaz de ficar e ministrar na unção e na glória é algo muito além da capacidade da maioria das pessoas. Muitos desmaiam e ficam "prostrados no Espírito", apenas por chegarem perto. Entretanto, nós devemos aprender a ficar e a cumprir nossas tarefas, até na sua presença manifesta. Os maduros aprenderam a não cair. Mais do que qualquer coisa, precisamos daqueles que possam ficar — ficar na sua presença, como também ficar firmes contra qualquer investida do diabo. O Senhor está novamente fazendo a grande pergunta que fez através de Jeremias:

"Mas quem esteve no conselho do Senhor e viu e ouviu a sua palavra? Quem esteve atento à sua palavra e a ela atendeu?

"Eis que saiu com indignação a tempestade do Senhor; e uma tempestade penosa cairá cruelmente sobre a cabeça dos ímpios.

"Não se desviará a ira do Senhor, até que execute e cumpra os desígnios do seu coração; nos últimos dias entendereis isso claramente.

"Não mandei esses profetas, contudo eles foram correndo; não lhes falei, contudo eles profetizaram.

"Mas, se estivessem estado no meu conselho(Intinidade diária c/ o PAI), então teriam feito o meu povo ouvir as minhas palavras, e o teriam feito voltar do seu mal caminho, e da maldade das suas ações" (Jeremias 23.18-22).


By Rick Joyner - http://welbertyuri.multiply.com

Postado por: Hadassa ben HaShem

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Estamos perdendo uma geração. 74% dos jovens criados na igreja, a deixam e não voltam mais -> uma CRISE de proporções gigantescas.

O barco furado do evangelho moderno.
http://www.geracaobenjamim.com/modules/smartsection/item.php?itemid=104

Todos nós sabemos das estatísticas dos jovens que abandonam a sua fé depois de sair da casa dos seus pais, 74%. E todos estão lamentando o fato que tantos jovens criados na igreja, passarão eternidade no inferno. Ou, se não estão lamentando, deveriam estar. Mas a pergunta que ninguém está fazendo é: “por quê?”. Meu amigo, se de 3 em 4 crianças de repente começam cair mortas, seria uma crise nacional e tudo seria feito para tentar descobrir a razão para parar a epidemia. E isso é o que temos que fazer: parar a epidemia. Quantos jovens irão desviar, até os pais e líderes acordarem e declararem uma emergência de estado para encontrar uma solução?

Primeiro, eu acho que estamos olhando para a situação errôniamente. Hoje geralmente a conversa é sobre quantas pessoas estão deixando as igrejas, quantos estão desviando, quantos estão "perdendo a sua salvação". Sem duvida eu vejo o êxodo em massa acontecendo, mas eu não estou tão certo de que todos estão desviando ou perdendo sua salvação. Eu estou mais do que nunca nada convencido de que eles tiveram algo para perder no começo. Quem pode dizer que eles uma vez foram salvos, os seus pais? A mãe do Adolfe Hitler também achava seu filho um bom menino.

E se você pararem para escutar as razões deles por terem saíndo, você rapidamente vai entender o que estou falando. Meu medo é que temos enchido nossas igrejas com pecadores indo para inferno e fizemos o nosso melhor para convencer-los do contrário. A verdade é que nós temos oferecido a eles nada menos do que um falso evangelho. Você está triste? Venha para Jesus. Ele fará você feliz. Seu casamento está mal? Venha para Jesus. Ele concerta. Os seus filhos estão usando drogas? Venha para Jesus. Ele os trará de volta. Você quer ser abençoado? Venha para Jesus, Ele é dono do gado sobre mil montanhas. E a lista continua. Todos papos de venda, “marketing” Jesus.

É raro que você escute uma boa e velha mensagem bíblica sobre a salvação. "Você é um pecador que tem ofendido um Deus santo e você merece sofrer debaixo da Sua ira por toda a eternidade." Isso é algo que você não vai ouvir muitas vezes não. Logo haverá uma regra para que não devemos mencionar pecado ou inferno no pulpito por medo de assustar os ‘clientes’ e eles irem embora. Assim, em vez de falar a verdade a eles, nós vendemos uma mentira. "Claro que Jesus aceitará você no seu pecado. Ele compreende e ama você."

Ser salvo hoje não é realmente sobre o perdão, mas o conforto. Sim, confessamos os nossos pecados, mas somente para que o sentimento de culpa seja tirado. Não é sobre a ofensa; é sobre como nós nos sentimos. “Eu me sinto culpado. Eu não me sinto bem comigo mesmo por causa de todas as coisas erradas que tenho feito”. Sentimentos??? E o Deus? O que falar do fato de que seu filho sofreu na cruz? Vamos falar sobre não se sentir bem. Caraca meu, se liga....; não é sobre você. O perdão não é somente para nós podermos sentir melhores. É sobre nós sendo reconciliados com Deus. Nós precisamos ser reconciliados com Ele. Nós temos ofendidos Ele. Ele não fez nada de errado para nós. Ainda assim, Ele nos oferece perdão para os nossos pecados, mas não para que podermos sentir-nos melhores. É para Ele pode se sentir melhor sobre nós.

