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sábado, 8 de outubro de 2011

Sir Nicholas Winton salvou 669 crianças dos fornos NAZISTAS

Se algo não é óbviamente impossível então deve haver uma maneira de fazer


Sir Nicholas Winton (19 de maio de 1909) é um britânico que organizou o resgate de 669 crianças judias na antiga Tchecoslováquia, salvando-as da morte certa nos campos de concentração nazistas antes do início da Segunda Guerra Mundial, Livrando-as dos fornos nazistas.
 O que fiz foi algo que os outros consideravam IMPOSSÍVEL, mas eu tinha que tentar para ver se era possível ou não.
Disse Sir Nicholas, não é um ato heróico.
Não me considero um herói. Para ser um herói alguem tem que fazer algo de perigoso, não fiz.
Meu lema é: Se algo não é óbviamente impossível então deve haver uma maneira de fazer .
Seu gesto deu bons frutos e muitos dos que salvou se tornaram adultos generosos; explicitando
que dentro deles há GRATIDÃO.
Tornaram-se seres humanos melhores que a maioria de nós.


 
Exibida no Fantástico em 23/12/2007

 http://www.youtube.com/watch?v=9Xgmz1O-Rtk&feature=youtu.be
Postado por : Hadassa Ben HaShem

  Deus usa os humildes e que tem dentro de si
Coragem para não dar ouvidos a multidão/ 
maioria e silenciosamente, sem porfia nem
vanglória executar o que está plantado por
Deus e pulsando em seu coração.







Missões-Haiti: Um Imenso Desafio Prático




Por Ariadna Faleiro de Oliveira

UM DIA QUE MUDOU TUDO
No dia 12 de janeiro de 2010, o Haiti acordou com um ar de vida normal: gente pelas ruas, crianças nas escolas, trabalhadores indo e vindo; um dia como outro qualquer. Mal sabia o mundo que, às 16h53, horário local (19h53, horário de Brasília), essa data seria lembrada com lágrimas e desespero pela destruição e perdas incalculáveis.
A história trágica começou a ser narrada a partir de um terremoto de magnitude 7.0 na escala Richter, considerado um dos piores do mundo nos últimos anos. Eugênio Polanco, diretor do Instituto Sismológico Universitário da República Dominicana afirmou: “Desde o terremoto de 4 de agosto de 1946, de 8.1 graus, não tínhamos registrado, pelo menos em nosso país, um fenômeno tão grande como este”. 
Seguido de outros tremores e sentido em outros países (quase todo o território da República Dominicana e leste de Cuba), o terremoto trouxe consequências catastróficas.
O Haiti, cuja capital é Porto Príncipe, possui uma superfície de 27.750 Km2 e quase 10 milhões de habitantes. É considerado o país mais pobre da América com o pior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do hemisfério ocidental.
Geograficamente marcado por montanhas escarpadas com pequenas planícies costeiras e vales fluviais, o Haiti encontra-se na placa tectônica Caribenha, que é, relativamente, pequena em comparação às placas Sul-Americana e Norte-Americana. Estas “comprimem” a placa Caribenha e fazem com que a região do Haiti se torne instável e propensa a terremotos. A incidência de falhas é o fator agravante, uma vez que um simples movimento para cima ou para baixo faz com que os tremores sísmicos gerem uma grande catástrofe.
Seja pelo fator geográfico, seja pela instabilidade da localização ou por qualquer outro motivo, o fato é que o terremoto deixou no país um rastro de morte, doenças, destruição e milhares de desabrigados.
Um relatório da Agência Americana para Desenvolvimento Internacional, conduzido pela empresa de consultoria LTL Strategies, com sede em Washington, calculou que 895 mil pessoas se mudaram depois do tremor para abrigos temporários ao redor da capital haitiana, Porto Príncipe, e que, atualmente, cerca de 375 mil indivíduos ainda vivem nessas condições. Apesar de o governo haitiano insistir em que o número de mortos tenha sido de 316 mil, esse relatório assinala cerca de 85 mil pessoas baseado numa pesquisa feita de casa em casa no Haiti durante 29 dias de janeiro de 2011.
 