Recentemente um amigo meu decidiu voltar ao mundo porque ele não estava feliz com Jesus. E? Não entendi. E daí? Você veio a Jesus para ser feliz? Foi essa a sua motivação? Porque se foi, o minuto que aquele sentimento de estar andando sobre as nuvens, uma hora some, e você também vai. Quem te prometeu felicidade, além do vendedor na frente? Deus nunca prometeu a felicidade. Ele prometeu perdão, Ele prometeu a vida eterna. Mas, Ele nunca disse que seria feliz. E realmente, quem se importa? Que importa se eu vivo para Ele na pior miséria nesta terra, se depois essa vida curta acaba, eu me acho andando com Ele no céu.

O evangelho de hoje é totalemente sobre o temporário, o que você quer, como você se sente. É falso. Eu não estou falando que Deus não pode usar uma pequena parte da verdade escondida em algum lugar para salvar uma pessoa. Ele pode e faz. Deus uma vez usou até uma mula para falar. Pode-se falar que Ele ainda faz todos os domingos nos púlpitos espalhados por todo o mundo. Pessoas convertem, sem dúvida, toda semana, mas muitos mais não contunuarem até o fim. E aqui eu falo, não; eu não acredito que todos que dizem convertidos nas igrejas convertem de verdade. E assim eu não acredito que todos que saem, foram salvos. Se fossem, nem mesmo eles sabiam do que ou para quê. Ninguém falou para eles que estavam indo para o inferno. Ninguém falou para eles que a ira de Deus estava pendurado acima de suas cabeças. Pois se eles foram salvos por esse motivo, sabendo da ameaça de inferno e a ira de Deus e o perdão oferecido, eles nunca teriam afastados, felizes ou não. Você não abandonará a única coisa que te dá segurança eterna e paz com Deus por nada, especialmente por algo tão banal com “não sentir-se feliz”. E esse é o verdadeiro evangelho. Um falso evangelho sempre produzirá falsos convertidos.

Jeremias 5.30-31; Uma coisa espantosa e horrível acontece nesta terra: Os profetas profetizam mentiras, os sacerdotes governam por sua própria autoridade, e o meu povo gosta dessas coisas. Mas o que vocês farão quando tudo isso chegar ao fim?

Devo falar mais? Acho que Jeremias já falou tudo. Os profetas são mentirosos, os pastores colocados por si mesmos e não por Deus, e um povo desviado que gosta disso. E o que não há de gostar. Os profetas falam de benções chegando e muitos outros assuntos que nos deixam arrepiados. Mas que choque que devemos enfrentar se percebemos que um falso evangelho abunda e transborda em nossas igrejas evangélicas; um evangelho que produz lágrimas na hora, mas nenhuma mudança de vida, nenhum arrependiemnto, e assim nenhuma esperança de vida eterna.

Estamos verdadeiramente vivendo dias do tipo que Amos profetizou.

Amos 8.12; "Estão chegando os dias", declara o Senhor, o Soberano, "em que enviarei fome a toda esta terra; não fome de comida nem sede de água, mas fome e sede de ouvir as palavras do Senhor. Os homens vaguearão de um mar a outro, do Norte ao Oriente, buscando a palavra do Senhor, mas não a encontrarão”.

Existe uma grande falta da Palavra do Senhor nos púlpitos hoje, isso é sem discussão. Mas onde está a fome? Onde estão aqueles com fome e sede das verdadeiras palavras do Senhor? Que isso pode ser o nosso clamor a Deus: “Mande uma fome das suas palavras, para seu evangelho pleno sendo pregado e resultando em convertidos de verdade, baseados na Palavra de Deus”.

Só que o perigo é que ainda tendo fome, onde acharão? Onde estão os profetas do Senhor hoje que mandam a verdade? Onde estão os mestres que manjam na Palavra? Onde estão os pastores que estão mais preocupados em agradar Deus do que aos homens? Se houver uma fome pela palavra de Deus, quem vai saciar. Eles, “vaguearão de um mar a outro, do Norte ao Oriente, buscando a palavra do Senhor, mas não a encontrarão”. E é isso que me deixe mais triste ainda. Os jovens estão saindo das igrejas, nunca tendo sido salvos. Ouviram um falso evangelho que talvez trouxesse um momento emocional e umas mudanças temporárias, mas não houve um arrependimento verdadeiro que traz uma mudança eterna.

1 João 2.19; Eles saíram do nosso meio, mas na realidade não eram dos nossos, pois, se fossem dos nossos, teriam permanecido conosco; o fato de terem saído mostra que nenhum deles era dos nossos.

Falsos profetas, “im-pastores” nos púlpitos, falso evangelho nas suas bocas, 74% dos jovens criados na igreja deixarão a igreja (não a fé que nunca tiveram) para não voltarem mais. É uma crise de proporções gigantescas.

Nós precisamos pular fora desse barco furado do evangelho moderno que promete coisas que nem Deus prometeu. Temos que pular antes que seja tarde demais, pois esse barco está indo para o fundo. Deus vai fazer questão disso. Um falso evangelho além de produzir falso convertidos é uma ofensa a Deus.

Gálatas 1.8; Que a maldição de Deus caia sobre qualquer um, até eu mesmo, que pregar uma mensagem diferente daquela que nós falamos para vocês. Ainda se um anjo vier do céu e pregar uma mensagem diferente, que ele seja amaldiçoado para sempre.

Quantos jovens vão deixar a igreja até os pais e líderes acordarem e entrarem em crise e começarem pregar as Boas Notícias verdadeiras que dão vida?

Coloquem a trombeta em seus lábios! Estamos perdendo uma geração.


Jeff
POSTADO POR: Dani Porchat

domingo, 31 de outubro de 2010

“Deus quer que os JOVENS vençam o mundo e não no mundo”. Quer que sejam sal e luz, que TRANSFORMEM o mundo.

** http://www.revistaimpacto.com.br/?modulo=materia&id=553 **
Não é novidade alguma afirmar que o período de transição, a fase chamada de adolescência, tornou-se fundamental na vida de uma pessoa. É nele que se determinam rumos que geralmente serão mantidos durante o resto da vida. São anos de formação, decisão, definição.



É muito importante que as implicações dessa fase sejam levadas a sério pelas famílias e pela igreja. Enquanto ignoramos a verdade sobre a adolescência, nossos jovens estão sendo conduzidos a uma realidade de completa vulnerabilidade ao que o mundo lhes oferece. Justamente quando os hormônios estão produzindo tantas mudanças, o mundo lhes apresenta um constante e intenso apelo à sexualidade. Exatamente quando surgem as dúvidas existenciais, não há quem os ouça com atenção e tenha disposição de guiá-los até as respostas de que precisam. No momento em que eles se veem diante de grandes decisões, também percebem que não têm instrumentos para decidir corretamente porque ninguém os levou a sério.



Os dois principais ambientes que podem ajudar a suprir as necessidades dos adolescentes são a família e a igreja.



Pais espirituais



Não há tarefa mais especial do que ser pai e mãe. Já que vamos a Deus por causa de tantas outras coisas, por que não o buscamos também – como Pai – para saber como agir com nossos filhos?



Pais espirituais oram todos os dias pelos filhos; procuram saber qual é o projeto de Deus para eles e não abrem mão de ajudá-los a cumpri-lo. Pais espirituais participam das decisões dos filhos com exortação, conselho e amor. Pais carnais dizem que filhos crescidos devem se virar sozinhos. No Reino, nunca devemos agir sozinhos; não importa a idade ou a maturidade, sempre precisamos uns dos outros. Nossos filhos precisam de nós.



Um alerta: ser espiritual é muito diferente de ser religioso. Pais religiosos parecem santos; os espirituais buscam realmente ser como Jesus. Pais religiosos espantam os filhos; os espirituais os atraem. Precisamos ter uma vida cristã cheia da paz, da justiça e do gozo que caracterizam o Reino. Isso atrairá nossos filhos e os manterá seguros no ambiente agradável de casa proporcionado pela presença do Espírito.



Com a consciência de que criar filhos é uma tarefa que requer espiritualidade, trate de maneira espiritual as mudanças naturais que seus filhos vivem. Não se deve ver pecado em tudo como faz o típico religioso; procure ver Deus e o seu propósito em tudo, e guie os filhos nessa direção. A puberdade, os hormônios, as mudanças no corpo, o interesse sexual – Deus tem um propósito para essas coisas. Conheça-o e ajude seu filho a se guardar para ele.



Acima de tudo, creia. É verdade que devemos fazer tudo o que o Pai nos manda, mas precisamos pôr nossa fé nele e não em nossa obediência. Nossa fé precisa estar no Filho de Deus que nos amou e a si mesmo se entregou por nós (Gl 2.20). Essa atitude nos ajudará a permanecermos fiéis quando surgirem as crises. Ainda que os filhos enfrentem problemas, nossa fé no Filho, em seu amor e na sua cruz nos ajudará a perseverar e receber o cumprimento das promessas do Senhor.



Pais que ajudam a descobrir a missão dos filhos



Há três decisões importantes na vida de um jovem: missão, profissão e casamento. Essas decisões são espirituais, têm implicações eternas e devem ser consideradas nessa ordem. Pais espirituais fazem a pergunta dos pais de Sansão:



Então disse Manoá: Quando se cumprirem as tuas palavras, qual será o modo de viver do menino, e o seu serviço? (Jz 13.12).



Essa é uma pergunta sobre missão. Manoá e sua esposa queriam ser guiados por Deus na educação de um filho que tinha um chamado especial. Seus filhos também foram chamados! Você sabe para quê? A resposta a essa pergunta lhe dirá como deve criá-los, como devem viver.