HISTÓRIA OFUSCADA PELA TRAGÉDIA
Confrontando o brilho histórico do passado, o Haiti, uma ex- colônia francesa (cedida à França pela Espanha em 1697), foi o primeiro país do mundo a abolir a escravidão durante uma revolta de escravos que culminou com a independência do país em 1º de janeiro de 1804. O Haiti foi, também, a primeira república negra no mundo. Serviu de inspiração aos descendentes africanos de muitos outros países.
Atualmente, porém, vê-se em suas ruas um misto de insuficiência e desafios. A nação, que muito antes do terremoto já experimentava uma miséria generalizada, traz hoje um espetáculo angustioso regado por escombros, cemitérios abertos, milhares de barracas com famílias desabrigadas, órfãos da tragédia, elevado índice de prostituição (incluindo crianças e adolescentes), devastação, analfabetismo, mortalidade infantil, ausência de saneamento básico e um forte surto de cólera com milhares de vítimas. Situação bem definida pelo autor haitiano, Dany Laferriève: Um terremoto dilacerou um país que já estava de joelhos”.
A tragédia chamou a atenção da mídia e despertou a compaixão de governos, bancos privados, celebridades, empresas e pessoas comuns que decidiram envolver-se de alguma forma enquanto o mundo assistia aterrorizado a histórias pessoais e coletivas dos que ficaram vivos, sendo impactado por frases como a de um jovem haitiano que perdeu mãe e irmã: “Os que sobreviveram caminham como se estivessem mortos”.
Grupos de ajuda foram formados e, de acordo com suas especialidades, doaram recursos, comida, remédios, tempo e solidariedade ao povo haitiano. A Igreja de Cristo não permaneceu inerte à situação. Muitas agências missionárias, juntas e congregações estiveram presentes no país por meio de auxilio e voluntários; atos de bondade num território de dor!

O HAITI DE HOJE
Mais de um ano depois daquele fatídico dia, o mundo percorre seu trajeto, e uma indagação discreta ainda assola o coração de alguns: E O HAITI? Um sobrevivente parece ter ouvido e responde: “O Haiti deixou de ser notícia, as pessoas estão esquecendo-se de nós”.
– Como estará hoje o país que fez milhões de pessoas chorar?
– Como caminham pelas ruas os órfãos que, mesmo antes da tragédia, já somavam mais de 380 mil?
– Como sobrevivem hoje à fome e à sede se, antes do terremoto, os haitianos já estavam acostumados a comer “biscoitos de terra”, uma mistura de terra, água, sal e manteiga, comumente encontrados em feiras e mercados a céu aberto.
– Qual é a esperança que possuem se, segundo Edmund Mulet, o chefe interino da missão ONU no Haiti, levará décadas para o país ser reconstruído: “Acredito que serão necessárias muitas décadas, em vez de apenas dez anos. Este foi um enorme retrocesso no desenvolvimento do Haiti. Não vamos começar do zero, vamos começar abaixo do zero”.
– E o surto de cólera, os milhares que vivem em barracas, a desnutrição, a crescente violência, os escombros?

É correto que nos calemos diante dessa realidade atual e cruel? Obviamente, a resposta é NÃO. Então, o que podemos fazer?
Cônscio de sua responsabilidade cristã, social e humanitária, um modesto grupo de brasileiros decidiu arregaçar as mangas e partir rumo ao Haiti de hoje com um objetivo simples: contribuir com a reconstrução, ora com a mão na massa, ora com o choro solidário e o abraço amigo. A viagem reservaria experiências jamais imaginadas que, por sua vez, trariam mudanças visíveis…