A maioria dos pais pensa primeiro na profissão e trabalha duro para que os filhos vençam no mundo. Como afirma o querido irmão Jamê Nobre: “Deus quer que eles vençam o mundo e não no mundo”. Quer que sejam sal e luz, que transtornem o mundo.



A maioria dos filhos pensa muito mais no terceiro assunto – não em casamento, infelizmente, mas em namoro. Acabam envolvendo-se com alguém do sexo oposto antes de se envolverem com seu chamado. Às vezes, interessam-se por estudo e profissão, mas raramente experimentam na juventude a preciosidade de envolver-se com o chamado pessoal do Senhor para eles.



Isso está errado! Nossos filhos devem descobrir conosco o chamado de Deus para eles. Esse deve ser o motivo da profissão e o critério para se procurar o cônjuge. Pais espirituais ajudam os filhos a encontrarem, no Senhor, essas respostas e a andarem nelas. Pais carnais deixam os filhos descobrirem sozinhos, porque não discernem essas coisas espiritualmente.

Nos países considerados de primeiro mundo, os pais, muito cedo, deixam os filhos agirem e decidirem conforme seus próprios pensamentos. Isso é maldade. A juventude desses países não é melhor por isso; aliás, é muito pior. O mundo cobra decisões, mas não ensina a tomá-las corretamente. Pais espirituais pastoreiam os filhos para que aprendam a ouvir Deus e a tornar-se homens e mulheres guiados pelo Espírito Santo.



Pais amigos



A amizade com os filhos se conquista com afeto e coerência. Filhos amados e guiados pelo exemplo e sabedoria dos pais os reconhecerão como amigos. A amizade permite o diálogo aberto que ajuda a evitar decisões erradas. Há muitos problemas considerados normais na adolescência que são, na verdade, consequências do péssimo relacionamento entre pais e filhos. Vícios, violência e outros “desvios de comportamento” poderiam ser evitados se os filhos pudessem conversar com os pais sobre tudo; sobre sentimentos, pensamentos, tentações e ansiedades.



O problema é que muitos pais “não têm tempo”. Filhos precisam de qualidade e quantidade de tempo. Relacionamentos não acontecem, são construídos. É preciso estar junto, conviver, conversar, relacionar-se. Sugiro uma avaliação de nossas rotinas e prioridades. Será que podemos viver com menos dinheiro a fim de ter mais relacionamento com os filhos? Será que não vale a pena deixar de almejar as riquezas e cuidar da herança que já recebemos (Sl 127.3)?



Família, viva como igreja!



Um jovem cristão me disse, certa vez, que quando comparava sua casa com a casa de seus amigos não cristãos, sentia que eram eles que tinham mais alegria. Quando crescem, as crianças deixam de ter um olhar ingênuo e passam a perceber e questionar o que veem. Infelizmente, as famílias têm sido um lugar de decepção e frustração para muitos jovens. O ambiente familiar hostil e nada espiritual tem afastado nossos filhos do lugar que mais deveria protegê-los.



Nossa casa precisa ser o melhor lugar do mundo para eles. Para isso, temos de trazer o viver da igreja de volta ao lar. Quando nossa casa for como igreja, nossos filhos voltarão a sentir-se bem nos demais ambientes da igreja. Caso contrário, continuaremos a conviver com pais “crentes” e filhos “desviados”.



Casas que funcionam como igreja são famílias que vivem o verdadeiro evangelho e cultivam a presença de Deus. São casas onde não se professa uma religião, mas se experimenta uma relação pessoal, informal e prazerosa com Jesus. A tradição religiosa fez com que os princípios bíblicos fossem aplicados apenas nos “momentos de culto”. Na “igreja” se vive de um jeito e na casa, de outro. Os filhos percebem tudo e acabam por revoltar-se contra a forma religiosa e errada de igreja que conhecem.



Quando Deus planejou a igreja, criou a família. Igreja e família são, portanto, dimensões diferentes do mesmo organismo. Tudo o que está escrito sobre o viver da igreja deveria ser vivido em família; afinal, igreja são pessoas e não instituições e prédios.



Por exemplo, em Mateus 18.20 está escrito: “Porque onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou no meio deles”. Normalmente, utiliza-se esse texto quando há poucos presentes em reuniões de oração com o fim de animar as pessoas a orarem. Mas qual é o lugar onde, desde seu surgimento, só tem duas ou três pessoas? Onde há pelo menos um casal unido em nome de Jesus? Na família. Portanto, Deus quer estar no meio dos casais, entre pais e filhos, unindo irmãos.



Se igreja é casa de Deus, a família precisa ser o lugar onde se experimenta a presença de Deus; se igreja é Corpo de Cristo, a família precisa ser o ambiente em que os dons são utilizados para edificação mútua; se igreja é família de Deus, cada lar tem um Pai soberano para dar direção e distribuir os recursos como quer.



A nova geração não tolera mornidão e hipocrisia. Está cansada de religião e cercada pelo mundo. Casas cheias da presença de Deus, fundamentadas na verdade do evangelho e recheadas com o genuíno amor do Pai, são como montes altos para onde nossos jovens podem correr e equipar-se para a hostil peregrinação nesta Terra.



Igreja, viva como família!



Muitos pastores tentam produzir um ambiente atrativo para o jovem por meio de uma programação direcionada. Esse é um desejo louvável, mas perigoso. Igreja são pessoas. Uma igreja atraente são pessoas cheias da vida de Jesus. O Senhor disse que atrairia todos a si mesmo quando fosse levantado da terra (Jo 12.32). Para ser uma igreja atraente, é preciso começar a viver e pregar Jesus Cristo crucificado (1 Co 2.2). O verdadeiro evangelho é o poder de Deus. Atividades podem atrair os jovens às reuniões, mas não os prenderão em Cristo. Uma comunhão genuína com o Corpo, isso sim, prende ao Cabeça.



Precisa haver estratégias que exponham os jovens ao Espírito Santo num ambiente de relacionamento entre iguais e também em ambientes transgeracionais. É assim que toda boa família funciona.



Não quero apresentar modelos de ministério a jovens, mas quero defender um estilo de vida de igreja que é atraente a qualquer pessoa de qualquer idade: amor e verdade. Deus é amor e seu Filho é a verdade. A igreja deve ser uma família marcada pelas características do Pai e do Filho. Uma igreja assim segue o modelo da Trindade: Pai, Filho e Ajudador (Espírito Santo). A igreja é a grande família de Deus na qual ele se manifesta por intermédio de muitos pais, muitos filhos, muitas ajudadoras e muitos irmãos. Assim, qualquer pessoa que passa a fazer parte da igreja encontra uma família completa. É assim que Deus faz o solitário habitar em família (Sl 68.6)!



Quantos jovens feridos pelo abandono podem ser curados na igreja! Quantas moças marcadas pelo mundo podem ser saradas na família de Deus! Quanta fúria e amargura da juventude transviada de hoje podem ser aplacadas pelo amor e pela verdade de Cristo em sua igreja! As famílias da igreja precisam ser o lugar onde nossos filhos fazem amizades, onde são guardados e preparados para enfrentar o mundo. Precisamos juntar, em nossas casas, as forças da Palavra e da oração em comunhão para que nossos jovens conheçam o Senhor. Se eles o conhecerem, serão tão atraídos a ele que não conseguirão deixá-lo.



Nesse ambiente, Deus poderá levantar pessoas que tenham graça para ajudar a nova geração a conhecer a Cristo e a viver toda a plenitude e alegria de seu Reino – pessoas com dons, com um jeito de ser, uma história de vida e uma linguagem que lhes permitam acessar o coração dos jovens. Tais pessoas nunca devem (nem podem) substituir os pais. Podem, entretanto, cooperar com a família natural agindo como pais espirituais. Os pais são responsáveis pelos filhos, mas não podem fazer isso sozinhos. A igreja é a família de Deus. Deus reparte dons com pessoas que podem ser pais que ajudam outros pais.



O mundo descobriu como doutrinar os jovens em seus sofismas. Gerações inteiras têm sido perdidas por causa disso. Como igreja, precisamos considerar as peculiaridades deste momento da história para saber as situações pela quais os jovens estão passando e oferecer-lhes um lugar de amor, ensino e alegria a fim de poderem abrir-se e ser pastoreados. Essa necessidade deve levar-nos a ouvir de Deus como alcançar o coração da nova geração.



Há 19 anos, tenho estado com jovens em diversas partes do Brasil. Estive em congregações que tinham um trabalho específico com jovens e em outras que não tinham. O problema daquelas que têm atividades separadas é que departamentalizam a família em “ministérios”. Isso acaba favorecendo a fragmentação da família que Deus criou para ser uma unidade e não um conjunto de indivíduos isolados. Além disso, não se pode ajudar um jovem sem considerá-lo em seu contexto familiar.



As congregações que não têm trabalho específico com jovens, por outro lado, erram por desconsiderar a necessidade de oferecer relacionamentos fora da família que cooperem com os pais no papel de guiar os filhos a Jesus. Nenhum de nós consegue, sozinho, cumprir cabalmente o chamado para cuidar dos filhos. Por isso, a igreja é um corpo de muitas partes e cada uma delas tem capacidades, dons e graça para ajudar as demais.



Penso que a igreja deve investir em práticas com jovens que considerem o contexto social, espiritual e familiar em que vivem. Pastores que ajudem os pais na condução das ovelhinhas do Senhor ao projeto que tem para elas. Estratégias que utilizem o contexto do jovem para ensiná-lo a viver tudo o que qualquer filho de Deus de qualquer época e idade tem o privilégio de viver.