CANAAN: SEM LEITE E SEM MEL
Atualmente, milhares de haitianos vivem em acampamentos de desabrigados, levantados de forma espontânea e sem nenhum tipo de planejamento. O resultado é sentido na ausência de infraestrutura: não há água potável ou eletricidade, banheiros ou serviço de saúde.
Canaan é um desses lugares! O nome não inspira a realidade: um lugar aberto, próximo às montanhas nas imediações de Porto Príncipe, com pouca vegetação ou casas construídas, apenas barracas de lona que abrigam famílias que podem chegar, em média, a oito ou nove pessoas. Em meio às ruas empoeiradas, caminham crianças famintas, adultos sem trabalho, famílias que perderam tudo e que lutam por sua dignidade num ambiente sem esperança!
Foi a primeira parada da EQUIPE MÃOS (Ministrando em Amor, Oração e Serviço) em sua viagem no mês de novembro de 2010. Ali, numa semana de trabalho, foi erguida uma igreja de madeira (substituindo a antiga lona velha no local de reuniões), foi construído um banheiro, e um poço artesiano foi perfurado para saciar a sede de cerca de 3 mil pessoas.
Milagres aconteceram: o poço perfurado, que, no primeiro momento, jorrou água salgada (o Haiti fica no nível do mar), foi recebido pelos desabrigados com alegria seguida de desapontamento. A igreja do acampamento não se deu por vencida e começou a orar por uma intervenção divina. Resultado: a água tornou-se potável!

A SEGUNDA VIAGEM
O nível de desafios e o impacto da primeira viagem levaram à formação de uma segunda turma da EQUIPE MÃOS para o Haiti com o intuito de construir uma escola e investir recursos na perfuração de novos poços artesianos. A equipe deixou o Brasil em maio de 2011 com 12 integrantes, rumo ao acampamento de Camp Corail, onde uma escola seria erguida.
No caminho, a equipe passou por Gressier, uma vila situada a oeste do país. Ali, um pastor local clamou por ajuda. Cerca de 200 cristãos estavam se reunindo em condições precárias, porque o terremoto havia devastado tudo. O pedido do pastor era para que a equipe levantasse um lugar para que eles pudessem cultuar ao Senhor juntos. Os três dias seguintes foram de muito trabalho, e, no final, a equipe ouviu do pastor haitiano: “A construção de nossa igreja é a realização de um sonho e a resposta de muitas orações; muito obrigado”.
A viagem continuou, e a chegada em Camp Corail trouxe surpresas. O local é um dos poucos acampamentos oficiais do governo, mas, à semelhança dos demais, sofre com todas as dificuldades ligadas a um país devastado.
A escola seria construída a pedido do Pastor Maxis Blanc, um professor haitiano visionário que começou um trabalho educacional paralelo ao evangelismo local. Cerca de 200 crianças são alfabetizadas por ele, recebem noções de higiene e uma porção de comida diária. As crianças eram atendidas numa construção cercada por uma lona, construção essa que foi varrida pouco depois de levantada por um temporal. O comentário das autoridades locais era que os cristãos não se preocupavam com a parte social da comunidade.
Sem recursos financeiros, Maxis empenhou-se em orar para que, de alguma forma, Deus pudesse mudar a situação. A chegada da equipe com a proposta da construção da escola reacendeu a esperança.
Foram dez dias de trabalho pesado. De acordo com um dos integrantes: “Levantávamos por volta das 6 horas da manhã, tomávamos o nosso café, tirávamos um tempo juntos na Palavra e na oração e, então, começávamos a trabalhar: nivelando o terreno, marcando, cavando buracos para as colunas, cortando madeiras, preparando a massa. O trabalho era árduo e estendia-se até o pôr do sol, quando a falta de energia nos obrigava a parar. Com pequenos intervalos para comer, o final do dia era sempre marcado por um culto, e, apesar do nosso cansaço, éramos muito renovados com a alegria do povo”.
O trabalho teve um desfecho que marcou toda a comunidade: um espaço com capacidade de atender em torno de 400 crianças. Quem, além do Senhor, poderá dimensionar o fruto desse trabalho na vida de uma nova geração de crianças e adolescentes haitianos?