É importante que nossos filhos tenham amigos espirituais com quem possam conviver e crescer no Senhor; gente que compreenda o tempo e os conflitos em que vivem. Mesmo no mundo individualista em que estamos, sempre surgem os candidatos a amigos. Deus pode alcançar pessoas perdidas por meio de amizades com os jovens que já foram transformados. É essencial, porém, que antes sejam fortalecidos e edificados com amizades saudáveis na família de Deus.
por Tony Felicio

POSTADO por : Dani Porchat

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Jovens, Vocês São Uma Geração Perigosa - Melody Green

Satanás sabe que se não conseguir aprisioná-lo em suas garras, certamente você se virará contra ele com intensa vingança. Ele sabe que há dentro de você um cuidado que Deus lhe deu em favor dos fracos e perdidos.
É tempo de deixar o passado para trás. Reconheça que é um alvo do inimigo. Fique esperto. Drible os tiros. Ache uma estratégia. E dê a largada.
**Jovens, disponham-se ao Senhor**

Você já assistiu a um filme em cujo roteiro, o tempo inteiro, estão tentando matar alguém – só que essa pessoa não percebe que está sendo perseguida? Coisas estranhas acontecem, uma após a outra: a vítima escapa por pouco, pensa que foi apenas um acidente; uma explosão quase a atinge, e assim vai. O espectador sabe o que está acontecendo. Espera ansiosamente que a pessoa logo perceba que estão tentando eliminá-la. Que é um alvo para o inimigo.



Entretanto é necessário que transcorra mais da metade do filme para que o “alvo” se perceba em perigo. Finalmente, quando a “ficha cai”, ele começa a ficar esperto. A fugir do perigo. A defender-se. A driblar os tiros. A planejar contra-ataques. A ganhar.



Porém, mesmo depois de descobrir que é um alvo, geralmente é só no finalzinho do filme que consegue compreender POR QUE está sendo perseguido, POR QUE é um alvo. Finalmente, percebe que é algo em seu poder, ou algo que sabe... ou, talvez, simplesmente por ser quem é... que faz com que seja tão importante sua eliminação pelo inimigo.



É exatamente isso que acontece com a sua geração.



Às vezes, é necessário reconhecer a intensidade do ataque do inimigo para poder perceber o tamanho da ameaça que você representa – quão perigosos você e sua geração realmente são.



Sua geração é uma enorme ameaça ao inimigo. Por quê? Por causa do tamanho do chamado de Deus sobre suas vidas. Por causa da tremenda e intensa unção que Deus há de colocar sobre vocês, assim que reconhecerem QUEM são, de fato, nele. Sua geração não se parece com nenhuma outra que tenha vivido até agora. Sobre ela está a unção dos últimos dias – que cura os doentes, levanta os mortos, e introduz multidões no Reino através do seu testemunho e ministério. Há um poderoso chamado sobre toda sua geração.



É por isso que o inimigo deseja eliminar sua vida. É por isso que tem preparado tantas armadilhas para você.



Pense sobre isso.



Em primeiro lugar, há as drogas. Muitos tipos de drogas. Até algumas gerações atrás, havia somente erva (maconha) e ácido (LSD), além de algumas substâncias mais fortes. Hoje existem muito mais variedades de drogas. Além da maior diversidade, são mais fortes do que as anteriores – e mais fáceis de serem obtidas. Quem conseguiria cumprir o destino de sua vida com uma mente confusa e embotada?



Depois, tem o problema do sexo. Bem, sempre existiu o sexo. Mas agora com a AIDS e as várias DST (doenças sexualmente transmissíveis), você pode morrer como conseqüência de praticar o sexo – mesmo que seja uma só vez. É impossível cumprir o seu destino se estiver doente – ou morto.



Existe muito abuso sexual também. Uma grande porcentagem de vocês já foi abusada sexualmente, estuprada, molestada. O que antes acontecia de vez em quando agora acontece o tempo todo – e a maior parte disso se passa aí mesmo no seu lar. Pai, irmãos, irmãs, parentes… ou outra pessoa em quem você achava que podia confiar estão entre aqueles que provocam tais abusos. Existe muito mais abuso físico e emocional também – coisas que o degradam e o fazem sentir como se fosse nada, reduzido a zero. Um ninguém. Como quem já morreu. Como se estivesse desistindo antes mesmo de começar.



Todas essas coisas ferem o seu coração e podem arruinar sua vida caso você decida ficar por conta própria e nunca se entregar para Jesus. É difícil pensar sobre cumprir o seu destino quando está lidando com tanta dor no coração, tanto desespero.



E, para dar o toque final, o inimigo tem garantido que esta geração receba sua dose diária de violência, maldade e indiferença. Os menores, mais fracos e menos atraentes ou inteligentes tornam-se as maiores vítimas. O inimigo tenta implantar a idéia de que não há problema em zombar ou não se importar quando outra pessoa está machucada – ou mesmo quando você próprio for ferido. É só agir como se não se importasse. E logo você acaba acreditando que realmente não se importa.



Tudo faz parte de um grande, horrível ciclo.