MARCAS
É impossível explicar as marcas deixadas no coração do homem quando este se doa ao seu semelhante!
Quando perguntei, a um dos integrantes da equipe, que cenas ficaram em sua memória, ele me contou sobre uma viagem que fez pelo interior do país com a equipe. À margem da estrada, avistaram uma criança entre 10 e 11 anos arrastando-se entre as pedras, nua e esquelética. A criança dava seus últimos suspiros de vida. A fome fazia mais uma vítima.
Para outro membro da equipe, Vitor Guilherme, um adolescente de 15 anos, o que mais o tocou foi a igreja haitiana. Suspirando fundo, comentou: Sentíamos muito a presença de Deus na igreja. O louvor era forte apesar dos instrumentos musicais serem precários. A alegria do povo é algo que jamais esquecerei. Cantavam músicas de gratidão e declaravam Cristo vencedor. O que mais me intrigava era ver ali reunidos órfãos, viúvas, pessoas que não tinham onde morar, que não sabiam se comeriam no dia seguinte, e perceber, ainda assim, uma atmosfera de adoração. Não pude deixar de comparar isso à minha realidade no Brasil onde temos tanta abundância, a toda hora, porém sem gratidão em nosso coração.
Após duas semanas, a segunda turma da EQUIPE MÃOS deixou o Haiti, emocionada com o choro das crianças que se agarravam a eles, pedindo, no dialeto local, que não fossem embora.
Dentro de cada um, a certeza de que jamais seriam as mesmas pessoas e o forte desejo de avançar oferecendo a vida a Cristo a fim de ver o HAITI incluído entre a numerosa multidão que dirá: “Aleluia! A salvação, e a glória, e o poder são do nosso Deus…”

QUEREMOS VOCÊ CONOSCO:
A EQUIPE MÃOS (Ministrando em Amor, Oração e Serviço) entende que o trabalho no Haiti está apenas começando; há muito a fazer.
Uma nova turma está sendo formada para voltar ao país ainda este ano (8 a 15 de novembro). O desafio é abrangente:
pessoas que atuem na área da construção civil, para terminar a escola em Camp Corail e construir mais uma igreja;
pessoas que atuem na área da saúde para um trabalho de atendimento aos moradores dos campos de sobreviventes;
pessoas que trabalhem com crianças. Há um número incontável que precisa ser alcançado pelo Evangelho de Cristo;
pessoas que se disponibilizem a cozinhar para a equipe, conscientes de que a comida é escassa;
recursos financeiros para a compra de materiais de construção, bem como para a contratação de alguns cidadãos do país para ajudarem no trabalho;
– recursos financeiros para a perfuração de novos poços artesianos (a perfuração de um poço com a bomba fica em torno de 2.200 dólares).

QUE TAL FAZER PARTE DISSO?!
Maiores informações:
Pr. Paulo de Oliveira
(62) 3224.1503 / (62) 8124.3198 – Goiânia / GO
E-mail: equipemaos@hotmail.com
Igreja Batista da Paz

Eu chorei o tempo inteiro ouvindo e lendo sobre o que está
acontecendo com o Haiti ,com o povo, as crianças,
as famílias, o Corpo de Cristo... um  CAOS.
Meu coração pulou de alegria em ir quando li pela
primeira vez: QUE TAL FAZER PARTE DISSO?
Quando li a lista de habilidades específicas, Chorei mais ainda.
Porque gastamos nossas vidas com coisas/cursos que não servem para 
salvar vidas e semear em solo destruído como Neemias e onde não há
fundamentos de outros como diria Paulo. Por que??
Com muita dor no coração: HADASSA Ben HaShem

Conclamo você noiva que é agaraciada com alguma 
destas capacidades específicas: Busque o PAI e deixe
Ele te mostrar sua cidade totalmente destruída, sua 
famíla sem nada e as crianças dando seu último
suspiro pois a fome fez mais uma vítima. 
Um terremoto deixou o lugar onde você e sua
família viveram por toda vida 'sem forma e vazio'
mas com sobreviventes (até quando) em meio a 
desolação.
CLAMO PELA NOIVA! Abra seu coração e vá.
 
"QUE O CORDEIRO IMOLADO RECEBA A RECOMPENSA POR SEUS SOFRIMENTOS."

quarta-feira, 22 de junho de 2011

JOCUM 50 ANOS - Missões . Está em mais de 175 nações!

Mantendo a tocha de missões acesa! 

Por Saulo Xavier, do Comunica JOCUM

 
  Oportunidades de servir!

  Não importa sua idade, nem sua   formação profissional. Existe um   lugar para você em Missões!   Junte-se a nós e v;enha   conhecer a Deus e fazê-lo   conhecido! Escreva-nos e   garanta seu exemplar do Manual   Ide – um guia de oportunidades   missionárias da JOCUM no   Brasil e nas nações de língua   portuguesa, com endereços,   história da fundação de   ministérios, artigos   missionários, etc. +Info:   manualide@comunicajocum.org.

 O maior portal de missões  da América Latina

  Há cerca de 10 anos no ar,   nosso site registrou milhões de   acessos e e-mails recebidos.   Testemunhamos milagres,   conhecemos gente que queria   saber mais sobre missões,   outras com motivos de oração
  ou   que buscavam   direcionamento   vocacional e   ministerial.  Informações   missionárias,  artigos e notícias   fazem dele o  maior portal de   missões da América Latina.   Acesse e deixe  seu comentário,   pois nossa   equipe, hoje   espalhada pelo  Brasil e outros   países, está de  prontidão para   agradecer sua  visita!   http://www.jocum.org.br.

  Edição do jubileu

  Essa história de fé e milagres da   Jovens Com Uma Missão, que   hoje é um dos maiores   movimentos missionários do   mundo, está registrada no livro   Pode falar, Senhor... Estou   ouvindo, publicado pela Editora   Betânia. Em comemoração aos   50 anos da JOCUM no mundo, a   editora está lançando uma   edição especial comemorativa   dessa obra marcante.
  
  Para parcerias:
   info@jocum.org.br
   contato@comunicajocum.org


Em 1960 um jovem casal de norte-americanos estava em uma de suas viagens evangelísticas nas Bahamas liderando um grupo de jovens. Enquanto orava, Loren Cunningham teve uma visão inspiradora: jovens de várias nações invadindo os continentes como ondas vindo sobre a praia. Ao compartilhar com sua esposa Darlene, partiram em fé para um sonho que mudaria a história de missões.
Esse era o início da Jovens Com Uma Missão (JOCUM) – um movimento missionário que atua em toda a Terra nas áreas de Evangelismo, Missões Transculturais, Desenvolvimento Comunitário, Educação, Família, Plantação de Igrejas, Atendimento em Saúde e outras, em mais de 100 frentes ministeriais. Tudo começou em um hotel desativado nos Alpes Suíços, a partir do qual Loren e Darlene Cunningham começaram a primeira base da JOCUM, em Lausanne. De lá para cá a JOCUM está em mais de 175 nações, com mais de 1.000 bases, cerca de 17.000 obreiros em tempo integral e milhares de voluntários e alunos reunidos anualmente em torno de um projeto de treinamento e envio chamado de Universidade das Nações (UofN). A UofN foi um dos primeiros projetos globais da JOCUM. A proposta é oferecer treinamento, organizando tudo por áreas missionárias de atuação, para atender a demandas reais do campo. De início a visão era desenvolver algo para a Ásia e Pacífico. Alguns anos depois o conceito se ampliou, e hoje a UofN possui cursos em mais de 60 idiomas, que vão de Microscopia de Malária a Fotografia Digital. Em alguns locais os estudantes são ensinados a fazer partos, pois isso favorece o evangelho em contextos culturais tribais. Assim, há muitas experiências distintas. Errando, aprendendo e buscando a direção de Deus, seguimos anunciando o Senhor e seu Reino, tanto com equipes de estudantes como de missionários experientes. Neste ano chegamos aos 50 anos de caminhada. É o Jubileu de Ouro de uma história de fé e milagres. Jovens têm sido usados por Deus para impactar vilas, cidades e países inteiros pelo mundo. No Brasil, por exemplo, duas grandes festas serão realizadas para celebrarmos isso com a presença dos nossos fundadores, uma na JOCUM Curitiba e a outra na JOCUM Recife.