Há muito mais motivo hoje para se irar, ficar amargurado, confuso, para sentir-se traído – e há tantas mensagens lá fora tentando convencê-lo a endurecer seu coração, a fazer parte de gangues mais duronas, a adquirir armas maiores, a tomar drogas mais fortes, a ter mais sexo – qualquer coisa para tornar seu coração e sua mente ainda mais insensíveis do que já estão, o anestésico que oculta a profundidade da dor. Afinal, a realidade é tão insuportável. O inimigo está dizendo a alguns de vocês para aliviarem um pouco da sua dor emocional machucando outros, ou até mesmo causando genuína dor física em si mesmos. Alguns de vocês sabem exatamente do que estou falando.



E, depois, há o maior de todos. O maior ataque que já houve sobre uma geração.



Você sabia que o inimigo considera sua geração tão perigosa que provavelmente tentou até matar você antes de nascer? Se você está vivo, lendo este artigo agora – e tiver menos que vinte e cinco anos – você é um sobrevivente da maior guerra na história da humanidade. É a guerra do aborto. Só nos Estados Unidos, mais de vinte milhões da sua geração foram mortos antes de verem a luz do dia. Pense nos irmãos, irmãs, primos e bons amigos que você poderia ter se não fosse esse método de eliminar vidas indesejadas. Os números são aterradores, e a guerra do aborto continua sem trégua até hoje. Alguns de vocês até já evitaram a paternidade ou a maternidade dessa forma – o que provavelmente os encheu da sensação de culpa. Quem pode cumprir o seu destino quando está cheio de culpa?



Você acha que tudo isso estaria acontecendo se sua geração não fosse uma ameaça tão grande ao inimigo? Tem de haver alguma coisa sobre vocês que faz Satanás odiá-los tanto, que o faz ter tanto medo de que sobrevivam, de que tenham uma mente sadia e de que cumpram seu destino em Deus. E é simplesmente isto:



Vocês são uma geração escolhida. Escolhida por Deus para fazer grandes proezas no nome dele.



Satanás sabe que se não conseguir aprisioná-lo em suas garras, certamente você se virará contra ele com intensa vingança. Ele sabe que há dentro de você um cuidado que Deus lhe deu em favor dos fracos e perdidos. Que você tem um forte senso de justiça e integridade. Que quando você for plenamente conquistado pelo coração de Deus, sua vida fará estragos arrasadores ao reino inimigo. É por isso que o inimigo tem tentado eliminar você o quanto antes. E se não puder eliminá-lo, ele vai querer arruiná-lo de alguma forma – ou levá-lo a fazer coisas tão horríveis que achará que Deus nunca o perdoaria. Ou que jamais o usaria. Que jamais o aceitaria. Tudo isso faz parte de uma MENTIRA descarada.



Nunca é tarde demais para voltar-se para Jesus. Nunca é tarde demais para pedir perdão. Nunca é tarde demais para retribuir ao inimigo tudo que fez contra você – e tudo que o levou a fazer contra outros. Enquanto tiver fôlego de vida, você pode usá-lo para invocar o nome do Senhor. Ele certamente virá e o salvará.



De fato, as mentiras do inimigo já foram expostas. Você não precisa ser destruído. Pelo contrário, se quiser, você pode fazer coisas incríveis para Deus. As coisas difíceis pelas quais tem passado, até as coisas erradas ou malvadas que praticou, todas elas contribuirão para lhe dar um coração maior em favor daqueles que ainda estão emaranhados na teia de Satanás. Você vai poder compreender por que fizeram algumas das coisas que praticaram. Também vai poder lhes dar esperança. Você terá grande fé que suas vidas podem ser viradas radicalmente em direção a Deus, pois foi isso que aconteceu com você.



O que Satanás planejou para o mal, Deus usará para o bem, se você o deixar.



Já é tempo de sua geração dar a Satanás a paga devida. É por isso que é imperativo que você ande com Deus. Que seja servo DELE e não servo do inimigo. Quando anda com Deus, você não só receberá o que ele tem para sua vida, mas também uma porção de tudo que tem reservado para sua geração – para este tempo e momento da história.



O mundo será abalado quando vir a sua geração se movendo no poder do Espírito Santo. Quando virem sua compaixão e amor – e o favor que Deus lhes deu.



A unção e o chamado de Deus sobre sua geração são coisas que Satanás não quer que você descubra. Jesus está mais interessado que você ande dentro do seu destino do que você mesmo. Ele está comprometido com você. Ele fará com que seu destino se cumpra. Ele o curará. Apenas segure na mão dele e peça a sua graça, misericórdia e perdão.



Talvez você se sinta indigno. Mas todos nós o somos, não é? É só pela graça de Deus que qualquer um pode fazer algo digno. Se você não está andando com Deus, é tempo de correr para os braços dele. Não procure nenhum atalho. Só CORRA a ele e deixe que ele o lave e purifique.