BRASILEIROS COM UMA MISSÃO

Atualmente, em relação ao número de missionários de tempo integral enviados de volta para servir na JOCUM, o Brasil está ocupando o segundo lugar no ranking mundial, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e estando à frente de países como Coreia do Sul, que está bem próxima, na terceira posição, e Índia, que está em quarto lugar. Diante desse quadro, podemos dizer que somos brasileiros com uma missão, e essa bela história começou por aqui há cerca de 35 anos. Em 1975 o jovem casal Jim e Pamela Stier desembarcou no Brasil para começar um trabalho que parecia impossível: dar início às atividades ministeriais da JOCUM por aqui. Era como um sonho além das possibilidades. Logo no início eles sentiram o clamor dos hippies nas ruas da capital mineira e partiram para evangelizá-los enquanto construíam, com milagres financeiros diários, o primeiro centro de treinamento da JOCUM no País, em Contagem-MG. Assim, fomos conseguindo os primeiros missionários brasileiros da JOCUM. Eram os jocumeiros, que, em pouco tempo, começariam a desbravar outros centros, de norte a sul do Brasil. Promessas e sonhos ganhavam forma e vidas eram transformadas pela Jovens com uma Missão.
Hoje a JOCUM Brasil está atuante nas cinco regiões brasileiras, a partir de cerca de 60 bases, sub-bases e locais de operação, e tem desenvolvido várias iniciativas missionárias aqui e em nações de língua portuguesa como Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau e Timor Leste, como também em países como Espanha, Portugal, Itália, Estados Unidos, Rússia, entre outros, fazendo Deus conhecido com pioneirismo e criatividade.

UMA FAMÍLIA DE MINISTÉRIOS PELO BRASIL
No Norte, a JOCUM dispõe de projetos com comunidades indígenas na área de Saúde, Educação e Tradução da Bíblia, iniciativas de atendimento e discipulado a adolescentes em situação de risco, entre outros.
Presente no Nordeste há 20 anos, a JOCUM tem sido destaque pelas lideranças jovens e promissoras, com trabalhos na área de plantação de igrejas, ensino de inglês para estudantes de outras línguas, impactos evangelísticos, aconselhamento, arte e coreografia, desenvolvimento comunitário, etc.
Do Centro-Oeste a JOCUM promove a participação efetiva na reconstrução do Haiti após o terremoto, com o envio de médicos e voluntários, e também desenvolve um trabalho de referência entre tribos urbanas, recuperação de dependentes químicos, ação social e outros. No Sudeste a JOCUM conta com casas especializadas para o trabalho missionário com crianças em situação de risco. Um desses frutos é a Casa Semear. Nela, uma equipe de missionários fluentes na Língua Brasileira de Sinais (Libras) atende a crianças e adolescentes surdos há mais de 10 anos com evangelismo e discipulado. Além desse trabalho pioneiro, temos iniciativas nas áreas de Educação, King's Kids, Artes Circenses, Fotografia, Treinamento de Lideranças Missionárias, Tribos Urbanas, Saúde e Cidadania, Design, Louvor e Adoração, entre outras.
O Sul, em termos de JOCUM, é hoje uma das referências no mundo de missões transculturais. E pela diversidade de ministérios presente nessa região, os jocumeiros estão construindo uma grande rede de envios missionários de todos os lugares, para todas as direções. Além disso, temos bases e sub-bases com chamados específicos,
desde o aconselhamento pastoral até o evangelismo criativo a partir da dança, impactos culturais, coreografias de
Hip Hop e esportes de aventura. E o trabalho continua! Novas localidades da JOCUM Brasil estão sendo abertas. Caxias do Sul (RS), São José do Rio Preto (SP), Teresina (PI), Natal (RN) e São Luís (MA) são as sedes dos
próximos locais de operação da JOCUM no País.
Flexibilidade, diversidade, relevância e contextualização. É nessa pluralidade de dons e ministérios formados por voluntários que a JOCUM tem chegado a todos os continentes com jovens de todos os lugares, denominações e contextos culturais, unidos no propósito de conhecer a Deus e fazê-lo conhecido. Qual é o segredo? É simples: ouvir a voz de Deus e obedecer!
 Clamemos de todo o coração pela noiva para q entenda e compreendendo e obedecendo de imediato o Sonho de Deus, indo aos milhões que nunca ouviram sobre o SALVADOR e ENVIANDO jovens e famílias, investindo o dinheiro e clamor no que REALMENTE tem valor, as almas em densas trevas.
Postado por : Hadassa Ben HaShem