É tempo de deixar o passado para trás. Reconheça que é um alvo do inimigo. Fique esperto. Drible os tiros. Ache uma estratégia. E dê a largada.



Pare de fazer o jogo do inimigo. Vire o jogo contra ele. Você é perigoso. Você é uma ameaça ao seu plano maligno. E, com Jesus, você vai vencer. Você pode perder uma batalha ou duas, pelo caminho. Mas, no fim, você vai ganhar de goleada.



Vocês são uma geração perigosa. Deus vai ajudá-los a superar o inimigo. Vocês só precisam decidir que querem.



por Melody Green

A hora vem e agora é! Está para romper, quem ouvirá?

...Deus trouxe uma consciência e peso de que ele estava levantando um exército composto por jovens que marcariam esta geração. (Eliza Walker)

Foi no ano de 2002, durante uma reunião em Goiânia, que Deus trouxe uma consciência e peso de que ele estava levantando um exército composto por jovens que marcariam esta geração. Entre outras características, como o desejo de dedicar-se 100% a Deus e a paixão por Jesus e a Igreja, estes jovens, de maneira geral, são exceções em suas igrejas, em seus contextos. Não encontramos muitos deles em um mesmo lugar. São pessoas inflamadas por Deus e que, muitas vezes, estão deslocadas em suas congregações e aflitas, sem saber como lidar com essa carga e paixão espirituais que sentem.



Vários irmãos já testemunharam sobre visões semelhantes nas quais viam luzes esparsas, piscando sobre o mapa do Brasil. Cremos que essas luzes representam as brasas vivas que estão espalhadas, flamejando em todo o país. Porém, precisam ser ajuntadas para formarem uma grande fogueira capaz de manifestar o fogo de Deus.



Com base nessa visão, passamos a nos reunir com jovens de toda parte do país para ouvir de Deus. O primeiro encontro aconteceu na passagem do ano de 2002 para 2003, e deu origem aos demais, que continuaram acontecendo semestralmente, sempre no início de julho e no final de dezembro. Todos tiveram como tema principal: PREPARANDO SOLDADOS PARA AS ÚLTIMAS BATALHAS.



Cada um dos encontros tem sido marcado pela forte presença de Deus, mas nosso alvo principal é ver uma geração de jovens que vai além das experiências, dos encontros e das reuniões abençoadas.



Para isso, nossa principal estratégia passou a ser levar o jovem a uma vida diária de disciplina para ouvir de Deus individualmente e não simplesmente experimentar um novo mover do Espírito. Como isso requer acompanhamento e contato real com os jovens para ajudá-los, nasceu a necessidade do escritório QG (Quartel General) de Jovens.



O principal projeto do QG são os Luzeiros. Vimos que reunir essas brasas duas vezes ao ano, nos encontros, não é suficiente. É necessário apoiar e incentivar, ajudar em suas necessidades e, também, colocá-los em contato uns com os outros.



O critério que usamos para identificar alguém como Luzeiro é ter participado de algum encontro de jovens ou Curso de Preparação Profética em Monte Mor, SP, ou, através de contato conosco por internet ou nas igrejas, ter demonstrado um desejo de viver uma vida consagrada a Deus e querer receber esse monitoramento por vontade própria.



A condição para manter o nome nessa lista é ter regularidade no contato com o QG de jovens, enviando notícias freqüentes (no mínimo mensais) para compartilhar o que tem feito e como está, principalmente em seu altar individual. O meio de comunicação que mais utilizamos é a internet, que é o mais rápido, barato e eficaz, o que não impede que nos comuniquemos por cartas e, até mesmo, por telefone, quando necessário.



Trabalhamos de forma que um monitor acompanhe poucos jovens, no máximo seis, para que realmente exista um laço de amizade e oração, e não apenas uma prestação de contas de forma impessoal.



Atualmente, em nosso projeto, os monitores são do próprio QG, mas nosso objetivo é trabalhar com cada jovem de forma que ele venha a ser um monitor, ou seja, que os próprios jovens se ajudem e acompanhem uns aos outros, pois não há nenhuma pretensão em centralizar tudo em nossa “base”.



O nosso sonho é ver essas brasas ganhando forças individualmente, encontrando em seu dia-a-dia a fonte de águas vivas do trono de Deus, para que, quando nos reunirmos, não precisemos começar sempre do zero, todos totalmente alheios e tendo que gastar horas e horas ou várias reuniões até nos sintonizarmos uns com os outros e com Deus. Queremos nos reunir e, de fato, entrar na densa atmosfera do recôndito secreto da presença de Deus para ouvir aquilo que transformará a igreja e, conseqüentemente, o mundo.



A hora vem e agora é! Está para romper, quem ouvirá? Somente aqueles que estiverem afinando seus ouvidos diariamente diante do Senhor, dando tempo de qualidade, preparando-se para estar na posição correta, a fim de serem canais desse fluir.


por Eliza Walker (http://www.revistaimpacto.com.br/?modulo=materia&id=361)